6 de junho de 2026

A Internet além do Estado

Por Miguel A. E. Corgosinho, no Portal LN

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Uma concepção que se deve considerar, em razão a neutralidade da Internet, é a missão histórica de que “um aplicativo a ela significa a repetição de um interesse particular ou de todas as sociedades”. A sua dimensão global emprega o sistema de poder ou motor da história, por causa da inclusão das maneiras de exprimir as resoluções tempo/espaço/simultâneos) e consciências da vida – contra e a favor em oposição a ordem real do mundo (posto oposto).

As redes representam, fundamentalmente, o modo fragmentado deste poder de ligação para mudar os países ou deixá-los do jeito que estão: no caos espacial (passado presente, futuro que se misturam na realidade). Na verdade, a internet é a evolução de valores da humanidade no espaço; mas, no ponto de vista da economia, o grau de desenvolvimento se tornou a forma antagônica do aplicativo, tomado pela duplicação temporal (oposto em dividas). 

Sem que os usuários fiquem sabendo o que deles se tira qualitativamente e quantitativamente, pelo engendramento sistemático de dados dos tempos, se manipula por preço do modo de vidas simultâneas, O sistema central elabora a apropriação de futuros conteúdos (o novo valor das pessoas e empresas) nos quais se exprime os movimentos de dinheiro. E ao invés deste poder adaptar os usuários à natureza virtual (sua reconversão, em volta social do espaço, de tempo para si) os transforma em escravos de atividade ; como elementos inconscientes do seu jogo (ativos de classes da economia em troca de títulos públicos do Estado).

A regulamentação da Internet no Congresso Nacional está sofrendo pressão dos bancos justamente por essa questão de governança da neutralidade da rede: Os bancos colocaram em jogo um dinheiro virtual que representa os valores do homem em evolução com um mundo neutro, mas os usa como meios reais de inversão de si mesmos para trocar por dinheiro físico. 

A evolução do mundo, com o uso crescente dos termos da neutralidade, também, se tornou o poder da estrutura de alienação do valor do trabalho, sem o consentimento prévio do titular para multiplicação de causas do valor de coisas que entrarão no tempo indefinido – que tudo vem dele – empregando-se o aplicativo que envolve a rede dos “meios de produção”. Ou seja: para os bancos é o mesmo que se enriquecer definindo apenas qual será o valor da riqueza.

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  1. Ivan de Union

    24 de março de 2014 6:11 pm

    (Nao vai dar pra entrar na

    (Nao vai dar pra entrar na celularizacao;  suficiente dizer que a tecnica se originou na espionagem, onde todos os participantes de projeto x ou y somente sabiam o que tem que fazer e nada a respeito do projeto em si, pois dessa maneira se um caisse nao saberia nada alem do que ele proprio fez de ilegal, e assim sobraria “plausible denial” para todos os que causaram a sabotagem, exceto quem foi pego.  Isso dito…)

    O internauta -nao a internet, claro- esta alem do Estado porque o Estado se celularizou dentro da internet. Sim, ta facil “prender e arrebentar”.  O que nao esta facil eh descelularizar. Se fosse facil, saberiamos quem sao os “comentaristas pagos”, nao eh mesmo?  Dos poucos casos que foram documentados ate hoje, TODOS eram tucanos.

    Como comentarista eu nao tou aqui pra “me divertir” nao.  No estrito sentido acima, eu sou o Estado sim.  Como voce eh, leitor.

    O Estado se enfraqueceu?  Viva o internauta.  Mais poder a ele.

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