5 de junho de 2026

Lula condena ataques à Venezuela e alerta para risco à estabilidade internacional

Chefe de Estado afirmou que as ações ultrapassam “uma linha inaceitável” e representam uma afronta direta ao direito internacional
Foto de Ricardo Stuckert / PR

Lula condena bombardeios e captura do presidente venezuelano, afirmando violação grave da soberania nacional.
Presidente alerta que uso da força fere o direito internacional e ameaça estabilidade global e multilateralismo.
Brasil defende solução pacífica, pede resposta da ONU e se dispõe a promover diálogo e cooperação diplomática.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) condenou os bombardeios realizados em território venezuelano e a captura do presidente do país, classificando os episódios como uma violação grave da soberania nacional e um precedente perigoso para a ordem internacional. Em posicionamento divulgado neste sábado (3) nas redes sociais, o chefe de Estado afirmou que as ações ultrapassam “uma linha inaceitável” e representam uma afronta direta ao direito internacional.

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Segundo o texto, o uso da força contra outros países, em desrespeito às normas internacionais, contribui para um cenário global marcado por violência, instabilidade e enfraquecimento do multilateralismo, abrindo espaço para a chamada “lei do mais forte” nas relações entre Estados.

Lula destacou que a condenação é coerente com a postura histórica do Brasil em crises recentes em diferentes regiões do mundo, nas quais o país tem defendido a solução pacífica de controvérsias e rejeitado intervenções militares unilaterais.

A nota também afirma que os acontecimentos remetem a períodos críticos de interferência externa na política da América Latina e do Caribe e colocam em risco o compromisso de preservação da região como uma zona de paz.

Ainda de acordo com o posicionamento do presidente brasileiro, a comunidade internacional deve responder de forma firme ao episódio por meio da Organização das Nações Unidas. Lula reiterou que condena os ataques e se mantém disponível para atuar na promoção do diálogo, da cooperação e de soluções diplomáticas para a crise.

Leia o posicionamento do presidente na íntegra:

Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.

Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.

A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.

A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.

A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

7 Comentários
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  1. Anônimo

    3 de janeiro de 2026 10:30 am

    Quando o Brasil vai denunciar os tratados que assinou de não proliferação de ARMAS NUCLEARES e construir NOSSA BOMBA ATÔMICA. Notinhas indignadas não param os USA.

  2. Paulo Dantas

    3 de janeiro de 2026 10:34 am

    Decisão certa.

    Maduro é “mau defunto” não acenderia vela mas não se faz o que dá na telha.

    Os europeus parecem que p31d@4@∆∆.

    Seu Maduro terá direito a “devogado” em NY ? Quem será ?

    Amanhã um Delta Team tira uma certa pessoa da cadeia no DF, que fazer ?

  3. Edivaldo Dias de Oliveira

    3 de janeiro de 2026 11:55 am

    A luz das últimas informações sobre o ataque contra a Venezuela. 1 – A mim parece que se trata de uma ação de tipo novo, um rapto, um sequestro, em que o autor da ação deve solicitar um resgate, como ocorre com qualquer sequestro. Nesse caso específico o resgate deve ser a entrega do governo a uma junta provisória nomeada/indicada pelo sequestrador, até que seja realizada novas eleições sem representantes dos sequestrados. 2 – Uma outra avaliação é a de que sequestrando o chefe do governo, o mesmo caia como um castelo de cartas, o que até agora não aconteceu, embora ainda seja muito cedo para cravar essa avaliação. 3 – As reações até agora, são espantos amente de silencio, salvo exceções como Rússia, Irã, Cuba, Brasil e Colombia, a China sumiu, ninguém sabe, ninguém viu e é uma grande compradora de petróleo de lá, inclusive com pagamento adiantado. Provável que o BRICS presidido pela Índia não se posicione nem chame qualquer reunião para tratar do tema, uma pena, pois há membros sob ameaça. 4 – O Sec. Geral da ONU deveria renunciar imediatamente. Aliás, nunca entendi, ou só agora começo a entender porque colocam representantes de países insignificantes para presidir. Quem deveria estar a frente deveria ser os membro do Conselho de Segurança em sistema de rodízio.

  4. jucemir rodrigues da silva

    3 de janeiro de 2026 1:32 pm

    Segue comentário feito alhures.
    ………………….
    Lula, lembremos suas três ações que politicamente enfraqueceram a posição de Nicolás Maduro:
    – veto à entrada da Venezuela no BRICS;
    – questionamento das eleições;e
    – emprestar legitimidade à agressão imperialista de Trump ao se arvorar a mediador.

    Lula, bote sua barba de molho.
    Se Donny Trump foi capaz de invadir a Venezuela e seqüestrar seu presidente, imagine o que não poderá fazer para interferir nas eleições deste ano aqui em Pindorama?
    Se liga na parada e pega visão: o senhor não controla nem as Forças Armadas de Pindorama – pró-americanas desde 1945 – , das quais é constitucionalmente o Comandante Supremo.

  5. jucemir rodrigues da silva

    3 de janeiro de 2026 2:11 pm

    Repito comentário.
    ………………….
    Lula, lembremos suas três ações que politicamente enfraqueceram a posição de Nicolás Maduro:
    – veto à entrada da Venezuela no BRICS;
    – questionamento das eleições;e
    – emprestar legitimidade à agressão imperialista de Trump ao se arvorar a mediador de um conflito inventado na Casa Branca.
    Lula, bote sua barba de molho.
    Se Donny Trump foi capaz de invadir a Venezuela e seqüestrar seu presidente, imagine o que não poderá fazer para interferir nas eleições deste ano aqui em Pindorama?
    Se liga na parada e pega visão: o senhor não controla nem as Forças Armadas de Pindorama – pró-americanas desde 1945 – , das quais é constitucionalmente o Comandante Supremo.
    ………………….

  6. Bruno Payolla

    3 de janeiro de 2026 7:31 pm

    Quem bombardeou a Venezuela? Na nota do Presidente Lula, faltou o sujeito da ação!

  7. Carlos

    4 de janeiro de 2026 10:30 am

    Comentei em outro artigo que a passividade/covardia das nações ante o genocídio promovido em Gaza, mesmo no auge da barbárie, deram tranquilidade a trump de fazer da América do Sul o seu prostibulo. Agora é só escolher as melhores prostitutas e se apossar na marra.
    E cá pra nós; a Venezuela é a joia do prostibulo!
    Quanto a reação do mundo, a fala do chanceler alemão já diz tudo: “Chanceler da Alemanha diz que análise legal da operação dos EUA na Venezuela levará tempo, pede transição baseada em eleições.”
    Ou seja, já normalizado o ato terrorista dos eua. Agora é esperar se as reações serão as mesmas se/quando a China invadir Taiwan ou a Rússia parar de ir devagar e usar o poderio militar contra a Ucrânia, aprisionando e julgando as lideranças destes paises em ambos os casos.

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