Entre pressões sociais na Amazônia e disputas narrativas sobre mudança climática, o Brasil ganhou destaque na imprensa mundial nesta sexta (14). A COP30 virou palco de reivindicações indígenas e de esforços globais ambientais, enquanto o governo tenta consolidar sua posição na transição verde. Confira:
A repercussão nos Estados Unidos
Reuters — “Indigenous protesters block entrance to COP30 climate summit in Brazil” — dezenas de indígenas formaram um bloqueio pacífico na entrada da COP30, exigindo o fim de projetos que ameaçam seus territórios.
Reuters — “Deadly heat worldwide prompts $300 million for climate-health research at COP30” — cobertura de anúncio de financiamentos para pesquisa em saúde climática feitos durante a COP30.
Associated Press (AP) — “Protesters block the main entrance to COP30 climate talks in Brazil” — cerca de 100 manifestantes fecharam a entrada principal, obrigando delegados a usar uma porta lateral; ação visou dar voz às demandas indígenas.
A repercussão na Europa
The Guardian — “COP30: ‘We will exterminate ourselves’ if we keep extracting fossil fuels, activists say” — cobertura ao vivo do quarto dia da cúpula, com ativistas e lideranças indígenas alertando para os riscos da extração de combustíveis fósseis; destaca tensão entre compromissos e prática.
Cadena SER / Europa Verde — “Los Verdes reclaman audacia y coherencia en la COP30 de Belém” — deputados europeus pedem compromissos mais ambiciosos e coerentes no encontro climático em Belém, criticando interesses econômicos e reivindicando uma transição justa que respeite povos indígenas e ecossistemas vulneráveis.
A repercussão na Ásia
Xinhua News Agency — “COP30 summit kicks off in Belem, Brazil” — reportagem institucional sobre a COP30, com foco em soluções multilaterais.
China Daily — “COP30: Turning the green promise into global action” — análise sobre objetivos da COP30, com ênfase na liderança brasileira em pautas de adaptação e finanças verdes.
China Daily — “China urges joint global green efforts” — cobertura de discurso feito no evento em Belém destacando a cooperação sino-brasileira em tecnologia limpa e comércio.
Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.
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Rui Ribeiro
15 de novembro de 2025 10:20 amRatrump amarelou mais uma vez, só prá não perder o costume.
Tô vendo que os Açougueiraos de Favelados Cariocas nao se entendem. Esqueceram de combinar uma versão unânime. Agora uns dizem que as vítimas do massacre foram empurradas de propósito para a mata-douro mas um Verme diz que as vítimas não foram encurraladas no matadouro, elas emboscaram os policiais. Outro diz que o Doca facilitou a própria prisão mas não o iprende porque o fogo nao era a prisão, era obter dados.
Eles falam muito e nada dizem. Quanto mais falam, menos dizem