10 de junho de 2026

Falta de foco de parlamentares em áreas de risco contribuiu com tragédia em MG

Um cartilha foi feita para orientar na destinação de recursos para ações preventivas, incluindo gestão de riscos naturais e segurança hídrica.
Juiz de Fora 2026 - Foto de Tânia Rêgo - Agência Brasil

72 mortos foram registrados após deslizamentos na Zona da Mata mineira causados por fortes chuvas.
Menos de 1% das emendas parlamentares federais e estaduais foram destinadas à prevenção de desastres.
Investimentos em prevenção caíram em Minas, enquanto cidades como Belo Horizonte reduziram mortes com planejamento.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

Com 72 mortos contabilizados pelo Corpo de Bombeiros nas buscas após os deslizamentos causados pelas fortes chuvas na Zona da Mata mineira, especialistas em engenharia e geologia criticam a alocação de recursos públicos e afirmam que tragédias como a de Juiz de Fora e Ubá poderiam ser menos frequentes se as emendas parlamentares priorizassem a prevenção de riscos em vez de obras sem ligação direta com segurança de áreas vulneráveis.

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O Senge-MG (Sindicato de Engenheiros) quer pontuar que a engenharia e a geologia brasileiras vêm trabalhando duro durante décadas para que casos como os de Juiz de Fora e Ubá_ que inclusive foram previamente mapeados _  não ocorram ou ao menos sejam casos isolados de baixa letalidade.

Dados do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) de 2021 mostram que pelo menos 16 436 domicílios em Juiz de Fora estão em áreas de risco geológico alto ou muito alto, onde vivem cerca de 52 495 pessoas. Estudos como esse foram incorporados em uma cartilha elaborada para orientar parlamentares na destinação de recursos para ações preventivas, incluindo gestão de riscos naturais e segurança hídrica.

Apesar de as emendas parlamentares individuais, de bancada e de comissão terem somado R$ 50,3 bilhões em 2025 – cerca de 22 % da despesa discricionária federal –, menos de 1 % desses recursos foram direcionados à prevenção e recuperação de desastres, segundo levantamento do Instituto de Estudos Socioeconômicos (INESC).

No âmbito estadual, a situação não difere. Deputados de Minas Gerais também destinaram menos de 1 % de suas emendas a ações de mitigação de chuvas e desastres, segundo análise de portais de acompanhamento orçamentário. Além disso, recursos de emendas estaduais chegaram a ser alvo de investigação da Polícia Federal em razão da falta de planos de trabalho detalhados.

Reportagens indicam ainda que o Governo de Minas reduziu drasticamente investimentos em prevenção de desastres, caindo de cerca de R$ 135 milhões em 2023 para aproximadamente R$ 6 milhões em 2025, apesar do aumento dos eventos extremos de chuva no estado.

Técnicos em engenharia e geologia destacam que cidades que investiram em planejamento e obras preventivas, como Belo Horizonte, conseguiram diminuir a ocorrência de mortes por escorregamentos ao longo das últimas décadas, mostrando que medidas estruturadas e contínuas podem salvar vidas.

Com informações do Senge-MG

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  1. Rui Ribeiro

    3 de março de 2026 2:16 pm

    Enquanto faltava foco político de parlamentares em área de risco, o que contribuiu para a tragédia em MG, o Nikolalau passeava no avião do Vorcaro.

    Mas ele “nem sabia quem era o cara. Na época, não tinha suspeita pra ir atrás. Foi há 4 anos. Além disso, Nikolalau entra em um monte de avião que ele nem sequer sabe qual o dono para ir para palestra. Aí o cara faz merda, e o culpado sou ele?”.

    Ele se locupleta com o produto da merda do Cara mas ele não tem culpa. A culpa é só do Cara. O Nikolalau quer apenas se aproveitar do produto das merdas do Cara. O Hulk trabalhava para o Vorcaro, já que o Vorcaro tinha 20% do Atlético Mineiro. Imagina o Hulk responder porque o Vorcaro era dono do time. Ora, da mesma forma que o Hulk não vai responder porque trabalhava para o Vorcaro, o Nikolalau também não vai responder porque andava de carona no avião do Lalau Vorcaro.

    Mas certamente como muitos trouxas têm seus bandidos de estimação, nada vai acontecer com esse rato Nikolalau, que se locupleta com os bens adquiridos com produto de crimes.

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