21 de maio de 2026

O imprevisível chegou e a bola está com Lula, por Luís Nassif

A bola está com Lula, não fosse por suas virtudes, mas pela relevante razão de que somos um país de analfabetos disfuncionais
Lula e Maduro por Marcelo Camargo-Agência Brasil

Invasão dos EUA à Venezuela e sequestro do presidente agravam instabilidade e ameaçam soberania na América Latina.
Brasil enfrenta divisão interna, crime organizado no Congresso e ataques ao STF, dificultando governabilidade.
Lula é visto como único fator de coesão, mas precisa traçar projeto nacional para superar crise e polarização.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A invasão da Venezuela e o sequestro do seu presidente pelos Estados Unidos, joga definitivamente a América Latina na mais profunda imprevisibilidade.

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Os sonhos brasileiros, de uma potência soberana e desenvolvida, passam a ser profundamente ameaçados.

Os elementos para o grande salto estavam aí:

  1. Reservas estratégicas de terras raras.
  2. Abundância de energia verde.
  3. Uma boa base científico-tecnológica.
  4. A parceria potencial com a China e com os BRICS, abrindo as perspectivas de uma cooperação proveitosa.
  5. A liderança do Sul Global, abrindo enormes possibilidades geopolíticas para o país.

Tudo isso é passado. A invasão da Venezuela marca definitivamente o fim da autonomia das nações, da mediação dos organismos multilaterais, das negociações como saída para os conflitos.

A história está repleta de exemplos, a Pax Romana, a Espanha dos Habsburgo sobre a América Latina, a Guerra dos Ópios, do Império Britânico contra a China, as sucessivas invasões norte-americanos no pós-guerra.

O padrão é sempre o mesmo.

  1. Ascensão econômica
  2. Supremacia militar
  3. Narrativa moral (“civilizar”, “libertar”, “defender”)
  4. Uso seletivo da força
  5. Declínio quando o custo supera o benefício

Entra-se na nova quadra com o Brasil partido ao meio. 

  • De um lado, tendo de enfrentar seus demônios internos: a invasão do mercado e do Congresso pelo crime organizado.
  • Os problemas de governabilidade trazidos pelos apropriação do Congresso pelo crime organizado.
  • A ofensiva contra o Supremo Tribunal Federal, facilitada pela falta de um código de conduta no órgão.
  • Uma mídia sem a menor noção do que seja interesse nacional, sem uma bússola sequer, resultando em uma cobertura caótica e sem discernimento.

O único fator de coesão no país continua sendo Lula, mas sem o reforço de qualquer plano de desenvolvimento sólido, sem qualquer perspectiva de futuro, para propor o grande pacto nacional.

Todos os gestos passivos foram tentados para o grande pacto. Tem-se um governo claramente de centro, respeitador das instituições, empenhado em reconstruir as bases do Estado nacional, atuante nas questões de soberania, quando afrontada pelas ameaças de Trump, e ousando políticas sociais básicas.

Fosse um país minimamente informado, Lula representaria a tal terceira via, que a imprensa vive apregoando e ninguém sabe, ninguém viu. Mas é vítima de um preconceito social típico de republiquetas latino-americanas. Ironiza-se muito o pensamento primário das bancadas bbb (boi, Bíblia e bala), mas o veículo que deveria ser o instrumento dos grandes temas nacionais – a mídia corporativa – compartilha do mesmo primarismo.

E esse primarismo contamina todos os setores da vida nacional. Não existem mais lideranças industriais, comerciais, bancárias, de pequenas e micro empresas. Apenas uma enorme balbúrdia em torno do que é ou não é gastança.

A bola está com Lula, não fosse por suas virtudes, mas pela relevante razão de que somos um país de analfabetos disfuncionais, com cada qual querendo levar seu quinhão sem a menor noção sobre o conjunto.

Lula tem que pensar seu plano de metas, seu New Deal. Anos atrás, no dia do AVC de dona Marise, participei de um evento com Lula. Fiz minha palestra, joguei um monte de provocações para Lula. E o discurso que ele fez continha todos os elementos de um projeto de país: abordava todos os temas relevantes para o país (educação, inovação, integração econômica, saúde) com a linguagem acessível ao cidadão comum. Comentei com um colega que apenas uma bala pararia Lula (parafraseando um dito comum nos tempos de Muhammad Ali).

