7 de junho de 2026

Quando o Estado se associou ao crime para fins geopolíticos

Whitney Webb, em seu livro, mostra que Epstein era o produtor final de uma rede mundial de crime e espionagem

Livro de Whitney Webb revela rede global de crime, espionagem e bilionários ligada a escândalos sexuais e políticos.
Rede envolve agências como CIA, M16 e Mossad, tráfico de armas, drogas e pessoas, além de golpes e insurreições.
Epstein é apenas gestor de dossiês em sistema que une máfias, inteligência, finanças e política desde a Segunda Guerra.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Recebo de José Arbex Jr a indicação do livro “One Nation Under Blackmail “ (Uma Nação Sob Chantagem) da jornalista Whitney Webb, mostrando os aspectos sexuais do escândalo, mas identificando uma rede mundial juntando capital, agências de espionagem (CIA, M16, Mossad), crime organizado (italianos, judaicos, irlandeses etc.), bilionários e personalidades políticas mundiais.

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Em podcasts nos EUA, a autora tem alertado que, mais relevante que os escândalos de pedofilia, é a identificação de uma rede mundial de crime e espionagem, que movimenta centenas de bilhões de dólares em tráfico de armas, drogas, pessoas e promove insurreições e golpes de estado.

Whitney Webb constrói uma história estrutural, não um “true crime”. Jeffrey Epstein aparece como produto final de um ecossistema que vem sendo montado desde a Segunda Guerra:

  • Aliança Estado–crime organizado: a partir da Operation Underworld, a cooperação entre inteligência dos EUA (ONI/OSS, depois CIA) e máfias se torna política de Estado, não exceção .
  • Blackmail como tecnologia de poder: sexo, drogas e dinheiro não são desvios morais — são ferramentas operacionais para controle político, empresarial e midiático .
  • Bancos, offshore e drogas: o livro mostra como o narcotráfico alimenta liquidez bancária, inclusive em momentos de crise sistêmica, e como isso se conecta ao crescimento do sistema financeiro offshore .
  • Epstein não era “o cérebro”: ele funciona como gestor de dossiês, protegido por redes que atravessam inteligência, finanças, lobby e grandes fortunas — daí a blindagem judicial recorrente.
  • Mídia e silêncio seletivo: quando as conexões chegam perto de instituições “respeitáveis”, o interesse jornalístico evapora. 

Porque o modelo descrito no livro ajuda a explicar escândalos financeiros blindados, a apatia institucional diante de crimes de colarinho branco e o uso recorrente de “moralismo” como cortina de fumaça para disputas de poder.

A montagem da estrutura

A autora remonta aos anos da Lei Seca para reconstruir a trajetória dessa rede.

Os arquitetos históricos 

  • Charles Lucky Luciano, o mafioso fundador do modelo, 
  • Meyer Lansky, engenheiro financeiro do crime, 
  • Frank Costello, operador político.

A fusão crime-inteligência 

  • William Donovan, que criou a OSS (embrião da CIA), definindo o pacto com mafiosos como método legítimo. 
  • Sidney Gottlieb, o laboratório mental do sistema de chantagens.
  • George White, operador de campo, montando a Operation Midnight Climax,  um subprograma secreto do projeto MK-Ultra da CIA, ativo principalmente nos anos 1950–60. Seu objetivo: testar técnicas de controle e extração de informação combinando drogas psicoativas, ambientes sexualizados e observação clandestina — tudo sem consentimento dos alvos.

O eixo financeiro-offshore

  • Paul Halliwell, criando bancos, seguradoras e empresas de fachada para operações da CIA e do crime. Foi a base para a criação do Epstein financeiro, ao lado do empresário especializado em investimentos.
  • Miami National Bank, canal de lavagem de dinheiro.

O lobby político permanente

  • Ray Cohn, especialista em chantagem, dossiês, proteção seletiva. Modelo direto do método Epstein.
  • J Edgar Hoover, chefe do FBI e apresentado como refém do sistema, chantageado.

Eixo Israel-inteligência-negócios

Robert Maxwell, elo entre a inteligência israelense, mídia e finanças. Pai de Ghislaine, a principal operadora de Epstein.

Mossad, parceiro estrutural, mas não o único. Uso de chantagem sexual como ferramenta geopolítica.

O caso Epstein

O livro não é sobre Epstein. Ele entra como estudo de caso de um sistema centenário.

