6 de junho de 2026

A história como arma: como Trump tenta reescrever o passado dos EUA

Tema será discutido no programa O Mundo é um Moinho, com o cientista político Pedro Costa Jr e as professoras Tatiana Teixeira e Camila Vidal

Nesta quinta-feira (12), às 21h, o programa O Mundo é um Moinho, apresentado pelo cientista político Pedro Costa Júnior, recebe Tatiana Teixeira, pesquisadora de pós-doutorado do INCT-INEU/CNPq e editora-chefe do Observatório Político dos Estados Unidos (OPEU), e Camila Vidal, pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Estudos sobre os Estados Unidos (INCT-INEU) e professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Em pauta, os 250 anos da Independência dos Estados Unidos e o uso político do passado pelo governo de Donald Trump. Às vésperas da data, que será celebrada em 4 de julho de 2026, o país organiza uma série de eventos ao longo do ano em locais simbólicos como o National Mall, em Washington, D.C., e a Times Square, em New York City.

Promovidas pelo governo federal em parceria com iniciativas como Freedom 250 e America 250, as comemorações também evidenciam disputas em torno da memória e da identidade nacional, tema que ganha ainda mais relevância diante do uso político do passado na atual conjuntura dos Estados Unidos.

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2 Comentários
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  1. Rui Ribeiro

    13 de março de 2026 8:11 am

    “Esses navios deveriam passar pelo Estreito de Ormuz e mostrar coragem. Não há nada a temer. Eles não têm marinha. Nós afundamos todos os seus navios”. – Trump

    Entrega o timão ao corajoso Trump e deixa ele singrar o Estreito de Ormuz.

    Ontem o Réptil afirmou:

    “Acho que vocês verão muita segurança e isso acontecerá muito, muito rapidamente. Veremos como tudo isso termina. No momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Não têm nenhum equipamento antiaéreo, não têm radar. Seus líderes se foram e poderíamos fazer muito pior.”

    Pior que que bombardear uma escola? É possível? Como o Irã está alvejando bases e depósitos de combustível no Oriente Médio se tá vencido?

    Já que o Trump retirou todas as minas do Estreito de Ormuz numa única noite e já que o Irã está arrasado, entre o timão de um petroleiro para ele dar o exemplo, ele vai na frente e a frota petroleira atrás. Não vai, pois os ricos fazem suas guerras mas são sempre os pobres que morrem. Né, Sartre?

  2. Rui Ribeiro

    13 de março de 2026 10:00 am

    Trump é um fracasso. Ele dá um passo à frente e dois atrás. O tarifaço foi por água abaixo; a questão dos imigrantes foi um fiasco, a guerra tá sendo um fracasso, o Elon Musk foi um fracasso, o Epstein foi um fracasso, o preço do petróleo tá sendo um fracasso no bolso da população, etc. Taco, Trump always chickens out. A América vai ficar menor depois do Trump, não maior.

    Os únicos sucessos do Trump foram ajudando o Netanyahu a promover uma carnificina e a destruição da Palestina e a bombardear uma escola de crianças no Irã.

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