4 de junho de 2026

Em nota, MPL do Rio critica atuação da Polícia Militar durante protesto

Sugerido por Leo V

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Do blog do MPL-Rio

Nota de repúdio à violência da PMERJ contra trabalhadores e manifestantes no dia 06/02/2014 e a tentativa de criminalização dos movimentos sociais

Publicado em 09/02/2014 | Deixe um comentário

O Movimento Passe Livre da cidade do Rio de Janeiro (MPL-Rio) vem a público se manifestar contra a violência perpetrada pela PMERJ no ato da última quinta-feira (06) e que terminou com o saldo de 28 presos, dezenas de feridos e 1 morte. Sim, houve uma morte na última manifestação, prontamente abafada pela mídia corporativa ao dar único enfoque ao caso do jornalista da Bandeirantes atingido na manifestação.

Desde dezembro de 2013 ocorrem atos no Rio de Janeiro contra o aumento das passagens e em todos estas manifestações, apesar de em um momento ou outro, a PMERJ objetivar causar algum entrevero, no geral se mantiveram alheios às movimentações dos manifestantes e tudo correu bem.

Na última manifestação, após a tranquila passeata pela Avenida Presidente Vargas, chegando à Central do Brasil, a PMERJ resolveu que não seria mais um mero coadjuvuvante no ato e colocou toda sua carga polícial sobre os manifestantes, desencadeando uma onda de revolta popular contra as arbitrariedades policiais.

Após a ação covarde dentro da Central do Brasil (usando bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio em ambiente fechado), a PMERJ saiu caçando pessoas a esmo pelas ruas, trabalhadores, manifestantes e quem mais estivesse por ali, novamente jogando bombas à esmo. Nesta situação, o senhor Tasnan Accioly, trabalhador nas ruas centrais da cidade, iniciou uma corrida desesperada pelo meio da avenida para tentar fugir da polícia, algo que muitas outras pessoas faziam no mesmo momento. O pânico causado e a fumaça das bombas tomou conta da via pública e neste momento é que o senhor Tasnan Accioly foi atropelado por um ônibus e teve as duas pernas esmagadas, atingindo artérias importantes do corpo e perdendo muito sangue. Foi socorrido e levado ao hospital Souza Aguiar, mas acabou por falecer no dia seguinte (07).

Uma situação de causa e efeito simples: a PMERJ criou o terror sobre as ruas, levando ao desespero transeuntes, situação que criou o clima indispensável para explicar o porque de correr pelo meio da rua e causando o atropelamento e morte do senhor Tasnan Accioly. Por este motivo, repudiamos a atuação da PMERJ e nos colocamos publicamente em solidariedade com a família e entes queridos deste senhor. Porém, nos causa enorme desalento o esquecimento desta morte. Qual seria o motivo desta situação?

É fato que o ocorrido com o cinegrafista da Tv Bandeirantes Santiago Andrade também nos causa profundo lamento e também nos colocamos aqui em solidariedade com os familiares e entes queridos deste trabalhador. Porém, nos parece completamente evidente que quem desencadeou toda a situação foi a PMERJ e sua irresponsável atuação (jogando bombas de efeito moral a esmo, prendendo e batendo em pessoas aleatoriamente, desencadeando grande revolta entre trabalhares e manifestantes ali presentes). Evidentemente que uma atitude irresponsável por parte de algum manifestante deve ser prontamente criticada, mas a cobertura da mídia corporativa não deixa de demonstrar também os seus objetivos.

Ao qualificar prontamente dois manifestantes vestidos de cinza enquanto “black blocs”, sem antes ter apurado qualquer coisa neste sentido, a mídia corporativa mostra no minimo sua incompetência e, no limite, sua completa parcialidade ante os fatos. É um descalabro tentar vincular uma pessoa à uma tática de ação de rua, em detrimento a preceitos básicos desta tática, já que para ser um “black” bloc é preciso estar de “preto” e, evidentemente, alguém de cinza não compõe o conjunto de pessoas aderentes a esta tática. Mas o pior de tudo é verificar que na visão da mídia corporativa, duas vidas tem valor distinto. E, aparentemente, a vida de um cinegrafista de uma televisão corporativa tem muito mais valor que a vida de um anônimo trabalhador.