Depois disso houve a prisão, a volta gloriosa, a administração política de um país partido ao meio. E o veneno bolsonarista espalhado por todos os poros da Nação.

Mas é hora de Lula dar-se conta da necessidade de traçar um projeto que aponte o futuro. Os bons indicadores de 2025 não bastam. Ele tem que colocar o país para pensar o que queremos ser, da mesma maneira que JK com o Plano de Metas e Roosevelt com o New Deal.

Leia também:

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

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21 Comentários
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  1. Jo lima

    3 de janeiro de 2026 11:53 am

    Pedir a Lula que vire JK é como pedir ao goleiro Cássio, hoje, que ele se torne um centroavante de valor.

    1. Henrique

      4 de janeiro de 2026 10:12 am

      Nassif, a invasão da Venezuela mostrou os limites da diplomacia brasileira e de Lula. Precisamos de um novo modelo. Vamos começar lendo Sérgio Amadeu da Silveira.

  2. AMBAR

    3 de janeiro de 2026 11:56 am

    Projetos para o país Lula os tem desde os tempos em que era sindicalista. Tentativas para implementá-los ele as tem feito desde seu primeiro mandato. Uma coisa é planejar, outra coisa é poder desenvolver o que se planeja. Lula é bom, Lula é povo, só que o povo não é por Lula. Aqui o forte responde por todos os fracos que domina.
    Se Lula tivesse apoiado a entrada da Venezuela para os BRICS, talvez essa invasão não tivesse acontecido. Ele teve medo ou foi avisado antes. Não quis antecipar os riscos.
    Agora, com ou sem BRICS, Lula poderá ser o próximo a ser “removido” ou “neutralizado”, já que tudo o que tentaram contra ele não deu certo.
    Nós, enquanto povo devemos arrumar o nosso kit sobrevivência para os tempos vindouros e, principalmente, esquecer a política.
    E pensar que o bananinha foi aos isteites buscar essa maravilhosa invasão para o nosso território…Viva o mito! na cadeia, se o tempo não virar por aqui.

  3. fabricio coyote

    3 de janeiro de 2026 1:42 pm

    a invasão se deu justamente pelo silêncio de lula. as agressões ao arrepio de direitos básicos humanos, com as chacinas a tripulantes de barcos e sequestros de navios, sem o due process of law, já minaram qualquer veleidade. e nossa imprensa sempre apregoou a hegemonia estadunidense, ou o filhote de ditadura de roberto marinho não chorou na entrega de um emmy, seja lá o que isso for . e agora a icónica foto de Eleonora Roosevelt segurando a Declaração dos Direitos Humanos foi pichada por trump com sangue latino. já não temos soberania. como disse lula, pintou uma petroquímica.

  4. jucemir rodrigues da silva

    3 de janeiro de 2026 2:16 pm

    Mais uma vez, repito comentário.
    ………………….
    Lula, lembremos suas três ações que politicamente enfraqueceram a posição de Nicolás Maduro:
    – veto à entrada da Venezuela no BRICS;
    – questionamento das eleições;e
    – emprestar legitimidade à agressão imperialista de Trump ao se arvorar a mediador de um conflito inventado na Casa Branca.
    Lula, bote sua barba de molho.
    Se Donny Trump foi capaz de invadir a Venezuela e seqüestrar seu presidente, imagine o que não poderá fazer para interferir nas eleições deste ano aqui em Pindorama?
    Se liga na parada e pega visão: o senhor não controla nem as Forças Armadas de Pindorama – pró-americanas desde 1945 – , das quais é constitucionalmente o Comandante Supremo.
    ………………….
    E acrescento previsão.
    Neste ano de 2026, a Administração Lula III girará inda mais pra direita.
    Também na política externa, o hibridismo altmaniano se confirmará…

    1. Vinicius

      3 de janeiro de 2026 8:04 pm

      Nada muda o fato de que Nicolas Maduro era um ditador. Por pior que seja o ataque norte-americano à Venezuela, Maduro facilitou a narrativa dos EUA ao não reconhecer sua derrota eleitoral, uma indignidade sem tamanho. Custava entregar o poder à oposição? Qual o problema? Quando Bolsonaro venceu no Brasil, os derrotados reconheceram o resultado e o país encarou a gestão desastrosa feita por ele. Sobrevivemos. Veio uma nova eleição e a população o rejeitou. É assim que funciona. Por isso, acho exagerado querer comparar a Venezuela com o Brasil como se uma intervenção aqui pudesse ser facilmente justificada. O Brasil aceita as regras básicas da democracia. O regime chavista, não.

