
A equipe jurídica de Donald Trump intensificou os esforços para manter a cobrança das tarifas impostas a dezenas de países, alegando que uma decisão contrária da Suprema Corte poderia levar os Estados Unidos a uma “ruína financeira”.
Em documento enviado à Corte de Apelações do Circuito Federal, o procurador-geral D. John Sauer afirmou que um resultado desfavorável poderia desencadear um colapso econômico semelhante ao de 1929 e ameaçar programas como Previdência Social e Medicare.
Segundo o The New York Times, o cerne da disputa é uma lei de 1977 que autoriza o presidente norte-americano a adotar embargos e sanções em casos de emergência econômica — mas que não menciona explicitamente tarifas.
Trump utilizou esse dispositivo como base legal para impor tarifas sobre importações de mais de 90 países, arrecadando cerca de US$ 152 bilhões até julho, de acordo com o Departamento do Tesouro.
Economistas, no entanto, afirmam que a receita obtida com as tarifas representa uma fração pequena diante do déficit de US$ 2 trilhões e do orçamento anual de US$ 7 trilhões.
Além disso, as tarifas arrecadadas não financiam diretamente a Previdência Social ou o Medicare, que contam com fontes próprias de receita.

Rui Ribeiro
14 de agosto de 2025 7:46 am“Tarifaço: analistas veem impacto favorável na inflação brasileira em 2025; cenário é incerto no futuro
Lógica é de que a produção que seria destinada aos EUA, ou parte dela, fique no mercado interno. Mas efeitos podem ser nocivos em 2026”.
Reduzindo o preço no mercado interno, a demanda interna aumenta, compensando a perda de parte da demanda do mercado externo. Assim, apesar da redução taxa de lucro em decorrência da redução dos preços no mercado interno, os capitalistas acabarão com uma massa de lucro maior, pois quanto menor o preço, maior a quantidade vendida e, contrariamente, quanto maior o preço, menor a quantidade comprada. Os Analistas do mercado parecem ignorar a lei da oferta e da procura.
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
14 de agosto de 2025 8:05 amCom tarifaço ou sem ele, o colapso está chegando, a incógnita é o tempo. O resignificado do MAGA é: MAKE AMÉRICA GANGSTER ALWAYS. Não adianta querer interpretar as intenções dos EUA, se não entendermos que o grande pilar da econbomia dos EUA é a guerra desde a sua independência. Em caso de dúvida, é só levantar a prática de intervenções deles em todos os continentes.
Rui Ribeiro
14 de agosto de 2025 10:54 amSe os EUA quiserem massacrar o Brasil, as FFAA do Brasil serão extintas em meia hora. Muitos soldados brasileiros lutarão contra o Brasil e ao lado dos EUA.
Caso uma tal agressão venha a ocorrer, a única saída é mandar brasileiros patriotas de verdade pros Estados Unidos, prá explodirem panelas de pressão. Basta a explosão de uma panela de pressão para paralisar uma megalópole estadunidense. Um detalhe fundamentalíssimo: as explosões devem atingir os warmongers, não a população civil.
Bomba em Boston foi feita com panela, pólvora e estilhaços
https://g1.globo.com/mundo/noticia/2013/04/bomba-em-boston-foi-feita-com-panela-polvora-e-estilhacos-2.html
Quem não tem cão, caça com gato.
Rui Ribeiro
14 de agosto de 2025 2:45 pmEu vou botar meu cojone direito no trilho se a economia dos EUA colapsar. Vdd esse bilete
José Carvalho
14 de agosto de 2025 4:20 pmExiste um problema bastante complexo que afeta a representação do poder nas diversas sociedades , quem de fato consegue ser representado pelo contrato social que em tese deveria reger os membros dela. De uma forma ou de outra , cada Estado possui uma estrutura que faz parte da vida contínua da Nação. São bases perenes para estabelecer um estado de normalidade a uma sociedade. Na divisão dos Poderes que dão a tutela do Estado, cada um desses Poderes têm independente de pensamentos, ideologias políticas, simpatias ou antipatias, a responsabilidade de respeitar aquilo que está estabelecido. O Brasil defende a independência do Poder Judiciário, que também está sujeito às normas do País, e que recebeu sanções dos EUA por conta de alegações que foram feitas. O que está em decisão pela Suprema Corte dos EUA, é a validade da aplicação dessas tarifas, indiferente a qualquer tese de natureza econômica, venha ela da parte de economistas ou do governo Trump. O efeito econômico das tarifas não está na questão analisada. E sim o cabimento da medida nas prerrogativas do presidente estadunidense.