Mas não nos deixemos enganar pela aparência forjada, pois a junção de ambos os erros da mídia corporativa nos evidencia um outro aspecto mais importante de sua atuação: ao dar relevo único ao acidente ocorrido com o jornalista, vinculando seu agressor à tática black bloc e ao mesmo tempo esquecendo completamente a morte do senhor Tasnan Accioly, vislumbra-se que mais uma vez o objetivo da mídia cooporativa é criminalizar o movimento de rua e enquadrá-lo sob estritos limites, mostrando sua opção de estar ao lado dos poderes opressores secularmente constituídos (Prefeitura, Governo Estadual e PMERJ).

Sabemos, no entanto, que a PMERJ não tem autonomia nesta decisão, que se deve em sua responsabilidade última ao consórcio do prefeito Eduardo Paes e do Governador Sérgio Cabral, ambos responsáveis pelos aumentos nos ônibus (municipais e intermunicipais) e gestores da máquina assassina da polícia militar. Assim, nos parece evidente que quem acendeu aquele pavio que atingiu o cinegrafista foram os senhores Eduardo Paes e Sérgio Cabral, responsáveis também pelo atropelamento do senhor Tasnan Accioly, sob os quais devem ser computadas o saldo da ação desastrosa e inconsequente da PMERJ.

Mesmo abalados e solidários às vítimas das consequências da atuação policial, não deixaremos de nos valer dos nossos direitos básicos e nos colocar assim contra o aumento. Lembramos ao prefeito e ao governador que o fim das manifestações estão condicionadas à revogação imediata dos aumentos.

Porém, em função dos últimos acontecimentos, a concentração para a próxima manifestação ocorrerá no mesmo local onde o cinegrafista da bandeirantes foi ferido, demonstrando publicamente nossa memória e solidariedade com aqueles que foram atacados no decurso da luta contra os desmandos dos poderes constituídos.

Ninguém será esquecido!
Em repúdio à violência contra trabalhadores e manifestantes no último ato!
Até a vândala e violenta tarifa cair!
Por uma vida sem catracas!

MPL-Rio

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

39 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Jair Fonseca

    10 de fevereiro de 2014 7:31 pm

    Leo V,

    Voltando ao provérbio que citei no outro post, “dois errados não fazem um certo”. Não importa se esses dois jovens (ir)responsáveis são do black bloc, ou do grey bloc. O certo é que não são do pink bloc, nem da polícia truculenta, corrupta e violenta que temos. Mas certamente esses dois jovens são responsáveis por um assassinato, coisa bastantre atenuada (ou nem tocada) nessa medonha nota do MPL do Rio. Acho que o MPL de SP e de outros lugares não emitiriam algo assim, que só incentiva o “quanto pior melhor”, e é de uma insensibilidade e um oportunismo que só não são piores que os da mídia corporativa porque esta é poderosa e capaz de qualquer coisa, justamente por isso. Lamentável tiro no pé, tanto pelo movimento corroborar essa violência quanto porque isso vai fastar mais ainda as pessoas do MPL. Ou é só uma minoria que usa o transporte coletivo, então o apoio da maioria do povo não importa?

    1. OBS

      10 de fevereiro de 2014 7:47 pm

      Jair, voce viu a data da

      Jair, voce viu a data da nota?

      1. Jair Fonseca

        10 de fevereiro de 2014 8:32 pm

        Não vi.

        Mas “dois errados não fazem um certo”. Cadê a nota sobre a última manifestação? Saiu? Não vai sair? Se for do naipe dessa acima, é melhor que não saia.

        1. Leo V

          10 de fevereiro de 2014 10:05 pm

          Jair,
          essa nota é da última

          Jair,

          essa nota é da última manifestação.

          óbvio que a nota nenhuma do MPL vai agradar a quem é conra movimento social.

          Fica aí sentado achando que as jornadas de  8 horas caíram do céu ou foi fruto de se votar no partido certo.

