25 de junho de 2026

Caso Master: PF apreende R$ 230 milhões em itens de luxo

Ao todo, as autoridades calculam que o esquema chegou a R$ 12 bilhões de fraudes.
Foto: Divulgação PF

Operação Compliance Zero da PF apreende R$230 milhões em bens do Banco Master, incluindo joias e aeronave de R$200 mi.

Presidente do Banco Master e executivos são presos por crimes como gestão fraudulenta e emissão de títulos falsos.

Esquema bilionário de fraudes envolve BRB e Banco Master, revelando riscos de infiltração criminosa no sistema financeiro.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A Polícia Federal deflagrou a operação Compliance Zero, que resultou na apreensão de aproximadamente R$ 230 milhões em bens ligados à investigação contra o Banco Master. Entre os itens confiscados estão joias, obras de arte, carros de luxo e até uma aeronave avaliada em R$ 200 milhões. Ao todo, as autoridades calculam que o esquema chegou a R$ 12 bilhões de fraudes.

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A ação prende figuras centrais no alto escalão do Master, entre elas Daniel Bueno Vorcaro — presidente do banco — e outros executivos. A PF investiga vários crimes, como emissão de títulos de crédito falsos, gestão fraudulenta e organização criminosa.

Além dos bens de luxo citados, foi encontrada uma quantia em dinheiro vivo de R$ 2 milhões, obras de arte correspondentes a R$ 12,4 milhões, relógios avaliados em mais de R$ 6 milhões e joias que somam R$ 380 mil, segundo a PF.

A operação também mira no BRB (Banco de Brasília). O presidente do banco foi afastado após a revelação de que parte dos recursos milionários do Master pode ter sido “repassada” em operações duvidosas entre as instituições financeiras.

As autoridades apontam para um rombo bilionário: os investigadores estimam que o esquema pode envolver até R$ 12 bilhões em fraudes relacionadas à venda de títulos irregulares e à inflagem artificial de ativos, segundo o diretor da PF, Andrei Rodrigues.

A apreensão simbólica e de alto valor mostra como parte do sistema financeiro, longe de ser apenas um problema de “mercado paralelo”, também está sob risco de infiltração criminosa de grande escala — abrindo uma crise regulatória para bancas financeiras de prestígio e levantando graves questões sobre a solidez das instituições envolvidas.

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