10 de junho de 2026

Fome imposta a Gaza por Israel pode impactar toda uma geração, alerta OMS

Palestinos enfrentam tendência de desnutrição aguda, resultado do bloqueio de ajuda humanitária imposto por Israel; território tem estoque para tratar apenas 500 crianças
Crédito: Reprodução/ BBC

Uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, nesta terça-feira (13), que as taxas de desnutrição estão aumentando na Faixa de Gaza de tal forma que os tratamentos de emergência para combatê-la estão se esgotando e os impactos podem impactar uma geração inteira.

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De acordo com um monitor global, 500 mil palestinos enfrentam a fome, graças ao bloqueio de suprimentos imposto por Israel desde o início de março. 

Rik Peeperkorn, representante da OMSs para o Território Palestino Ocupado, apontou que mais de 20% das crianças examinadas em um hospital de Gaza sofriam de desnutrição aguda e pareciam mais jovens. 

Atualmente, a OMS possui estoque para tratar apenas 500 crianças com desnutrição aguda. De acordo com o Ministério da Saúde de Gaza, 55 crianças já morreram de fome desde março.

O representante afirmou ainda que o território enfrenta uma tendência crescente de desnutrição aguda, e a restrição a alimentos nutritivos, água limpa e a saúde deve ter efeitos permanentes em toda uma geração. 

Enquanto Philippe Lazzarini, chefe da agência de refugiados palestinos da ONU afirmou que Israel usa o bloqueio de ajuda humanitária como arma de guerra, Israel culpa o Hamas por causar fome ao roubar a ajuda humanitária destinada aos palestinos. 

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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3 Comentários
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    13 de maio de 2025 4:23 pm

    Netanyahu é um criminoso de guerra privilegiado porque tem parceiros nos EUA, França, Inglaterra, Alemanha, etc. Esse é o problema. O extermínio dos palestinos virou fonte de lucro para a Palantir e de entretenimento para os sionistas que aplaudem a matança. Eles também são criminosos, tão criminosos quanto os alemães nos anos 1930. É por isso que não lamentarei quando finalmente Israel provocar um país capaz de fazer chover bombas em Tel Aviv. Tudo que acontecer com os israelenses será merecido. E o mesmo pode ser dito quanto aos europeus e norte-americanos que apoiam o genocídio ou se calam com medo dos sionistas. Eles também serão incinerados caso a OTAN consiga a guerra nuclear que deseja.

  2. Rui Ribeiro

    14 de maio de 2025 7:43 am

    E o Sr. Macron, tão ativo na defesa dos Ucranianos, nada diz a respeito dessa injustiça que brada aos céus contra os Palestinos? Kd você, Macron?

    O Trudeau também nunca levantou a voz em defesa dos Palestinos. O governo da Inglaterra…, bem, esse é o poodle dos EUA e não vai mesmo latir, a não ser para acuar ainda mais os Palestinos.

    Se eu tivesse uma ogiva nuclear… Bem. Deixa isso prá lá.

  3. João Ferreira Bastos

    14 de maio de 2025 8:01 am

    O mundo civilizado, EUA,Inglaterra, Alemanha, frança,canada, Itália, Portugal, Suiça, Suécia, Noruega, Austrália,nova Zelândia e outros vão conhecer a Lei do Retorno

    Nao vou ter pena

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