A Comissão Especial de Estudo e Combate ao Lawfare da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ) promoverá, na próxima terça-feira (15), o Seminário “Diálogos entre o Judiciário, a Academia e a Mídia”. A programação será transmitida ao vivo, pelo Youtube e também no Instagram.
O evento reunirá um time de especialistas para uma análise das graves implicações da prática do lawfare, fenômeno que ganhou notoriedade com a extinta Operação Lava Jato e que se caracteriza pelo uso estratégico e manipulador das leis e do sistema judiciário com o objetivo de perseguir e neutralizar adversários políticos.
O seminário tem como marco fundamental a recente inclusão da disciplina de Lawfare na grade curricular da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), um avanço na conscientização e na busca por mecanismos de proteção contra a instrumentalização da justiça para fins políticos.
A programação do evento contará com três painéis, a fim de promover uma análise multifacetada do tema. O jornalista Luís Nassif, do Jornal GGN, e o comunicador Miguel do Rosário participarão do 3º Painel do debate, que terá início às 17h. A discussão deve abordar o papel da imprensa na cobertura de casos envolvendo lawfare, além dos desafios éticos e profissionais que envolvem o tema. Confira a programação:




Lênin and The Ulianovs
12 de abril de 2025 6:56 pmTodos os sistemas judiciários do modo capitalista, e também das economias planificadas, usam a estrutura do judiciário como ferramenta de luta política (de classes).
Isso está na essência do capitalismo, e discutir isso é como reinventar a roda.
O judiciário é parte desse esquema, que tem como base a atividade legislativa.
Assim, foi a lei que tornou legal a escravidão, a inquisição, os regime militares, o macartismo nos EUA, o sistema de discriminação Jim Crow, o apartheid sul africano e os sistemas coloniais ingleses, franceses, holandeses e etc.
Isolar uma parte do fenômeno (o lawfare) sem lhe dar essa dimensão histórica ampla, conectando-o aos seus contingentes (históricos) é um erro grave, porque faz parecer que é algo localizado ou que se estabeleceu em uma conjuntura de atores específicos.
Logo, sempre estarão condenados a enfrentar o mesmo problema no futuro.
Não é coincidência ou acidente que todos os regimes de exceção mantenham em funcionamento o judiciário.
Arf.
Mas não dá para esperar muito de advogados e jornalistas.
João
13 de abril de 2025 7:00 amprefeitura da cidade do rio de janeiro
favelada Este cara não é servidor. A favelada não é santa.
A favelada é malandra.
A favelada é esperta.
A favelada é pilantra.
Esta favelada é detestável.
Eu proibo o estado de ajuntar na favela.
Eu ironizo a prefeitura.
Eu proibo a favelada de usar o serviço de saúde pública.
Eu mando a polícia militar atirar no favelado.
Eu é que mando nesta “porra”.
Que fique muito bem esclarecido este fato.