“Jestor?” José Aníbal ironiza acordo de Tarcísio com a Vale: 30 vezes menor que o fechado no governo Lula
Ex-senador critica acordo firmado por Tarcísio de Freitas com a Vale em 2020 e aponta diferença bilionária em relação ao valor obtido pelo governo Lula
São Paulo (SP), 28/03/2025 - Governador de São Paulo Tarcísio de Freitas durante leilão do lote Alto Tietê, das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade de trens, durante sesão pública na B3. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
Uma publicação feita pelo histórico quadro do PSDB, José Aníbal, destacou a discrepância entre os valores do acordo firmado por Tarcísio de Freitas com a mineradora Vale, quando ainda era ministro da Infraestrutura no governo Jair Bolsonaro, e o montante conquistado pela atual gestão Lula, em 2025.
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“Tarcísio, ministro, antecipou a renovação da concessão das ferrovias da Vale do Rio Doce por míseros R$ 600 milhões. O ministro Renan Filho mandou revisar. A Vale já depositou R$ 4 bilhões em dezembro. Vai pagar mais R$ 7 bilhões e investir R$ 6 bilhões em ferrovia para interligar Rio a Vitória. Tô nem aí?”, escreveu Aníbal.
Em tom crítico, o ex-senador questiona:
“Tarcísio tem que se explicar. Como é que vendeu/deu a renovação por R$ 600 milhões e o atual ministro conseguiu, pela mesma renovação, TRINTA VEZES mais? Que ‘jestor’ é esse que ‘abre mão’ de R$ 16,4 bilhões? Ou será que o ‘tô nem aí’ para a insegurança em SP é sua marca como ‘jestor’?”
Aníbal também ironizou a postura do governador ao citar o lema da bandeira paulista:
“A bandeira de SP tem a frase ‘Non ducor, duco’. Quer dizer: NÃO SOU CONDUZIDO, CONDUZO. Covas usou a frase. E cumpriu. Recuperou a liderança do Estado. Tarcísio nem a bandeira conhece. Sobre Trump, Tarcísio escreveu ‘tá chegando a hora’. Dos brasileiros que estão sendo expulsos de lá?”
Reprodução: Instagram de José Aníbal
Contexto
Em 2020, durante o governo Bolsonaro, a Vale renovou por mais 30 anos as concessões da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Os valores de outorga definidos na época foram considerados baixos pela atual gestão federal.
O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou que os contratos assinados anteriormente desvalorizavam os ativos públicos. Como resposta, a equipe do governo Lula reavaliou os acordos e renegociou os termos com a Vale.
Em dezembro de 2024, foi firmado um novo acordo que prevê:
R$ 11,3 bilhões em repactuação dos contratos de concessão;
R$ 6 bilhões em investimentos adicionais na malha ferroviária, incluindo a construção de um novo ramal entre Cariacica e Anchieta, no Espírito Santo.
O novo acerto tem como objetivo corrigir os valores considerados subavaliados na gestão anterior e ampliar os investimentos em infraestrutura ferroviária.
*Publicação feita com auxílio de Inteligência Artificial com checagem humana.
Concessões e privatizações precisam ser revisadas.
O caso da Vale citado aqui, requer investigação, quiçá cadeia para os envolvidos no que parece mais uma trapaça executada no desgoverno do genocida ora “constipado”.
Mas gostaria de aproveitar este tema para pedir que alguém faça uma revisão na privatização da distribuição de água no RJ.
Além de aumentos em série da tarifa, coisa que o pária que desgoverna o estado garantiu lá atrás que nao existiria, tem uma aberração denominada “consumo mínimo”, onde na conta são cobrados 15m3 (R$185,00) em residência que raramente consome 5m3 por mês(casa com 1 morador que nao fica em casa).
Um convite ao desperdício pois o residente fica inclinado a desperdiçar a diferença.
Pagar o consumido deveria ser a regra. Afinal ainda existe outra aberração pois a partir de um valor de consumo a tarifa aumenta por faixas.
E o “Jestor” de sp também insultou a população com a “privataria” da sabesp.
João Ferreira Bastos
20 de abril de 2025 7:14 pmE a afirmação que não foi feita:
Quanto o Tarcísio recebeu por assinar esse crime ?
Carlos
20 de abril de 2025 9:19 pmConcessões e privatizações precisam ser revisadas.
O caso da Vale citado aqui, requer investigação, quiçá cadeia para os envolvidos no que parece mais uma trapaça executada no desgoverno do genocida ora “constipado”.
Mas gostaria de aproveitar este tema para pedir que alguém faça uma revisão na privatização da distribuição de água no RJ.
Além de aumentos em série da tarifa, coisa que o pária que desgoverna o estado garantiu lá atrás que nao existiria, tem uma aberração denominada “consumo mínimo”, onde na conta são cobrados 15m3 (R$185,00) em residência que raramente consome 5m3 por mês(casa com 1 morador que nao fica em casa).
Um convite ao desperdício pois o residente fica inclinado a desperdiçar a diferença.
Pagar o consumido deveria ser a regra. Afinal ainda existe outra aberração pois a partir de um valor de consumo a tarifa aumenta por faixas.
E o “Jestor” de sp também insultou a população com a “privataria” da sabesp.
burro e ladrão ou traficante e assassino
21 de abril de 2025 11:08 amque implicância gratuita com o governador só por ele ser um americanófilo e grande herói patriótico pacificador do haiti