25 de junho de 2026

ONU cobra investigação rápida após ataque a escola no Irã

Segundo a porta-voz, as forças responsáveis pelo ataque devem conduzir a apuração, divulgar as conclusões e garantir reparação às vítimas
Crédito: Reprodução/ Globonews

ONU cobra proteção imediata a civis e investigação rápida do ataque a escola no sul do Irã, com mais de 150 estudantes mortas.
Alto comissário Volker Türk condena confrontos entre Israel, EUA e Irã e pede apuração imparcial do bombardeio em Minab.
ONU apela por diálogo e respeito ao direito internacional para cessar violência e garantir reparação às vítimas do ataque.

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A Organização das Nações Unidas (ONU) cobrou a proteção imediata de civis e a apuração célere do ataque a uma escola no sul do Irã, que deixou mais de 150 estudantes mortas e ao menos 90 feridas.

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O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, condenou nesta terça-feira (3) a intensificação dos confrontos envolvendo Israel, Estados Unidos e Irã. Ele destacou o bombardeio contra uma escola primária na cidade de Minab, onde dezenas de meninas morreram, e defendeu uma investigação “rápida, imparcial e minuciosa” sobre o episódio.

Segundo a porta-voz do Alto Comissariado, Ravina Shamdasani, as forças responsáveis pelo ataque devem conduzir a apuração, divulgar publicamente as conclusões e garantir responsabilização e reparação às vítimas.

O bombardeio ocorreu no sábado (28), durante o período de aulas. De acordo com a agência estatal iraniana Irna, os ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos atingiram diretamente o prédio escolar, provocando a morte de mais de 150 alunas e deixando outras 90 feridas.

Diante da gravidade do caso, o alto comissário também apelou pela retomada das negociações diplomáticas. Para ele, o diálogo é o único caminho capaz de interromper o ciclo de mortes, destruição e sofrimento.

“A autoridade máxima de direitos humanos das Nações Unidas conclama todas as partes a restabelecerem o bom senso e cessarem a violência”, afirmou Shamdasani. Ela reforçou ainda o apelo para que os Estados respeitem a Carta das Nações Unidas, o direito internacional dos direitos humanos e o direito internacional humanitário.

*Com informações da Agência Brasil.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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