      1. José Machado

        4 de janeiro de 2026 12:43 pm

        Os golpistas do Brasil, que não aceitam democracia, querem mais golpes.
        Seja impeachment, seja golpe de Estado via forças armadas. Até intervenção estrangeira.
        Não aceitam a Democracia, pois só tem a oferecer pobreza e miséria para a população.
        Já Lula, só tem a oferecer para o povo brasileiro o melhor; Lula só pensa no melhor para todos.
        Nosso melhor governante.
        E a população corre para Lula. Ora, e não está certa? Não é voto? Então vota no melhor.
        Quem oferece as melhores condições. Sendo perseguido como é pela elite rica e sua mídia comprada.
        Vai votar em rico privatizador, agiota, mentiroso. Que xinga os outros de ladrão?

  5. Cidadão sem cidadania

    3 de janeiro de 2026 3:24 pm

    Lula não fará nada , nunca foi um estadista, nosso país está sendo fatiado, os EUA estão levando minérios, a china vai quebrar o agro através da taxação e levando um colapso cambial e depois irá comprar tudo baratinho, assim como fez com pré sal , minérios , a entrada em mega projetos através da quebradeira da engenharia pesada brasileira , que só foi possível porque Dilma deixou a lava jato quebrar as empresas, lembrete, Renan Calheiros foi claro na entrevista dada ao ggn , Dilma quis porque quis mudar as leis para a lava jato funcionar e funcionou, quebrou tudo e os chineses compraram tudo baratinho , depois Dilma começou a doação do pré sal e a china comprou baratinho , a china é um país imperialista sim , assim como o EUA , nosso país está sendo fatiado uma parte prós EUA e outra pra china , lula , vai fazer o que sempre fez ou seja , discurso, agora imagina a crise migratória causa pela invasão da Venezuela, onde lula vai colocar 10 a 15 milhões de venezuelanos , lula faz parte do problema, e a esquerda insiste em querer não ver que lula foi criado pelo sni para não aparecer um nacionalista, a direita aplaude a invasão e a esquerda reclama .onde Dilma está hoje?

    1. AMBAR

      3 de janeiro de 2026 6:28 pm

      Cidadão, só tem um cabra que pensa assim como você: Rui Costa Pimenta. Dizer que Dilma, deliberadamente deixou a lava-jato quebrar as empresas de construção civil é ser, mais que mesquinho, perverso. A Dilma teve, como pessoa íntegra que é, o objetivo único de moralizar a política nacional através de meios legais que permitissem alcançar os criminosos de colarinho branco. Você entende a conspiração e A traição que a Dilma e o Lula sofreram, como se eles fossem, em vez de vítimas, co-partícipes. Inqualificável o seu entendimento. No mais, talvez v. tivesse preferido que os americanos tivessem comprado o pré-sal, e espera que o Lula, assim como o Trump, expulse os venezuelanos do Brasil e feche as fronteiras para a entrada dos que tentem migrar para cá. Agora me diga, Lula criado pelo SNI é pra rir. Você delira forte. Sobre a Dilma, ela está onde está pelos próprios méritos e você, enquanto fã da meritocracia, deveria estar contente, eis que o mundo também a considera competente.