Leia também:

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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18 Comentários
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  1. Antonio Uchoa Neto

    3 de fevereiro de 2026 12:58 pm

    Há anos eu venho dizendo que os verdadeiros Pais Fundadores dos Estados Unidos são os Robber Barons do século XIX. E ainda vai ter gente dizendo que isso é tudo Teoria da Conspiração. E mais, vai ter gente dizendo que Stanley Kubrick não morreu, está vivo e dirigindo essa pornochanchada trágica chamada Estados Unidos da América do Norte.

  2. Rui Ribeiro

    3 de fevereiro de 2026 1:44 pm

    Em vez de estudar o produto, a jornalista dissecou o processo.

    O Epstein não era amigo do Trump, ele era meu amigo. Vdd esse bilete.

  3. Marcus

    3 de fevereiro de 2026 3:47 pm

    Acho que há elementos suficientes para uma reportagem com a mesma temática, relatando acontecimentos semelhantes no Brasil, e com toda a aparência dos esquemas sujos utilizados pelos EUA em sua política interna e exterior.

  4. Paulo Dantas

    3 de fevereiro de 2026 8:29 pm

    Inteligência , principalmente externa joga sujo mesmo.

  5. APFripp

    4 de fevereiro de 2026 12:04 am

    Mudando de assunto, mas tangenciando o artigo, Trump tem “combatido” os carteis das drogas. Pergunto : não tem cartel nos EUA? Como toneladas de droga chegam aos EU e são distribuídas sem uma organização? Se alguém souber, agradeço.

    1. Antonio Uchoa Neto

      4 de fevereiro de 2026 11:53 am

      A CIA e o FBI. Com isso, geram receita para operações secretas, que não passam pelo crivo do Congresso.

  6. Fábio de Oliveira Ribeiro

    8 de fevereiro de 2026 8:44 am

    Essa associação das instituições com crime parece menos inspirada na tradição constitucional, baseada na oposição lícito x ilícito, legalidade x ilegalidade, do que na crença schmittiana de que a oposição mais importante é aquela que deve ser feita entre amigo x inimigo. Num Estado democrático de Direito, a fórmula schmittiana não deveria ter lugar porque mesmo o inimigo de alguém (ou de uma autoridade) tem direitos que devem ser respeitados. A legalidade e licitude da conduta das pessoas não são coisas a serem aferidas de acordo com as preferências políticas, ideológicas ou religiosas de quem está em posição de tomar decisões administrativas ou julgar lides.
    No limite, é meu amigo todo aquele que age de maneira legal e lícita. Inimigo do estado são apenas aqueles que cometem ilegalidades e ilícitos, condutas que não deveriam ser (mas infelizmente são) toleradas e mesmo encorajadas num contexto político tóxico influenciado pela deformação constitucional criada por Schmitt.
    Todavia, nos EUA essa associação entre legalidade e ilegalidade e a tolerância do ilícito como se ele fosse lícito se tornou um lugar comum. Ele faz parte da cultura e foi inclusive valorizado pela cinematografia. Cito aqui apenas três exemplos:
    1- Balas contra a Gestapo (1942): a vida tranquila de um pequeno grupo de mafiosos do Brooklin, chefiados por Gloves, toma um rumo inesperado quando um padeiro é assassinado. Eles se envolvem num grande complô gerido por nazistas dentro de Nova Iorque.
    2- Anjo do Mal (1953): o batedor de carteira Skip McCoy rouba a bolsa de uma mulher no metrô, sem saber que dentro dela está um microfilme com segredos de governo que seriam usados por uma perigosa célula comunista. Ele passa, então, a ser perseguido pela vítima do roubo e por agentes.
    3- Triplo X (2002): um atleta de esportes extremos, famoso por suas acrobacias que desafiam a legalidade e a morte, é convencido de que pode ter sucesso em ações que espiões convencionais falharam. Xander é recrutado pelo agente Gibbons para se tornar um tipo diferente de agente secreto.
    Outros filmes poderiam ser citados aqui, mas esses três cobrem um período razoável de tempo. E todos eles partem do mesmo pressuposto que aquele comantado por Luis Nassif, o de que as instituições de um Estado democrático de Direito pode tolerar e até premiar bandidos desde que eles possam desempenhar algum papel político relevante de acordo com os interesses de quem exerce o poder.
    Não é possível modificar uma cultura tóxica que segue sendo reforçada pelo cinema. O padrão de conduta das autoridades norte-americanas comentado por Luis Nassif (e sacralizado pelos filmes) não será interrompido. Países estrangeiros que se relacionam com os EUA não devem nunca cometer o erro de deixar sua legalidade ser comprometida por criminosos recrutados pelos norte-americanos. Eles sempre fizeram e continuarão a fazer isso no futuro, dentro e fora dos EUA.

