5 de junho de 2026

Rússia manifesta preocupação por agressão dos EUA

O documento afirma ainda que a Venezuela tem o direito de decidir seu próprio destino sem interferência externa, especialmente militar
Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores Rússia, e Donald Trump - Divulgação

Rússia condena ação militar dos EUA na Venezuela, classificando-a como ato de agressão armada contra Caracas e estados vizinhos.
Moscou reafirma apoio ao governo venezuelano e alerta para riscos de escalada regional na América Latina.
Embaixada russa em Caracas segue ativa e não há relatos de russos feridos na atual situação.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia expressou profunda preocupação e condenou veementemente a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, classificada por Moscou como um “ato de agressão armada”. O comunicado, divulgado após relatos de bombardeios em Caracas e em vários estados venezuelanos, ressaltou que os argumentos usados por Washington para justificar essas ações são infundados e refletem mais hostilidade ideológica do que pragmatismo ou respeito às relações internacionais.

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Segundo o texto oficial, a Rússia reafirma seu apoio sem reservas ao governo da Venezuela, com o qual mantém uma aliança estratégica de alto nível, e alerta para os riscos de uma escalada regional decorrente dos ataques. Moscou também enfatizou que a América Latina deve permanecer uma “zona de paz”, conforme comprometimento assumido pela Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos.

O documento afirma ainda que a Venezuela tem o direito de decidir seu próprio destino sem interferência externa, especialmente militar, e faz um apelo para que as partes envolvidas busquem soluções por meio do diálogo, evitando uma intensificação dos confrontos.

Por fim, o governo russo informou que sua embaixada em Caracas continua funcionando e está em constante contato com as autoridades venezuelanas e a comunidade russa no país, e que até o momento não há notícias de cidadãos russos feridos na atual situação.

Com informações da TeleSur

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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  1. Fábio de Oliveira Ribeiro

    3 de janeiro de 2026 10:02 am

    A facilidade com que helicópteros penetraram no espaço aéreo venezuelano sem ser detectados e puderam barbarizar impunemente Caracas é surpreendente. Isso não seria possível sem algum tipo de apoio (ou inação coordenada) das Forças Armadas da Venezuela.

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