6 de junho de 2026

Eduardo Bolsonaro tem contas e Pix bloqueados pelo STF

O parlamentar afirmou estar preparado para seguir adiante e que seguirá na campanha para que o governo dos Estados Unidos aplique sanções a ministros do STF
Reprodução Redes Sociais

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou à imprensa que suas contas foram bloqueadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), depois de tentar fazer duas transações via Pix sem sucesso nesta segunda-feira (21).

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Ainda assim, o até então parlamentar afirmou estar preparado para seguir adiante mesmo sob condições difíceis e que seguirá na campanha para que o governo dos Estados Unidos aplique sanções a ministros do STF.

Até o momento, Eduardo está proibido de entrar em contato com o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, tendo em vista as medidas cautelares aplicadas na última sexta-feira (18).

Bolsonaro, aliás, é o financiador da empreitada de Eduardo nos Estados Unidos contra o país, a fim de atender, no entendimento do STF e da Procuradoria-Geral da República, interesses pessoais de Jair, que responde por tentativa de golpe de Estado, entre outros crimes.

Enquanto o ex-presidente está proibido de usar as redes socias e dar entrevistas, coube à Eduardo realizar uma live no último domingo (20), em que fez uma série de ameaças à Polícia Federal e à Suprema Corte.

Durante a transmissão, um dos alvos foi o delegado Fábio Alvarez Shor, responsável por investigações envolvendo seu pai.

“Cachorrinho da Polícia Federal que tá me assistindo, deixa eu saber não. Se eu ficar sabendo quem é você… ah, eu vou me mexer aqui. Pergunta ao tal delegado Fábio Alvarez Shor se ele conhece a gente…“, disse Eduardo durante a live.

Em resposta, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues afirmou que se tratou de “uma covarde tentativa de intimidação aos servidores policiais” e assegurou que a corporação “adotará as providências legais cabíveis”.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. Carlos

    22 de julho de 2025 7:07 am

    Isso, deixar o rato sobrevivendo como qualquer rato; com restos.
    Mas não é estranho?
    Os ratos apontam o dedo podre para o PIX e o laranjito usa como um dos argumentos para investigação de “práticas comerciais prejudiciais aos interesses dos eua (só dos eua, rs?!!)”
    Então, é estranho pois a famiglia usa para sacar grana do bolso de idiotas. Estranho pois políticos, majoritariamente do PL mas não restrito a este, querem as emendas “PIX”.
    Enfim, só tiro no pé deste bando.

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