  7. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:21 pm

    [ 1 ] – KUBRICK É O GANCHO – Dizem que foi Gustav Le Bon quem primeiro estudou cientificamente o comportamento da multidão. Em “Psicologia das Massas (1895), ele escreveu : “A ilusão resulta ser mais importante da realidade … a primeira sugestão formulada se impõe por contágio estabelecendo um orientamento … a multidão pensa por imagens e essas imagens sucedem-se evocando outras sem ligação lógica entre si…” (bolsonaro exibe a caneta “Bic”, recebe ministros no Planalto de chinelo, veste verde-amarelo, bate continência à bandeira dos EUA, reza ao lado de evangélicos …). Dos estudos do Le Bon chega-se à propaganda do partito nazista (jair adotou o mote nazista) e sucessivamente à manipulação emotiva e subliminar através do entretenimento : a United States Information Agency, USIA, foi fundada em 1953 com a finalidade declarada de influenciar atitudes e opiniões na multidão. Até 1999 USIA foi colegamento entre Hollywood, Pentágono e Washington incluindo a indústria audiovisiva e foi o maior aparato de false flag fake jamais realizado na história humana. Alvin Snyder, ex diretor do setor cinematográfico e televisivo, lembra nas suas memórias publicadas em 1995, que a Casa Branca administrava o maior aparato de relações públicas jamais visto antes, com uma folha de pagamento com mais de 10.000 pessoas em 150 países para difundir o falso em 70 línguas.

  8. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:22 pm

    [ 2 ] – No extenso panorama hollywoodiano e de entretenimento impregnado de propaganda explícita e mensagem subliminar, o genial Kubrick, dizem, foi uma anomalia. Orson Wells também foi. Wells, forte da fama conquistada com um escândalo radiofônico, tomou de mira o maior magnata da editoria do seu tempo e realizou um filme com o protagonista modelado à imagem dele. O magnata não curtiu e destruiu-lhe a carreira. – A critica cinematográfica reconhece Kubrick como o único que usou guerra, ficção científica, suspense e horror, para tratar de um único tema : um sistema de poder como entidade invisível e onipresente, penetrante, dominante e sobrestante aos homens sem vulto que o exercitam.

  9. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:26 pm

    [ 3 ] – No vertice de uma rede civil militar internacional especializada em engenharia social está o combo anglo-americano-sionista (mix de satanismo e corrupção depravada) empenhado numa guerra contra o mundo : aniquilar não somente corpos, mas também a dignidade humana e reduzi-la em escória, reescrever valores impondo o pensamento único que não admite objeções, escardear a identidade biológica e cognitiva ainda no início da vida, começando do nascimento com a circuncisão vacinal como imprinting fisiológico de uma teocrazia de poder cientista acima de qualquer governo; formar multidões indistintas, incapazes de perceber a perda da propria identidade e humanidade, transformadas em terminal de aparelhos digitais com memória virtual de vidas não vividas, sem história, amorais, sem caráter, privadas até da propriedade como previsto na Agenda 2030 do WEF (os bolcheviques não ousaram tanto).

  10. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:28 pm

    [ 4 ] – O eurodeputado holandes, Marcel De Graff desabafou : ”tem alguma coisa de profundamente errado dentro de organizações, governos e instituições internacionais, quando perseguem e promovem a legalização do sexo com crianças e entre crianças. A União Europeia financia com milhões de Euros a exibição de travestis e trangender nos jardim da infância. A ONU publicou o “International Tecnical Guidance on Sexuality Education”, de parceria com a Organização Mundial da Saúde (do famigerado Bill Gates) para instruir nas escolas primárias do mundo inteiro o ensino da masturbação, motivar e orientar crianças e jovens ao recurso “propedeutico“ da pornografia e distribue cartazes para encorajar crianças ao ato sexual com os colegas de classe (na página 16 instrue modalidades de ato sexual, na página 17 os autores asseguram que aquele guia é destinado a ajudar as crianças a instaurarem amizade de modo romântico e sensual, na pagina 71 estão as instruções para o corpo docente de como ensinar crianças a beijar, tocar-se, etc.. (fonte : acessar — http://www.kla.tv — e digitar “pedofilia”)

