4 de junho de 2026

Alemanha e França querem criar uma internet europeia

Algo assim sugerido pelo Brasil seria tachado de imbecilidade pelos entreguistas de plantão.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/40344/40344

Alemanha e França querem criar uma internet europeia

 

Autoridades da Alemanha e França abriram as discussões sobre a criação de uma internet europeia para evitar que as comunicações dos países tenham de passar pelos Estados Unidos.

A chanceler alemã, Angela Merkel, viajou para trocar ideias sobre isso com o presidente francês, François Hollande, nesse sábado, 15, segundo informou a agência Reuters.

“Acima de tudo, conversaremos sobre provedores europeus que ofereçam segurança para nossos cidadãos, para que ninguém tenha que enviar e-mails e outras informações através do Atlântico”, disse a chanceler. “Ao invés disso, seja possível construir uma rede de comunicação dentro da Europa.”

Os países buscam alternativas ao domínio norte-americano sobre a internet, principalmente após as revelações de que a NSA (Agência de Segurança Nacional) andava espionando o mundo todo pela rede. Até o celular de Angela Merkel foi grampeado.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Arlindo

    17 de fevereiro de 2014 10:38 pm

    Internet SulAmericana

    É o caso de o Brasil, Argentina e venezuela começarem a discutir a internet CELAC

  2. Ilhéu Celta

    18 de fevereiro de 2014 12:40 am

    O “Continental Coffee” e a WWW (ou a EWW)

    O Canal da Mancha ou Canal Inglês, como é chamado … em inglês, realmente separa a Grã-Bretanha da Europa não apenas com águas. Ou por um tunel…

    Sua largura inclusive é maior do que a do oceano Atlantico!.

    NY por ex. fica mais perto de Londres do qu Dover de Calais ou Folkestone de Zeebrugge. Assim como Wall Street da City.

    A primeira vez que vi um “continental coffee” foi num menu de hotel (não sei se conto que foi há muitas décadas ou no natal passado, hehe) em Nova York. Pensei que fosse um café da manhã “da casa,” até descobrir o mesmo em outros hotéis. 

    Só algum tempo depois percebi (em Londres), que era o “café da manhã do continente.” (mais parecido com o nosso). Na “ilha” era diferente, tinha fish (& chips), ovos, etc.

    Comecei a suspeitar que a Inglaterra não fosse parte do continente Europeu! Aprendera errado!

    Olhando a História recente (sem falar em colonização, idioma, Commonwealth, países anglófonos, etc.), comecei a lembrar que a Inglaterra foi a última a entrar no MCE original, não entrou na zona do Euro, a City não costuma reclama de Wall Street (e v.v.), para o bem ou para o mal, foi jjunto com tudo para o Iraque, sem a ONU e nem se liga muito sobre estes escândalos NSAticos espionáticos que giram pelo mundo.

    Mais uma vez quem parte pra mudança é a França e a Alemanha (ainda ocupada), as duas maiores economias do “continente” e que fomentaram o MCE, a UE e o Euro, dentre outras.

    Pouco se fala que a maior economia do mundo é na verdade a UE e não os EU (só não é maior potência militar, já que os EU investem um absurdo que afronta o mundo, em armamentos).

    Se não fosse o “vício” remanescente da Otan (o Pacto de Varsóvia deixou de ter sentido) crescer ao invés de perder força, talvez a Europa pudesse ser mais do que é (pelo menos mais independente).

    O fato é que após perder a sua maior colônia e depois o seu vasto império (ainda politico-culturamente um tanto próximo), parece que eles, com vasta experiência imperialista, adotaram a posição de se tornar, pragmaticamente,  “pai bem relacionado com filho bem sucedido”.

    Eu vejo a Europa como o exemplo mais próximo (embora distante) do efetivo multilateralismo (o paneuropeísmo já sonhado, de forma imperialista, por Napoleão), por já ser um tanto um “país”, como múltiplas culturas, histórias, identidades, interesses, recursos, demandas, espaços, idiomas, etc. já unidos por alguns critérios: constitucionais, mercadológicos, monetários, econômicos e outros, apesar de imensas dificuldades, ressentimentos históricos, etc.

    Enfim, o resumo da Európera, é que este “continental coffee” ainda demonstra que a velha Inglaterra, por sei lá quanto tempo, preferirá falar inglês com o outro lado do Atlântico, do que misturar-se com o francês, espanhol, alemão, italiano, grego, português, eslavo, holandês, russo, polonês, sueco e outros ali do lado (30 min de ferry).

    Evidentemente, em termos de equilíbrio, pluralidade, diversidade e experiência humana, me parece uma pena.

     

    PS: Nem falei em www né? Mas … precisa mesmo?

  3. Jaime Balbino

    18 de fevereiro de 2014 5:54 am

    Não é má ideia. Imagino que

    Não é má ideia. Imagino que qualquer um pode navegar nessa internet europeia, mas deverá aceitar determinados termos no primeiro acesso e se responsabilizar pelo o que fizer lá dentro. Com essa delimitação, questões legais e de responsabilidade dos países e mpresas nele sediadas ficariam resolvidos.

    Ainda haveria a internet “geral e irrestrita”, que em contrapartida teria as tentativas de controle minimizadas. Nela europeus e cidadãos do mundo ainda podem navegar livremente.

Recomendados para você

Recomendados