4 de junho de 2026

OAB-RJ debate lawfare em seminário com especialistas do judiciário, academia e mídia

O jornalista Luís Nassif, do Jornal GGN, participa das discussões. A programação será transmitida ao vivo

A Comissão Especial de Estudo e Combate ao Lawfare da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio de Janeiro (OAB-RJ) promoverá, na próxima terça-feira (15), o Seminário “Diálogos entre o Judiciário, a Academia e a Mídia”. A programação será transmitida ao vivo, pelo Youtube e também no Instagram.

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O evento reunirá um time de especialistas para uma análise das graves implicações da prática do lawfare, fenômeno que ganhou notoriedade com a extinta Operação Lava Jato e que se caracteriza pelo uso estratégico e manipulador das leis e do sistema judiciário com o objetivo de perseguir e neutralizar adversários políticos.

O seminário tem como marco fundamental a recente inclusão da disciplina de Lawfare na grade curricular da Faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), um avanço na conscientização e na busca por mecanismos de proteção contra a instrumentalização da justiça para fins políticos.

A programação do evento contará com três painéis, a fim de promover uma análise multifacetada do tema. O jornalista Luís Nassif, do Jornal GGN, e o comunicador Miguel do Rosário participarão do 3º Painel do debate, que terá início às 17h. A discussão deve abordar o papel da imprensa na cobertura de casos envolvendo lawfare, além dos desafios éticos e profissionais que envolvem o tema. Confira a programação:

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2 Comentários
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  1. Lênin and The Ulianovs

    12 de abril de 2025 6:56 pm

    Todos os sistemas judiciários do modo capitalista, e também das economias planificadas, usam a estrutura do judiciário como ferramenta de luta política (de classes).

    Isso está na essência do capitalismo, e discutir isso é como reinventar a roda.

    O judiciário é parte desse esquema, que tem como base a atividade legislativa.

    Assim, foi a lei que tornou legal a escravidão, a inquisição, os regime militares, o macartismo nos EUA, o sistema de discriminação Jim Crow, o apartheid sul africano e os sistemas coloniais ingleses, franceses, holandeses e etc.

    Isolar uma parte do fenômeno (o lawfare) sem lhe dar essa dimensão histórica ampla, conectando-o aos seus contingentes (históricos) é um erro grave, porque faz parecer que é algo localizado ou que se estabeleceu em uma conjuntura de atores específicos.

    Logo, sempre estarão condenados a enfrentar o mesmo problema no futuro.

    Não é coincidência ou acidente que todos os regimes de exceção mantenham em funcionamento o judiciário.

    Arf.

    Mas não dá para esperar muito de advogados e jornalistas.

  2. João

    13 de abril de 2025 7:00 am

    prefeitura da cidade do rio de janeiro
    favelada Este cara não é servidor. A favelada não é santa.
    A favelada é malandra.
    A favelada é esperta.
    A favelada é pilantra.
    Esta favelada é detestável.
    Eu proibo o estado de ajuntar na favela.
    Eu ironizo a prefeitura.
    Eu proibo a favelada de usar o serviço de saúde pública.
    Eu mando a polícia militar atirar no favelado.
    Eu é que mando nesta “porra”.
    Que fique muito bem esclarecido este fato.

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