  11. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:30 pm

    [ 5 ] – Lista parcial da rede civil / militar internacional especializada em engenharia social : o Boston College colabora com a Força Aérea dos EUA, a Universidade do Massachussets Lowell com o Exército, a Tufts University otimiza o rendimento fisico e cognitivo de militares, o MIT é ele mesmo uma empresa belica, a Columbia e a Brown desenvolvem o sistema de engenharia DARPA, Princeton produz hardware, Dartmouth e Pennsylvania trabalham na inteligência artificial, Stanford desenvolve tecnologia para guerra quimica, Harvard cuida do material didatico e recursos humanos para a indústria belica e foi quem produziu a bomba napalm usada na Coreia, Vietnam, etc., a John Hopkins realiza instrumentos para avaliar a capacidade ofensiva em batalhas, a Rand Corporation, o MIT/Sloane, o Centro Superior de Ciencias Comportamentais de Palo Alto, o Instituto de pesquisa Social da Universidade do Michigan, a Wharton School of Business da Universidade da Pennsylvania, a London School of Economics, o National Training Laboratories, o Hudson Institute, o Esalen Institute, o Instituto Nacional de Saude Mental estadunidense, o National Institute of Drug Abuse, o Office of Naval Research. O Centro de Genebra para a Política de Segurança (GCSP), o World Economic Forum e o Executive Conference Centre, a primeira escola de especialização pós-laurea que ensina modificações do comportamento para executivos : Zumbis humanoides colocados nos postos de comando das administrações públicas e das 500 maiores empresas (listadas na Forbes) — S. Moro-D. Delagnol, dois traidores da pátria e respectivas conges, foram amaestrados, conduzidos e teleguiados pela Harvard Business School).

  12. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:31 pm

    [ 6 ] – No neoglobalismo focado no interesse e necessidade da grande empresa, da alta finança e dos setores funcionais a eles com o crime organizado em posição de destaque, a grande maioria da população é supérflua (Yuval Noah Harari, do WEF, nos chamou, o povo, de “comedores inúteis”). No Brasil além de Universidades e escolas militares destaca-se o Instituto Sagres, think-tank da Rand Corporation, mentor do “Vem pra Rua” do golpe contra Dilma, do “Não vai ter Copa”, da camisa da seleção, da exclusão política e prisão do Lula, da devastação de Brasilia etc., com a “mission” de administrar o que chamam “inferno provisório” — Haddad: “A classe dominante brasileira trata o Estado como se fosse de sua propriedade”. — Estudo magistral de quanto efetivamente pesa os seriços de espionagem na compra / venda / aliciamento / controle do mundo academico (hoje alargado a todas instituições de ensino, no âmbito da engenharia social), é o de Robin W. Winks, “Cloak & Grown. Scholars in the Secret War, 1939 – 1961,” edição de 1987. —- Outro estudo importante é “The CIA on Campus : Essays on Academic Freedom and the National Security State”, 2011, autoria do Philip Zwerling, onde se aprende que somente no ano de 1977 a CIA instruia cerca de 5000 (cinco mil) academicos estadunidenses.

  13. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:33 pm

    [ 7 ] – A NASA não podia arriscar uma clamorosa humilhação diante do mundo. A URSS era a única potência capaz de rastrear e revelar o bluff. O cagaço do deepstate era grande e o bluff, se revelado, seria “forever”. O governo soviético da época estudava extenso programa comercial com os Estados Unidos e só tinha a perder em dissolver o “mito americano” como um Alka Seltzer. Além do mais o programa espacial dos soviéticos sempre esteve na frente e esse era um fato radicado na opinião pública mundial. – Dizem os históricos que não existia corrida espacial entre os dois blocos. Existia sim o controle das respectivas narrativas (no Ocidente livre o trabalhador tem dinheiro para comprar hamburguer com fritas, ovos com bacon, coca-cola, galão de leite (e fazer estoque); possue casa propria com direito a barbecue na grama dos fundos, possue carro e outros luxos, as mulheres são elegantes e bonitas ao contrário da “Cortina de Ferro” de camponeses ignorantes, “tajiques”, mulheres barbadas, corpulentas, parecidas com o Nikita Chruscev de saia, botinas, lenço na cabeça e capote pesado, sem liberdade, pouco dinheiro, muita inveja e na iminência de atacar o mundo livre).

  14. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:35 pm

    [ 8 ] – 1964, a comunidade científica duvida da factibilidade de missões lunares com homens a bordo /// 1965, início da produção do filme 2001. Bill Kaysing no seu livro “We Never Went to the Moon” listou 59 empresas que deram consultoria e assistência GRATIS (com a IBM em destaque). Kubrick emprestou o set para a NASA (sob extorção para não implicarem seu irmão mais jovem, simpatizante do Partido Comunista) e dirigiu cenas fotográficas realisticas da alunagem e dos astronautas na lua /// 1968, avant-première do filme “2001”, produto propagandistico de grande efeito para a NASA /// 1969, o homem foi à lua. — Esfumando a linha que separa a realidade da simulação, provoca-se confusa e supina aceitação. A imaginação e a vontade de crer no que se vê faz o resto. IRONIA DA SORTE: a sonda Chang’e-1 fotografou em 2007 cada metro quadrado da superfície lunar, em alta definição. Bandeiras e material deixados pelas missões Apolo devem comparecer naquelas fotos mas ignora-se qualquer declaração sobre isso. Das duas uma : A) os objetos aparecem mas os chineses não dão ponto a favor pra Casa Branca. B) não aparecem – significa que ninguém desembarcou na lua e os chineses combinaram com os russos : não convém desmascarar um império aggressivo e covarde em desfacimento.

