10 de junho de 2026

Trump admite que ataque à Venezuela foi movido pelo interesse no petróleo: “Vamos nos envolver muito”

"Temos as maiores empresas petrolíferas do mundo, as maiores, as melhores, e vamos nos envolver muito nisso", disse o presidente durante uma entrevista
Official White House Photo by Shealah Craighead

Donald Trump admitiu interesse no petróleo venezuelano e disse que empresas americanas vão se envolver.
EUA atacaram Caracas e estados venezuelanos, sequestraram Maduro e Cilia Flores para julgamento em Nova York.
Lula condenou ataques e captura na Venezuela, chamando ação de violação grave da soberania e direito internacional.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, admitiu publicamente o interesse no petróleo venezuelano neste sábado (3), em entrevista à Fox News.

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“Temos as maiores empresas petrolíferas do mundo, as maiores, as melhores, e vamos nos envolver muito nisso”, afirmou ele.

Durante a madrugada, os Estados Unidos realizaram ataques contra a capital da Venezuela, Caracas, e contra alvos nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Além da operação que vitimou civis, os Estados Unidos também sequestraram o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a primeira-dama, Cilia Flores, que serão julgados em Nova York pelos crimes de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos explosivos, além de conspiração para posse dessas armas.

“Eles enfrentarão toda a severidade da justiça americana em solo americano, em tribunais americanos”, declarou a procuradora-geral norte-americana, Pam Bondi.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou os bombardeios realizados em território venezuelano e a captura do presidente do país, classificando os episódios como uma violação grave da soberania nacional e um precedente perigoso para a ordem internacional. Em posicionamento divulgado neste sábado (3) nas redes sociais, o chefe de Estado afirmou que as ações ultrapassam “uma linha inaceitável” e representam uma afronta direta ao direito internacional.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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2 Comentários
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  1. Fabio de Oliveira Ribeiro

    3 de janeiro de 2026 2:00 pm

    A agressão militar terrorista dos EUA é uma tragédia que provocará uma guerra civil na Venezuela. Mas Lula pode e deve aproveitar a janela de oportunidade que o crime de Donald Trump abriu para o Brasil. O governo brasileiro deve imediatamente se retirar do Acordo de Proliferação de Armas Nucleares e firmar uma parceria internacional para fabricar bombas atômicas brasileiras. O acordo pode ser proposto a Macron, sendo provável a recusa da França o Brasil ficaria livre para celebrar acordo com a Rússia.

    1. ULISSES

      3 de janeiro de 2026 4:58 pm

      Que adianta desenvolver uma bomba atômica se, quem vai manipulala será as nossas”forças armadas”? Se o exército de Maduro não deu um tiro, é que provavelmente se vendeu aos EUA. As nossas forças armadas golpistas vão ganir e levantar o rabo pro norte com as malas e passagens para Miami, entregar a cabeça do Lula e louvar o bolsonarista de plantão

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