          1. Jair Fonseca

            11 de fevereiro de 2014 12:35 pm

            Não deveria lhe dar satisfações, mas

            “Pra seu governo” anarquista (?), estive em manifestações de junho a setembro, em três cidades, onde estava a trabalho. Inclusive em setembro (no Rio), onde pude constatar in loco o papel lamentável, para dizer o mínimo, dos brocopretos locais e da polícia. E minha participação em manifestações vem desde a ditadura, sob a qual vivi grande parte de minha vida, desde a infância, e à qual combati. Sei o quanto é valiosa a democracia, mesmo perrengue, injusta e complicada como a nossa. [E talvez adiante dizer que minha posição contra a ditadura se deu no campo da esquerda, onde estou até hoje].

    2. morallis

      10 de fevereiro de 2014 7:51 pm

      O MPL morreu naquela

      O MPL morreu naquela manifestação ( sexta feira?) da pça das bicicletas em

      São Paulo em junho de 2013, foi onde realmente perderam e se perderam  e

      não por falta de aviso. Dias antes muita gente gritava alucinadamente (inclusive

      aqui) que gangues fascistas travestidas  já dominavam e reprimiam quem ousa-se

      realmente se manifestar com proposito, os tais “coxinhas” eram a gordura da

      farsa  facebookiana” com suas poses e fotos, papai e mamãe olhando de longe

      pedindo o  que se gritasse “fora Dilma”.Black bloc s..o nada  tomou forma.

    3. Leo V

      10 de fevereiro de 2014 10:01 pm

      Primeiro, a nota é do dia 9,

      Primeiro, a nota é do dia 9, antes da morte do cinegrafista, que ocorreu hoje.

      Mas mesmo levando em consideração, isso.

      Vocs que falam tão mal do PIG por aqui, se importam apenas com as mortes que serve a eles.

      Sem hipocrisia. Se o cinegrafista não tivesse sido atingido e apenas aquele senhor, trabalhador de rua, tivesse morrido, você nem iria ficar sabendo. Então, sem essa de que alguém amenizou alguma coisa.

      Você quer apenas que alguns mortos valham mais que outros, ou algumas vidas valham mais que outras. Quando se colocam vidas em igualdade, vc chama “amenizar”.

      De junho para cá morreram uma meia dúia de pessoas em protestos no Brasil. Por que VOCÊ amenizou as outras mortes?

      1. Jair Fonseca

        11 de fevereiro de 2014 3:16 am

        Amenizei por..a nenhuma.

        Você conhece minha história política? Pois vai além de comentários de blogues e redes sociais. Sempre combati a violência policial, de que já fui vítima. Mas mesmo através dos comentários que pode rastrear no Nassif, se lhe interessa, saberá o quanto sou crítico da polícia e da injustiça social, e mesmo do governo Dilma, em seus pontos vulneráveis, embora ache que é o “melhor que tá tendo”. Porque essa “revolta” aí só avacalha a vida dos mais pobres. Não amenizei por..a nenhuma, e até agora não vi de você nenhuma crítica a esse homicídio e a outros atos de violência por parte de manifestantes, pouco importa se são black, red, grey, etc.

  2. Mário Mendonça

    10 de fevereiro de 2014 7:36 pm

    Nassif
    Enquanto não haver um

    Nassif

    Enquanto não haver um marco regulatório (lei de meios) conviveremos alienados pela porca midia que nos trata como mentecaptos…..

    Viva as Redes Sociais…..

     

  3. Vito o Caramuru

    10 de fevereiro de 2014 7:37 pm

    Movimentos sociais não usam
    Movimentos sociais não usam rojões que invariavelmente podem matar um cidadão comum. O nome disso é movimento terrorista. 

    1. Luís CPPrudente

      10 de fevereiro de 2014 8:00 pm

      Ato do vândalo foi ato terrorista.

      Decerto o vândalo que jogou o rojão deveria ser  processado pela prática de ato terrorista. 

      1. Vito o Caramuru

        10 de fevereiro de 2014 8:43 pm

        Não existe infelizmente

        Não existe infelizmente legislação para isso.