  15. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:36 pm

    [ 9 ] – Stanley Kubrick denunciou veladamente em todos os seus filmes a ação demoníaca anglo-americana-sionista-massonica-fascista no controle das nossas existências e não precisou dos “Epstein Files” para reconhecer edonismo extravagante e perversão conclamada no país que emergiu do nada após exterminar povos indígenas na bala / bomba / pestilência, roubar terra dos vizinhos e impor-se na força com a participação de gente da laia do Albert Pike, psicopatico luciferino lider do Ku Klus Klan, hoje personificados numa oligarquia de caráter cosmopolita (é um dado de fato que orgias satânicas como a que aparece no seu ultimo filme sejam organizadas por gente que controla a economia e a narrativa politica do Ocidente); Kubrick não precisou dos “Epstein Files” para mostrar que o sionismo sustentado pelo deepstate americano é puro satanismo, é a ideologia mais nefasta nos tempos atuais. Com “Eyes Wide Shut”, para muitos um grito desesperado contra um poder satânico, Kubrick alça o venda dos nossos olhos escancarados fechados e paga com a vida.

  16. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:38 pm

    [ 10 ] – “Quem você pensa que são aqueles lá? Não era gente comum. Se eu te dicesse os nomes, e não vou dizer, mas se eu dicesse você perderia o sono e a tranquilidade.” (Ziegler / Sidney Pollack aludindo ao gotta do poder politico, financeiro, industrial e militar, presente na orgia). Com o episodio da morte da prostituta (fato corriqueiro e sem algum valor segundo Ziegler), Kubrick refere-se tanto ao direito de vida e de morte quanto ao aspecto esotérico inerente a ritos satânicos no reforçamento da seita e seus adeptos. O satanista Aleister Crowley confirmara: “O sacrifício cruento, apesar de perigoso, é mais eficaz para reafirmar a comunhão dos potentes com as Forças do Mal”. — Crowley foi o ocultista com fama de mago, pederasta pervertido do serviço secreto de Sua Majestade, que augurava, segundo desígnio de Belzebú, a Grande Besta 666 (como ele mesmo se considerava), que todos os infantes presenciassem o mais cedo possível qualquer tipo de ato sexual (Commentary of the Book of Law, 1909). —- Em 2007 o FBI publicou um documento que revela uma série de simbolos utilizados nos ambientes pedófilos onde membros de associações atestam suas preferências sexuais. Segundo o FBI estes simbolos comparecem em bijuterias e produtos dedicados à crianças (vestiario, alimentar, como a italiana Algida que desde 1998 faz parte da potente Unilever. Fonte: https://archive.org/stream/fbi-pedophile-symbols/FBI-pedophile-symbols.pdf —- A Disney é obcecada pela simbologia e conteúdos sexuais e esotéricos de forma subliminar que mira a difusão de um modo de pensar : as pontas fálicas no arco de “Brave”, 2012, tatuagens de personagens com simbolos usados nos ambientes pedófilos, etc. (Fonte : “Sublimen, la tua vita è un inganno”, Federico Povoleri, Place Book publishing, 2020).

  17. John Nada

    16 de fevereiro de 2026 3:40 pm

    [ 11 ] – IDA MAGLI (1925-2016), antropóloga italiana. “Filhos do homem. Dois mil anos de mito da infancia” é o seu último ensaio, publicado em novembro de 2015 por RCSLibri: “uma bomba lançada sobre a consciência dos seres humanos, para desintegrar falsas crenças e desvelar atrocidades perpetradas sobre crianças no curso de milenios”. (Lidia Sella). “Temo que o conteúdo desse texto seja duro demais. É importante que a humanidade amadureça e conscientize-se de ter cometido crueldades contra crianças, difíceis até de pronunciar” (Ida Magli). —- “Mas o choque absoluto foi ler que enviaram a Epstein a notícia de que uma “nova brasileira acaba de chegar, sexy e bonitinha, 9yo” (ou seja, 9 years old). Difícil ler tudo isso…” (relato de uma jornalista aqui no GGN).

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