5 de junho de 2026

Navio de guerra dos EUA chega a Trinidad e Tobago, próximo à costa da Venezuela

Até 30 de outubro, oficialmente, fuzileiros navais norte-americanos devem realizar treinamentos conjuntos com as forças de defesa trinitárias
Crédito: Getty Images

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Um destróier lançador de mísseis dos Estados Unidos chegou neste domingo (26) a Trinidad e Tobago, pequeno arquipélago localizado a poucos quilômetros da costa venezuelana. A chegada do USS Gravely ocorre em meio ao aumento da pressão do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre o governo de Nicolás Maduro.

O desembarque havia sido anunciado na última quinta-feira (23) pelo governo trinitário. O país, com cerca de 1,4 milhão de habitantes, fica a menos de 10 quilômetros da fronteira marítima com a Venezuela.

Segundo as autoridades locais, o navio permanecerá atracado em Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, até 30 de outubro. Durante esse período, fuzileiros navais norte-americanos devem realizar treinamentos conjuntos com as forças de defesa trinitárias.

A primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, tem se mostrado uma aliada próxima de Trump desde que assumiu o cargo, em maio de 2025. Seu governo adotou um discurso duro contra a imigração e a criminalidade atribuída a cidadãos venezuelanos.

Caracas, por sua vez, acusa o novo governo trinitário de agir em sintonia com Washington e de permitir a presença militar norte-americana como parte de uma ofensiva contra o regime de Maduro.

No sábado (25), o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, anunciou o início de exercícios militares para reforçar a defesa do litoral e evitar o que chamou de “operações encobertas” dos EUA.

“Estamos desenvolvendo um exercício que começou há 72 horas, um exercício de defesa costeira, para nos protegermos não apenas das ameaças militares em larga escala, mas também do narcotráfico, das ameaças terroristas, das operações encobertas que procuram desestabilizar o interior do país”, afirmou Padrino.

Militares venezuelanos foram deslocados para o litoral por ordem de Maduro, que acusa Washington de “inventar uma guerra” contra a Venezuela.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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  1. Rui Ribeiro

    27 de outubro de 2025 12:14 pm

    EUA não são páreo para a Rússia. Nada obstante, o Trump se manifestou sobre a arma invencível anunciada por Putin:

    “Eles sabem que temos um submarino nuclear, o maior do mundo, bem próximo à costa deles, portanto, não é necessário percorrer 8 mil milhas [12,8 mil km]. A propósito, também não acho que seja uma coisa apropriada para Putin dizer. Vocês deveriam acabar com a guerra, a guerra que deveria ter durado uma semana está agora em seu quarto ano, é isso que vocês deveriam fazer em vez de testar mísseis”. – Trump, referindo-se à arma invencível anunciada por Putin

    O submarino nuclear dos EUA na costa da Rússia não vai livrar os Estadunidenses da arma invencível da Rússia.

    A Rússia obteve sucesso na Operação Especial de Desnazificação do Batalhão de Azov. Desde então, a Otan está em guerra com a Rússia. E Trump disse que acabaria a guerra em 48 horas. Parece que ele não consegue acabar a guerra nem que tenha um mandato de 48 anos.

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