      1. Cidadão sem cidadania

        5 de janeiro de 2026 1:32 pm

        Os EUA tbm compraram o pré sal baratinho, Dilma poderia tem feita primeiro uma lei de separação, da empresa e do empresário, ou seja a empresa ficaria em pé, o próprio Renan Calheiros diz isso na entrevista no ggn para o Nassif , em plena campanha do povo para melhorar o país ou seja os protestos , daí Dilma estranhamente baixa o estatuto dias guardas, e foram eles que colocaram o povo fora das ruas na periferia com um violência já mais vista , e tbm Deus poder de polícia para segurança de trem e metro ,Dilma nunca quis moralizar nada ,hoje fica claro que Dilma não mexeu um dedo para salvar as empresas, o tal colarinho branco são os bancos , pois bem quando a lava jato chegou nos bancos , daí tiraram ela , simples assim , porque Dilma ia deixar a lava jato quebrar os bancos tbm , ou seja a economia ia pro espaço de vez, não existe meritocracia em lugar nenhum do mundo real , o governo chinês aceitou uma ex presidente que tinha dado a eles o pré sal baratinho, minérios e a compra de grandes fazendas , quando a vale tentou entregar minérios com o mega navio da vale o governo chinês não aceitou porque era muito grande rsrs Dilma nem reclamou , daí passou uns meses a vale vende o mega cargueiro e quem compra baratinho, isso os chineses, hojes continuarmos uma colônia dos EUA e agora estamos sendo rachados e os chineses tbm estão levando os seus produtos , agora mesmo deu uma taxação na carne brasileira para quebrar através cotação cambial , para adivinha , comprar tudo baratinho de novo e nenhum pior do lula , vou ficar por aqui , poderia falar mais mas eu como nacionalista sei que vcs são fanáticos por pessoas e não pelo brasil.

  6. emerson57

    3 de janeiro de 2026 3:56 pm

    “Uma mídia sem a menor noção do que seja interesse nacional, sem uma bússola sequer, resultando em uma cobertura caótica e sem discernimento.”
    “mas o veículo que deveria ser o instrumento dos grandes temas nacionais – a mídia corporativa – compartilha do mesmo primarismo.”
    Concordo com quase tudo.
    Menos com as duas afirmações acima.
    Ao meu ver a MIRDIA sabe muito bem o que quer e nesse sentido suas ações.
    O PIG é a mãe de tudo de errado que acontece no Brasil.
    Eles querem o Brasil submisso e entregando “pau brasil” explorado por legião de escravos (maioria).
    Até aqui eles tem vencido e vão conseguir que o Brasil se transforme numa Venezuela, com Lula sequestrado e o território nacional entregue à poucos “Capitães do mato”.
    (esse comentário é um daqueles casos onde quem acaba de emitir opinião preferiria estar errado)

  7. Nei BASTOS

    3 de janeiro de 2026 4:03 pm

    A invasão a Venezuela é um afronte a toda Sul América. Não somos uma Nação, nem um povo. Sabe-se lá o que realmente somos. A única identidade coesa, seria uma união Sul americana. Bolivariana. Talvez. Mas os ovos originários continuam achando bonito um pedaço de espelha ou um prato com álcool pegando fogo. Como no tempo dos primeiros exploradores . Bárbaros, chamados de bandeirantes. Passado para história como heróis. Eles, fechariam o supremo com um jipe um cabo e dois soldados. Fecharam um país, e com três navios e um porta aviões. Deram três tiros e pronto. Como será quando chegar a nossa vez? Seremos entregues pelo congresso corrupto e entreguista ou evitaremos um “banho de sangue”, como justificou João Goulart. Nós rendemos e entreguemos nossas potencialidades naturais ao império ou ainda convocamos os mesmos ” novos voluntários da Pátria” para colocar na frente de batalha com a promessa da casa própria. Na Faria Lima, Paulista Viera Solto o plano de rendição já está forjado. O Brasil, precisa da coragem de se tornar uma potência Bélica mínima para postergar por um tempinho a mais mesmo destino da Venezuela. O mundo deveria reverenciar, lamento a má.l pontaria daquele atirador que acertou a orelha de Tranp.

    1. AMBAR

      3 de janeiro de 2026 6:44 pm

      Nós, os habitantes do sul global, situados nas partes pudentas da américa do norte, por vezes somos obrigados a entender que sobrevivemos pelo “favor ” dos americanos e que assim será enquanto tivermos o que ser explorado; no que passar disso, poderemos ser eliminados sem constrangimento. Entendamos portanto, quando Jânio falou de “forças ocultas”, quando Jango evitou “um banho de sangue” e quando Lula recua para também evitar “um banho de sangue” enquanto traidores da pátria e potências estrangeiras torcem para nos envolvamos em guerras lucrativas pra elas.

