10 de junho de 2026

Adultização, violência nas redes, discurso de ódio e Big Techs: série Soberania Digital estreia hoje

Série especial com Isabela Rocha ensina e aprofunda problemáticas da era digital. Episódio de hoje fala de Adultização.

Violência nas redes, sexualização e violação aos direitos das crianças e adolescentes, discursos de ódio formando adolescentes. Todos estes fenômenos atuais passam, necessariamente, por outra discussão não tão recente: a regulação das plataformas e do espaço digital.

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Pensando nisso, o Projeto Brasil decidiu embarcar nesta discussão e convidou a especialista Isabela Rocha para comandar uma série especial de conversas com pesquisadores de peso para aprofundar este tema tão caro ao momento.

A série “Soberania Digital” estreia hoje (18) no canal da TV GGN no Youtube, às 16h e, ao longo desta semana, trará em cada um dos dias um ou mais convidados especiais para aprofundar as problemáticas, desafios e necessidades do Brasil como nação se posicionar de maneira soberana, e, assim, garantir os direitos já consolidados no país em meio à disputa de poder de grandes multinacionais digitais, as Big Techs.

Isabela Rocha, a convidada para mediar esta série de encontros e aulas, é presidente do Fórum para Tecnologia Estratégia dos BRICS+, mestre e doutoranda em Ciência Política pela UnB e coordenadora do Grupo de Trabalho em Estratégia, Dados e Soberania do Grupo de Estudos de Segurança Internacional da UnB.

No espisódio desta segunda-feira (18), ela conversa com Ergon Cugler, pesquisador do CNPq, conselheiro da Presidência da República no Conselhar e autor do livro “IA-Cracia – Como Enfrentar a Ditadura das Big Techs”.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    18 de agosto de 2025 9:47 am

    Não se deve combater a adultização de crianças pois os Bostonaristas acham que esse combate à adultização infantil pode vir a ser usado para censurá-los. Eles devem ter seu direito de se manifestarem.

    “Tem problema nenhum. São bilionários, são milionários. Executivo do mundo inteiro. O cara vem, fazem convenções. O turismo saiu de cinco milhões em Cingapura pra 30 milhões por ano. O Brasil recebe seis. Uma pequena cidade recebe 30 milhões de turistas. O sonho do presidente de transformar o Rio de Janeiro em Cancún lá, Angra dos Reis em Cancún. Aquilo ali pode virar Cancún rápido. Entendeu? A mesma coisa aí Es… é, Espanha. Espanha recebe 30, 40 milhões de turistas. Isso aí é uma cidade da Ásia. Macau recebe 26 milhões hoje na…na China. Só por causa desse negócio. É um centro de negócios. É só maior de idade. O cara entra, deixa grana lá que ele ganhou anteontem. Ele deixa aquilo lá, bebe, sai feliz da vida.

    Atrapalha ninguém. Aquilo não atrapalha ninguém. Deixa cada um se foder. Ô Damares. Damares. Damares. Deixa cada um. Damares. Damares. O presidente, o presidente fala em liberdade. Deixa cada um se foder do jeito que quiser. Principalmente se o cara é maior, vacinado e bilionário. Deixa o cara se foder, pô!”. – Paulo Guedes

  2. Lênin and The Ulianovs

    18 de agosto de 2025 3:55 pm

    Adultização?

    Eita, São Carlos Marcos, me salve pela óstia consagrada do materialismo histórico e o sangue da santíssima trindade dialética.

    O capitalismo foi todo construído com mão-de-obra infantil, seja nos teares de Manchester, mas lavouras ou nas minas de cobre latino-americanas…

    A TV e o esporte seguem explorando crianças, com o auxílio de pais, que oscilam entre a cafetinagem a a satisfação de suas frustrações por fracassos pessoais.

    E aí o assunto vira moda agora? Só por causa das redes sociais?

    Ora, se a sociedade não fosse doente, há tempos, essas circunstâncias que pululam nas plataformas digitais não teriam se espalhado…

    O objeto (crianças) e o objetivo (grana) é o mesmo, desde a Xuxa até hoje.

    Desde Shirley Temple ou Drew Barrymore até ontem.

    Agora a rede social virou o grande leviatã…

    Arf … cansa.

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