Enviado por Marco St.
do Vermelho.org – com informações da IstoÉ
MP investiga gestão Serra/Kassab por desvio de R$ 10 bi do IPTU
Informações divulgadas na edição de N° 2308 da Revista IstoÉ, neste sábado (15), indicam que o Ministério Público de São Paulo e a Controladoria-Geral do Município (CGM) investigam 84 empresas suspeitas de integrar um esquema de cobrança de propina para zerar dívidas milionárias do IPTU, ocultação de reformas de grandes empreendimentos para reduzir o cálculo do tributo e até rebaixamento do padrão de construções de luxo para diminuir o valor venal do imóvel.
De acordo com as informações, o promotor Marcelo Mendroni afirma que, além dos fiscais já investigados pela máfia do ISS, “de cinco a dez auditores da prefeitura paulistana podem ter participação no esquema”.
Os órgãos que estão investigando o caso afirmam que se ao menos metade dessas verbas drenadas pela corrupção durante a gestão PSDB/PSD for recuperada, a prefeitura terá em caixa dinheiro para realizar investimentos em áreas como saúde e educação da ordem de R$ 4 bilhões.
A semanária ainda apresenta declarações do fiscal Luis Alexandre Magalhães, que foi pego em gravações com Ronilson Bezerra Rodrigues, subsecretário da Receita na gestão Kassab (2006-2012), apontado como o chefe da quadrilha, ele diz que tem “todos os comprovantes do IPTU” das empresas que conseguiram certidões negativas de débitos do imposto com a ajuda do grupo.
Os auditores chegaram a sumir com o registro de devedores que haviam aderido ao Programa de Parcelamento Incentivado, lançado na gestão Kassab. Segundo os cálculos da administração, cerca de R$ 1 bilhão de 400 devedores do IPTU foram parcelados em até 120 meses entre 2007 e 2012. Os investigadores suspeitam que parte dessas dívidas possa ter sumido do sistema da prefeitura após a ação da quadrilha.
Rombo de R$ 10 bilhões
De acordo com a reportagem, as cifras contabilizadas em 2009, por uma Comissão Parlamentar de Inquérito da Câmara Municipal da cidade, mostram que o rombo seria bilionário. Além disso, aponta que entre 2003 e 2008, durante as gestões de José Serra (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD), cerca de três milhões de metros quadrados de construções estavam irregulares e R$ 10 bilhões teriam sido drenados dos cofres públicos.
Quem lucrou
As investigações indicam que o esquema de desvio do IPTU beneficiou shoppings, igrejas e até universidades e era coordenado pela mesma quadrilha de fiscais da Prefeitura de São Saulo, que desviou mais de R$ 500 milhões do Imposto Sobre Serviços (ISS).
Segundo a denúncia, em alguns casos, o recolhimento do tributo caiu pela metade. “Não é possível estimar ainda o prejuízo aos cofres públicos. A investigação está só no início, mas dá para ter a ideia de que são muitos milhões de reais desviados”, denunciou o promotor Marcelo Mendroni, do Grupo de Atuação Especial de Combate aos Delitos Econômicos.
Da Redação em São Paulo
Com informações da IstoÉ
Mario Alexandre Teixeira
16 de fevereiro de 2014 11:23 amNão seria melhor abater o
Não seria melhor abater o principal da dívida, usando esses 4 bilhões, a investir ?
Pergunto isso pq esperar auditoria cidadã das dívidas públicas brasileiras ainda é um sonho.
AlvaroTadeu
16 de fevereiro de 2014 12:10 pmMistérios e segredos da Paulicéia Desvairada.
Nas voltas que o mundo dá, um dia eu baixaria neste blog para “defender” o Kassab. Kassab, como os generais nazistas, “só cumpria ordens”. O dono da roubalheira toda era outro, vocês sabem quem. No livro Satiagraha, o deputado Protógenes Queiroz conta alguns detalhes da investigação. Um ex-prefeito de São Paulo recebia mesada de uns dois milhões de dólares. As iniciais dele são Celso Pitta. Mas tudo isso era troco, o grosso do dinheiro furtado da Prefeitura ia para seu mentor, que se elegeu deputado para não ser preso.