  8. Bel Panaro

    3 de janeiro de 2026 5:17 pm

    Meu Deus só o Senhor pra fazer este insano do Trump parar de atacar a Venezuela e depois nós de outros países…..afff

  9. Vinicius

    3 de janeiro de 2026 7:54 pm

    Lula e o PT desprezam as eleições legislativas. Eles nem sequer se esforçam para conquistar uma bancada relevante. Não é fatalidade. Nisso, a extrema direita se mostrou competente: o PL colou em Bolsonaro e elegeu uma bancada forte e barulhenta. Agora querem conquistar o Senado, o que mostra ambição e visão ampla de poder, ainda que por motivos espúrios. O Centrão já nada de braçada e a esquerda brasileira continua fingindo que o Poder Legislativo não importa, pois bastaria comprar os parlamentares com cargos e emendas. Estamos vendo bem como essa estratégia “funciona”. Como se não bastasse, Lula e o PT ignoram o valor dos bons governos estaduais para conquistar a opinião pública e apontar caminhar a partir de exemplos concretos de sucesso. Os governos estaduais do PT são ou um desastre ou irrelevantes, não conseguem entregar o básico em matéria de segurança pública, por exemplo. Em saúde e educação, não se destacam, são mais do mesmo. Desperdiçar oportunidades é a principal habilidade do atual governo brasileiro, depois de se fazer de vítima.

  10. Mário Mendonça

    3 de janeiro de 2026 8:54 pm

    Mouro, JK acabou com as ferrovias abrindo estradas a mando da indústria automobilística, e mesmo assim todo mundo omite isso, transformando ele no gênio do progresso!

  11. José Machado

    4 de janeiro de 2026 2:18 am

    A invasão americana à Venezuela é uma ameaça a toda América Latina.
    A posição política de Lula, marcará uma mudança para melhor política para a … esquerda.
    Já que a grande maioria da população brasileira é totalmente contra essa agressão americana.
    Mesmo porque colocar em risco a integridade de nosso país, aqui na vizinhança.
    Então, a direita extremista (e facista) que apoiou rapidamente a invasão perderá eleitorado.
    É a minha visão, ninguém ficará do lado de traidores, somente o núcleo da extrema direita.
    Então é uma grande oportunidade para Lula deitar e rolar em cima dessa agressão americana.
    A primeira coisa a se fazer, para firma-se politicamente, é rever o tratado de não proliferação de armas nucleares
    Agora ficou claro que o Brasil (com Lula) precisa rever seu aparato militar urgentemente.

  12. Apolo HERINGER LISBOA

    4 de janeiro de 2026 8:17 am

    Faltou algo fundamental nesse texto do Nassif: onde estão os partidos? Só nas eleições pela manutenção do poder à custa de Fundos Eleitorais, Fundos Partidários, Emendas Parlamentares e Parlamentares com estruturas individuais de nível empresarial sustentadas pelo Orçamento da República com foco nas suas reeleições e eles próprios aumentando seus salários e penduricalhos anualmente, atrelados ao Judiciário, num conluio em cascata nacional?

  13. Fábio de Oliveira Ribeiro

    4 de janeiro de 2026 10:23 am

    O que parece uma crise pode ser uma excelente oportunidade, Nassif:
    1- O Brasil pode abandonar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares e imediatamente começar a produzir bombas atômicas;
    2- Qualquer membro da família Bolsonaro que incentivar uma agressão similar contra o Brasil deve ser tratada como TRAIDOR na forma da legislação penal militar;
    3- A ruptura tecnológica entre Brasil e EUA pode ser acelerada;
    4- O BRICS pode se transformar de organização multilateral comercial em Acordo Militar de Defesa Mútua.
    Esses são apenas 4 coisas que pode ser feitas em razãod a janela de oportunidades criada por Donald Trump.

  14. Marcio Santos

    4 de janeiro de 2026 6:08 pm

    Cara, eu acredito que isso do Trump invadir a Venezuela, só se concretizou porque impediram a Venezuela de entrar no BRICS. Se tivessem permitido, acredito que isso do sequestro do Maduro não teria acontecido…

  15. angelaneves

    7 de janeiro de 2026 8:14 am

    Não com esse povinho que nos somos, pratica comum e, a grama do vizinho e sempre mais verde que a nossa!!!!

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