  4. Fernando R.

    10 de fevereiro de 2014 7:42 pm

    Ai, Nassif…

    Esses caras provocam a reação da polícia e se alimentam dela para obter adrenalina, compaixão e espaço midiático. É só isso. O troço é oco. Não tem nada dentro, não tem base, não tem filosofia, não tem proposta, não tem utopia, não tem sonho nenhum. Visitem as páginas deles, que são diversas. Só se fala em fuck police; against the impire (rss); não vai ter copa; e tolas quejandas. Pra quem foi a rua em décadas passadas, é vergonha alheia mesmo.

  5. Marco St.

    10 de fevereiro de 2014 7:45 pm

    Não há nada de popular nessas

    Não há nada de popular nessas manifestações. Vamos parar com isso. O trabalhador trabalha e estuda em todos os dias da semana. Não tem tempo, disposição e nem  dinheiro para se fantasiar de black bloc e apanhar da PM ou ferir e matar inocentes.

    Perdeu-se completamente a noção do ridículo.

     

     

     

     

     

     

  6. Zé edu

    10 de fevereiro de 2014 7:48 pm

    Meu Deus! Que texto

    Meu Deus! Que texto desastroso. Como  o MPL é ruim de discurso. Num momento de comoção, me solta uma nota duvidosa dessas….

    1. Leo V

      10 de fevereiro de 2014 9:56 pm

      Pois é, comoção hipócrita,  e

      Pois é, comoção hipócrita,  e política.

      Alguns mortos servem de moeda política. Outros merecem esquecimento. A essa comoção que vc se refere?

      1. zé edu

        11 de fevereiro de 2014 12:46 pm

        A comoçao hipócrita é a da

        A comoçao hipócrita é a da mídia, neh!? E a comoçao popular, não existe? O MPL não vai se tornar popular soltando notas assim. Dá a sensação que ele desvaloriza uma morte.

  7. Luís CPPrudente

    10 de fevereiro de 2014 7:57 pm

    MPL? Que troço é isto?

    O MPL está a serviço da desordem e da bagunça, também obedece direitinho o que a famiglia Marinho planeja.Por que o tal troço do MPL não protesta contra a concessionária Super Via?

    Em São Paulo, por quer o mesmo troço chamado MPL não protestou contra o governo de São Paulo e o Metrô? Além de não protestar contra o ato do Babosão que impediu o reajuste diferenciado do IPTU paulistano que beneficiaria o transporte público?

    O troço do MPL é um troço mesmo…a serviço do atraso.

  8. Jairo Coelho

    10 de fevereiro de 2014 7:59 pm

    … uma vida por poucos centavos…

    … uma vida por poucos centavos…

    Acho que ninguém que ande de ônibus no Rio lamentaria tanto ter que pagar uns centavos a mais na passagem do que o quanto deve estar se lamentando a família desse cinegrafista…

    É esse o ideal de democracia que esses manipuláveis boyzinhos, senhores de uma arrogância mimada, construída a partir de pais frouxos, fracos e inaptos em educar, buscam.
    Na falta de algo sério que lhes justifique suas próprias existências inúteis, deixam-se manipular, organizando-se sob o falso argumento de fazer justiça em nome do povo.
    Sou povo e não quero que essa gente me defenda.
    Não quero que os míseros centavos que sobram em meus bolsos tenham o custo de uma vida.
    Punição exemplar para os culpados.

  9. morallis

    10 de fevereiro de 2014 8:04 pm

    É só o começo, não tarda um

    É só o começo, não tarda um policial de “dedo mole ” ( e cabeça tambem) se encoraja

    derruba uns 4 “black blocs”, teremos um cortejo com caixões nos ombros pelas ruas..

    digo região da av.Paulista, onde fotos de Dilma/Lula e etc serão queimadas, tudo isso

    sob as lentes da “rede globo” com seus comentaristas em êxtase. Trensalão?MPL?

    Receita federal?Não! A culpa é deles ! Disse a Veja.

  10. luka

    10 de fevereiro de 2014 8:16 pm

    Pelas imagens da tv, viu-se

    Pelas imagens da tv, viu-se perfeitamente que um outro morteiro foi solto dentro da central do Brasil. 

    O mpl se deixa usar pelos black blocks ou é só cara de pau?

    Botar gente na rua é ato de grande rrsponsabilidade. Ao que parece o mpl só quer a presença do povo na rua para reforçar sua marca. 

