O exército de Israel admitiu, neste domingo (6), que a morte de 15 profissionais da área da saúde que estavam em um comboio no sul de Gaza foi um erro.
O ataque a um comboio de ambulâncias da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS), um carro da ONU e um caminhão de bombeiros da Defesa Civil de Gaza foi realizado porque os carros se aproximaram de forma suspeita, sem faróis ou luzes intermitentes.
Além disso, os militares informaram que o movimento dos veículos não foi previamente acordado com o exército e que pelo menos seis dos médicos mortos eram ligados ao Hamas, apesar de não apresentar provas em relação a esta acusação.
As imagens de um dos paramédicos, no entanto, contradizem a versão de Israel. Nas imagens, os veículos estavam com as luzes acesas quando atenderam a um chamado para atender feridos em Rafah, no dia 23 de março.
Os médicos estavam desarmados, e todos os veículos estavam adequadamente identificados. Os paramédicos usava, ainda, uniformes refletivos que permitiam fácil identificação.
No vídeo, que ainda circula pela internet, o paramédico Refat Radwan faz suas últimas orações enquanto os soldados israelenses se aproximam.
Após a execução, os corpos dos 15 profissionais da saúde foram enterrados na areia, a fim de protegê-los de animais selvagens.
O caso só foi descoberto uma semana depois, porque agências internacionais de ajuda humanitária e a ONU não conseguiam encontrar uma passagem segura para transitar pelo local.
Então, o celular de Radwan foi encontrado com imagens da execução. Um sobrevivente relatou que nenhum dos profissionais tinham ligação com o Hamas.
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Lênin and The Ulianovs
6 de abril de 2025 2:31 pmNão, eu não acredito que o GGN tenha coragem de repercutir um troço desses!!!!
Erro?????????
Eu assisti o vídeo, era um comboio de ambulâncias, todas com as identificações visuais (giroflex) ligadas.
Erro????
Foi intencional, totalmente intencional.
Que isso gente?
Não é possível que um jornalista com tanto tempo de estrada não saiba o estrago que essas nuances linguísticas fazem.
Chamar de erro um crime brutal desses é o caminho certo para sua normalização.
É idêntico ao padrão brasileiro na cobertura da violência policial das favelas:
“Fulano de tal, morto hoje em “confronto” com a polícia, que informou que ele tinha “n” passagens pela polícia”…
É, senhores, estamos de mal a pior…
Anônimo
6 de abril de 2025 6:20 pmNão tem mais desculpas: Israel e Estados Unidos querem acabar com o povo palestino diante do olhar indiferente da maioria dos governantes do planeta. Para isso os sionistas vêm se preparando há anos com lavagem cerebral do povo judeu em israel e nos outros países. Não cola mais argumento nenhum: de que criticar Israel é ser anti semita ou de que estão lutando contra o o terrorismo do hamas. Só há um lado terrorista nessa guerra, o estado de israel
Carlos
6 de abril de 2025 11:38 pmCanalhas assassinos. E o mundo se torna cúmplice com a falta de ações efetivas contra este estado genocida ávido por “assentamentos”.
Assim que o primo forte tirar o apoio irão passar pelo mesmo sofrimento.