Lucio Vieira
16 de fevereiro de 2014 1:05 pmNão é um mensalão. É meia
Não é um mensalão. É meia década comprometida. 10 bi equivalem a 100 mensalões. E a mídia rabo preso, não comprometida com o Brasil e com a sua história não salienta isto. Sendo provado, por favor, põe ai a listagem das 84 empresas envolvidas que eu quero ver. Quero ver quem é corruptor. Isto é informação importante pois eu não gostaria de dar dinheiro para quem usa ele me enganando depois.. Correr atrás de um sininho é fácil, mas conviva-se com a necessidade de esconder um barulho destes. Só em troca de benesses e favores.
emerson57
16 de fevereiro de 2014 4:39 pmMENsalão…..humph!
deiz bi !!!!!
agora sim, coisa de prophissional.
os mensaleiros petralhicos são a-ma-do-res, diria o gilmau.
ÇERRA É 45.
Gilson Raslan
16 de fevereiro de 2014 8:32 pmNEGÓCIOS DE TUCANOS SÓ COM BI
Vejam onde parte dessa dinheirama foi parar.
16 DE FEVEREIRO DE 2014 ÀS 11:16
247 – Um ano atrás, o fundo de investimentos Innova, gerido por Verônica Serra, filha do ex-governador e ex-presidenciável tucano José Serra, anunciou um dos investimentos mais estranhos da história do capitalismo brasileiro. O fundo decidira aportar R$ 100 milhões para adquirir 20% de uma pequena fábrica de sorvetes em Cotia (SP), chamada Diletto (relembre aqui).
À época, foi montada uma pesada operação de marketing para dar ar de normalidade à transação. Entre as peças promocionais, houve até uma capa da Forbes Brasil, sobre os planos do empreendedor Leandro Scabin, que fundara a Diletto. Dizia-se, à época, que os recursos do fundo Innova estariam sendo aportados pelos empresários Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles, da Ambev, e que a pequena sorveteria seria transformada na nova Haagen-Dazs.
No entanto, no mercado, sempre houve a suspeita de que os recursos geridos por Verônica Serra pertenciam à própria família – e não ao trio de bilionários da Ambev, que não costumam rasgar dinheiro aportando R$ 100 milhões numa sorveteria.
De lá pra cá, o que realmente aconteceu? Uma visita ao site da Diletto é esclarecedora. No campo “Diletto na mídia” (confira aqui), descobre-se que nada de importante sucedeu na história da empresa depois do aporte de R$ 100 milhões. Depois da entrada do Innova, a empresa conseguiu emplacar uma nota no Valor Econômico, sobre um picolé especial de dia das mães (leia aqui) e uma pequena reportagem na Gazeta do Povo sobre sorvetes (leia aqui).
Muito pouco para quem levou uma bolada tão grande. O que deixa no ar algumas questões: (1) de onde realmente veio o dinheiro do aporte na Diletto? (2) o que foi feito com esses recursos?
Esses tucanos!
Fulvia
16 de fevereiro de 2014 9:37 pm(Sem título)
Morvan
16 de fevereiro de 2014 11:03 pmGestão(?) Serra/Kassab, de novo: Desvio de R$ 10bi do I-PSDB-Uhh
Boa noite.
R$ 10Bi; e ainda acusam o Çerra de não ser bom com números…
Saudações “Dilma, despacha mais gente do lado-de-lá; livra-te de mais Chagas. Globo, Peço Mais Uma Vez: Mostre O DARF“,
Morvan, Usuário Linux #433640. Seja Legal; seja Livre. Use Linux.
Luciano Prado
17 de fevereiro de 2014 12:58 amKkkkkkkkkkkkkkkk MP de SP kkkkkkkkkkkkk
MP de São Paulo? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
MP Kkkkkkkkkkkk de kkkkkkkkkk São kkkkkkkkkk Paulo Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkiioookkookkkkkkkkkkkkkkkkkkkk,k,k,k,,,,,,,kkk,kk
Luciano Prado
17 de fevereiro de 2014 1:04 am10 bi a Folha não repercute. Só a partir de 70 milhões
A Folha vai dá
O Estadão também vai repercutir
O Globo vai cair de pau
E eu minto que me inrosco