  11. Gão

    10 de fevereiro de 2014 8:27 pm

    MPL é cúmplice

      Cansei de defender essa porcaria de MPL, ao deixarem mascarados participar dos seus atos se tornam cúmplices, eles e alguns dirigentes partidários à quem estão submetidos.

    1. Leo V

      10 de fevereiro de 2014 9:54 pm

      Ninguém é dono das ruas.
      Para

      Ninguém é dono das ruas.

      Para fazer o que vc quer já existe polícia.

      Transformar movimento social em polícia não é uma boa.

      Falam tanto do PIG mas conhecem black bloc só pelo PIG.

      Pergunte aos porfessores que estavam em greve no Rio ano passado o que eles acham ds black blocs.

    2. EJ

      11 de fevereiro de 2014 12:14 am

      Não tenha dúvida

      Não tenha dúvida, Gão. Além de cúmplices,  são movidos por interesses político-partidários de oposição ao Governo Federal. Na falta de votos, querem ver “o circo pegar fogo”,  como aliás deixam antever nas declarações aos jornais. Até uma tal candidata de si mesma, que não conseguiu registrar o seu partido anti-partidos, já disse em artigo na Folha que esperava o recrudescimento das manifestações neste ano. Com que objetivo? Para terminar, queira ou não queira o MPL, todo mascarado é bandido ou está querendo ser.

    3. Almeida

      11 de fevereiro de 2014 2:55 pm

      Que cretino você é.

      “Cansei de defender essa porcaria de MPL”

       

      É mesmo, k Gão. Você só faz aqui comentários chapa branca, a única porcaria que defende são as cagadas governistas.

  12. Julio Palmieri

    10 de fevereiro de 2014 9:21 pm

    a morte de cinegrafista irá

    a morte de cinegrafista irá acalmar os protestos, com isso a crescente que pretendiam fazer ate a copa poderá fracassar, o MPL neste manifesto está tentando impedir isso!  o MPL e um cavalo de Troia da oposição, fingi ser uma coisa até o momento certo mostra a realidade de suas intenções

    agora veremos se o governo tem a capacidade de “aproveitar” o momento de desmonstar de vez essas manifestações trairas que pretendem fazer!

  13. José X.

    10 de fevereiro de 2014 9:38 pm

    O MPL é linha auxiliar do

    O MPL é linha auxiliar do PSDB, ou então bonecos da CIA usados de acordo com as técnicas do Gene Sharp.

    Em SP eles NUNCA se manifesta/manifestaram contra os governos tucanos. NUNCA.

    Bom, a alternativa é eles serem estupidamente burros…

    1. Motta Araujo

      11 de fevereiro de 2014 12:20 am

      A Culpa do terrorismo dos

      A Culpa do terrorismo dos blac blocs é da CIA , que é tambem culpada do beijo gay na Globo.

    2. nilccemar

      11 de fevereiro de 2014 12:37 am

      É preciso desmontar a farsa

      É isso mesmo que você falou. O argumento decisivo para desmontar  a farsa deles é pô-los no seu lugar: o que fazem não é movimento social coisíssima nenhuma. Os movimentos sociais não têm representantes em outras esféras, se auto-representam. Eles nem sabem a quem representam. E quando chamados por uma autoridade executiva para negociar, não negociam nada, ao contrário dos movimentos sociais que se manifestam para forçar negociação. Eles são uns impostores no âmbito dos movimentos sociais, não merecem a credibilidade e respeito destes. São o cavalo de tróia daqui mesmo.

      1. Zanchetta

        11 de fevereiro de 2014 1:11 am

        “Os movimentos sociais não

        “Os movimentos sociais não têm representantes em outras esféras…”

        kkkkk… verdade?

