4 de junho de 2026

Brasil sobe no ranking global de soft power e chega ao 11º lugar em cultura e patrimônio

Além da melhora na classificação geral, o país obteve desempenhos expressivos em áreas estratégicas, como projeção cultural.
via Jornal da USP

Brasil sobe duas posições no Global Soft Power Index 2026, alcançando 29º lugar entre 193 países.
País destaca-se em Cultura e Patrimônio (11º lugar) e ganha ouro em Esportes e Diversão no ranking.
Desafios persistem em Governança, Negócios e Reputação; programa BPOM busca fortalecer influência global.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

O Brasil avançou no Global Soft Power Index 2026, elaborado pela consultoria internacional Brand Finance, subindo duas posições na classificação geral entre 193 países e alcançando o 29º lugar no ranking global de influência internacional por meio de atração e reputação.

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O índice, divulgado em 20 de janeiro em Davos, na Suíça, durante evento paralelo ao Fórum Econômico Mundial, é baseado em uma pesquisa com mais de 150 mil pessoas em mais de 100 países, e considera 55 indicadores relacionados à cultura, governança, economia, relações internacionais e valores sociais.

Além da melhora na classificação geral, o país obteve desempenhos expressivos em áreas estratégicas. Nos pilares de Esportes e Diversão, o Brasil conquistou duas medalhas de ouro, reforçando sua projeção cultural e capacidade de atração no exterior. No eixo Cultura e Patrimônio, a ascensão foi ainda mais significativa: o país subiu quatro posições e passou a ocupar o 11º lugar entre as nações avaliadas, um resultado que destaca a força da cultura brasileira no cenário internacional.

Outros pilares que registraram crescimento incluem Relações Internacionais (+5 posições), Futuro Sustentável (+9) e Impacto Positivo (+7). Os demais indicadores apresentaram estabilidade em relação ao levantamento de 2025.

Apesar dos avanços, o relatório aponta desafios estruturais. O Brasil ainda apresenta desempenho limitado nos pilares de Governança, Negócios e Comércio e Reputação Institucional, considerados essenciais para transformar reconhecimento cultural em influência duradoura no plano global.

Segundo Eduardo Chaves, diretor-geral da Brand Finance Brasil, “o Brasil continua sendo uma potência cultural e relacional, mas o desafio central é converter simpatia e visibilidade em confiança institucional e influência de longo prazo.”

O estudo também destacou iniciativas voltadas à projeção internacional do país, como o programa Brasil Para o Mundo (BPOM), que busca fortalecer a presença e a narrativa brasileira no exterior, valorizando a cultura, a criatividade e os valores nacionais como ativos estratégicos de influência global.

Fonte: Federação de Convention & Visitor Bureaux do Estado do Rio de Janeiro.

Redação

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