
O presidente norte-americano Donald Trump tenta usar a economia e o sistema financeiro do país contra China, Rússia e outros países, mas os sinais de derrota começam a aparecer no horizonte.
Na visão de Harold James, professor de História e Assuntos Internacionais da Universidade de Princeton, a realidade se mostrou muito diferente para o presidente dos Estados Unidos.
Em artigo publicado no Project Syndicate, James cita a estratégia russa com relação à dependência energética europeia (vale lembrar que a região tem tido problemas para substituir o combustível russo), e o controle das terras raras e minerais críticos pela China, materiais que são essenciais para produzir tecnologias verdes e equipamentos militares.
E esse controle das terras raras deu à China um trunfo quando Trump anunciou suas tarifas em abril: o país governado por Xi Jinping impôs restrições a sete terras raras adicionais, e o governo norte-americano se viu obrigado a recuar em diversas frentes quase que instantaneamente.
Dólar é influente, mas não é eterno
Diante dessa questão, Trump recorreu ao dólar. O republicano parece disposto a testar os limites da influência global da moeda norte-americana inclusive ameaçando a independência do Federal Reserve.
Embora o dólar seja predominante na negociação global, o FMI (Fundo Monetário Internacional) alertou que isso não garante sua perenidade, e a história tem exemplos de mudanças no momento em que problemas maiores acontecem.
Harold James lembra que criar alternativas ao dólar é mais rápido do que o desenvolvimento de uma indústria própria de terras raras pelos Estados Unidos, e uma crise financeira seria suficiente para aumentar a demanda por moedas atreladas a outras divisas de maior peso.
Fábio de Oliveira Ribeiro
1 de outubro de 2025 6:38 pmDonald Trump faliu várias empresas dele. Agora ele está levando os EUA e milhares de empresas norte-americanas à falência. O mais engraçado é a estupidez dos gringos: muitos deles acreditam que a Rússia e a China são inimigas mortais dos EUA, mas quem está estropiando o país deles é Trump e o bando de imbecis que ele enfiou na administração pública.
emerson57
5 de outubro de 2025 3:53 pm“estupidez dos gringos”
Neste quesito ganhamos dos gringos!
Aqui se ora para peneu, se brinca de cabeça de papel debaixo da chuva em frente ao quartel, se viaja na magnésia pendurado em para brisas de caminhão, se faz dancinha fora Dilma fora PT, declamamos em “lingoas” pulando igual a uma guariba (saraia sarapataia deos nos ajude na maracutaia).
Pior, a mirdia nativa articula e a “gadaiada” aceita o nome do camundongo (philho do ratinho) para proximo presidente.
Ridículos por estúpidos imbecis somos mais o Brasil sil sil!
JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO
2 de outubro de 2025 8:35 amAté os mais otimistas apoiadores do agente laranja, já começam a perceber o desastre, da sua administração, mas como os EUA, são um estado belicista, resta a opção de provocar uma guerra nuclear. No entanto, se tal acontecer, pela primeira vez na sua história, eles terão sua integridade territorial aniquilada e os poucos seres humanos que sobreviverem a hecatombe, terão que recomeçar sob condições precaríssimas.
Rui Ribeiro
3 de outubro de 2025 7:56 amOs sobreviventes da carnificina nuclear se transformarão em ratos e viverão por um bom tempo nos subterrâneos. Valeria a pena viver sem curtir, do alto de uma colina a lua nascendo cheia? Ou um por do sol na praia fumando aquele baseado suave, mesclado com um veneno mais suave ainda, ao lado de pessoas simples e humildes? Eu preferiria a inexistência.
E você, Oliveira? Porventura, prá você, a pior vida é melhor do que a morte?
emerson57
5 de outubro de 2025 3:43 pmNo popular:
Hora de aplicar uma “cama de gato” em quem sempre te sacaneou!
Vamos nessa, Brasil?