    3. luccas almeida

      11 de fevereiro de 2014 12:41 am

      Em sp, todos os atos foram

      Em sp, todos os atos foram sempre deslocados ao palacio dos bandeirantes  e varios atos na casa do antigo  prefeito (no caso do kassab). você não sabe o que está falando

  14. Andre B

    10 de fevereiro de 2014 10:17 pm

    Vou desenhar para voce Leo V

    Leo, em outro blog em um debate comigo vc ‘desenhou’ o seguinte:’ Black Block não é um grupo politico é uma tática”. Então meu caro, qualquer um que vai para uma manifestação vestido de preto e ‘adere’ a tática de violencia  gratuita é black block. Ou você desenhou errado para mim, ou você está admitindo que o Black Block é um grupo politico com que tem quadros definidos e regulares. Acho melhor voce se recolher. A incoerencia de seu discurso chegou as raias da insanidade, o desespero dos vocês fascistas inconscientes (?) e inconsequentes é visivel nas últimas horas. Não fique achando que um povo maltratado por trabalho insano e educação de péssima qualidade é bobo e pode ser manipulado por facistas.

  15. peregrino

    10 de fevereiro de 2014 10:53 pm

    desisto de entender qual é a do MPL…

    principalmente porque sei muito bem que a própria PMRJ já se colocou à disposição para protegê-los nas manifestações…………………….

    os caras marcam na Candelária e depois ficam criticando a ação dos policiais em locais distantes ou justamente onde os BBs estão tocando o terror, ou seja, MPL segue fervendo a porra toda como um só ato merecedor de críticas e manifestação de revolta

     

    se continuarem nessa, estarão defendendo o vazio pelo vazio ou indo na onda desses merdas BBs cujas atitudes visam apenas emporcalhar as manifestações de cunho justo e verdadeiramente democrático

     

    se liga MPL, pois até aqui dá mostras de que ainda não percebeu quem é o dominante e quem é o dominado

  16. peregrino

    10 de fevereiro de 2014 11:01 pm

    mas acho que de repente até sei…

    parte estética, bonita e inteligente de toda esta merda vem acontecendo……………….

     

    já atuaram da mesma forma, e Diogo fez muito ao alertar e trazer ao conhecimento de todos

  17. luciano*

    10 de fevereiro de 2014 11:48 pm

    Senta o ferro nestes

    Senta o ferro nestes “manifestantes” polícia!  Sem dó.

  18. Motta Araujo

    11 de fevereiro de 2014 12:20 am

    Como é que esse Passe Livre

    Como é que esse Passe Livre ainda existe? Não recolheram?

  19. nilccemar

    11 de fevereiro de 2014 12:27 am

    A população está farta deles.

    A população está farta deles. Sabemos que os empregadores pagam as passagens de ida e volta para o trabalho, e com o bilhete único podem pagar tudo. Então, eles querem, além de tumultuar e aparecer, preservar as finanças dos empregadores, e atribuir ao Estado, ou seja, a nós, esse ônus. Não concordo. As pessoas voltam cansadas do trabalho, e querem logo chegar em casa para descansar, não serem incomadadas pelas suas infantilidades; eles que não trabalham, nem imaginam nada disso. Só falam de ônibus, e nada dos principais transportes de massas que são metrôs e trens. Estão por fora da realidade, não representam ninguém. Parecem criancinhas birrentas, lidando com coisa sérias, de adultos. Há que haver liberdade, mas com responsabilidade, e, aos direitos correspondem também deveres. Chega desse movimento sem povo. Movimento social de tucaninhos.

  20. Zanchetta

    11 de fevereiro de 2014 1:09 am

    (Sem título)

  21. 11 de fevereiro de 2014 7:17 am

    Desde as primeiras

    Desde as primeiras manifestações que falo contra este MPL.  Pra mim, não passam de um bando de irresponsáveis pessedebista! Explico…..aqui em SP, depois da bagunça dos trens…mandaram uma carta, repito…..CARTA…para Alckmin!!  Engraçado não darem o mesmo tratamento para o Haddad e os famosos 0,20 centavos!!  Viajam todos os dias como sardinhas, os trens sucateados e pagos como se novos fossem…..e mandam carta!!  Uma deferência que a administração  PT não mereceu!  No mínimo…..uma incongruência. Esses caras do MPL junto com os Blackbostas deveriam ser responsabilizados  por violarem a  ordem jurídica e atentarem contra o Estado Democrático de Direito.   Cadeia aos vândalos!!!  Nosso país não pode se tornar refém de grupos sem pauta e sem um lider com nome e rosto, caso dos BB. 

Recomendados para você

Recomendados