6 de junho de 2026

TVGGN: Nassif critica Folha de S. Paulo por defender Bolsonaro e atacar Moraes

Apoio da Folha aos ataques a Alexandre de Moraes é motivado por "puro negócio" e "grandes interesses"; assista

O jornalista Luis Nassif analisou, na noite de quarta (6), a movimentação do jornal Folha de S. Paulo, após o diário publicar um editorial defendendo o direito à liberdade de expressão de Jair Bolsonaro. Denunciado por tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro está em prisão domiciliar e está proibido de usar as redes sociais e de dar entrevistas. Mas para a Folha, Moraes exagerou e deve recuar da decisão.

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Nassif considera inacreditável a atuação da Folha de S. Paulo, afirmando que o jornal está agindo da mesma forma que agiu durante o período da Lava Jato e do impeachment. Ele destaca que a Folha está atuando contra o ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Nassif, as manchetes da Folha e suas pesquisas de opinião direcionam-se a levantar a questão da “liberdade de opinião do Bolsonaro”. Nassif questiona como um jornal como a Folha de S. Paulo “entra” no que ele descreve como um “golpe de estado em andamento” em relação ao Brasil.

O apoio da Folha aos ataques a Alexandre de Moraes é motivado por puro negócio e grandes interesses. Ele considera “ridículo” o argumento de que isso seria uma defesa da liberdade de expressão, pois, em sua visão, não é o caso.

Nassif descreve a Folha como um pequeno jornal de um grande grupo econômico. Ele sugere que o objetivo por trás dessa postura da Folha pode ser tirar todas as âncoras de uma eventual candidatura de Lula ou impedir grandes negociatas que poderiam surgir caso houvesse uma vitória bolsonarista.

Assista ao comentário completo de Luis Nassif na TVGGN. Inscreva-se gratuitamente no canal.

Este artigo contou com auxílio de I.A. na transcrição do vídeo do canal TVGGN.

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1 Comentário
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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    20 de dezembro de 2025 11:29 am

    A guerra era a continuação da política por outros meios, segundo Clausewiriz. O neoliberalismo transformou a guerra num negócio lucrativo por outros meios. O jornalismo neoliberal encontrou meios de lucrar transformando a verdade factual em fake news e fake news em verdade alternativa. A guerra contra as instituições não começou com o jornalismo neoliberal, mas certamente este será incapaz de melhorar a qualidade dos próprios jornais. A invasão da verdade pela mentira precede a invasão do Estado pela violência militar privatizada cuja missão é destruir qualquer possibilidade de política. Felizmente a guerra nuclear não poupará nem os jornais nem os jornalistas, mas eles parecem acreditar que serão salvos. Impossível saber se a certeza de salvação deles é produzida pela ideologia ou pelas carreiras de cocaína que eles cheiram nas redações.

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