As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) iniciaram, neste domingo (15), uma nova onda de ataques em larga escala contra alvos estratégicos em território iraniano. A ofensiva, concentrada nas regiões oeste e central do país, foca na destruição de sistemas de mísseis balísticos e infraestruturas de drones. Em resposta imediata, a Guarda Revolucionária do Irã elevou a retórica de hostilidade, reafirmando o objetivo de assassinar o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Em nota oficial, o grupo paramilitar iraniano declarou que vai “continuar a perseguir e matar” Netanyahu, além de reivindicar ataques recentes contra bases americanas e o território israelense. No centro de Israel, a explosão de mísseis balísticos deixou ao menos dois feridos, conforme informações do serviço de resgate Magen David Adom.
Espionagem e repressão interna no Irã
Paralelamente aos bombardeios, Teerã intensificou a repressão interna. A agência Tasnim informou a prisão de 20 pessoas no noroeste do país, acusadas de colaborar com a inteligência israelense. Segundo o Ministério Público local, os suspeitos teriam fornecido coordenadas precisas de instalações militares e de segurança.
O movimento ocorre após relatos de que Israel estaria utilizando fontes locais para refinar a precisão de seus alvos. Enquanto isso, o governo iraniano afirma ter atingido o quartel-general da polícia israelense e um centro de comunicações via satélite, embora o Exército de Israel não tenha confirmado tais perdas.
Bloqueio no Estreito de Ormuz e tensão no Golfo
A escalada atingiu dimensões regionais críticas. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, anunciou restrições severas no Estreito de Ormuz, ponto vital para o escoamento global de petróleo. Segundo o chanceler, a passagem permanece aberta, exceto para embarcações dos Estados Unidos, Israel e seus aliados.
“Está fechado apenas para os petroleiros e navios pertencentes aos nossos inimigos, àqueles que nos atacam e aos seus aliados”, disse Araghchi.
A tensão se estende aos países vizinhos. No Bahrein, jornalistas relataram fortes explosões na capital, Manama. O governo local afirmou ter interceptado mais de 300 artefatos, entre mísseis e drones, lançados pelo Irã desde o início das hostilidades. Diante do cenário, o presidente americano, Donald Trump, manifestou a expectativa de que aliados enviem navios de guerra para garantir a livre navegação na região.
Crise humanitária e o impasse diplomático
Enquanto os ataques mútuos entre as potências regionais se intensificam, o Líbano enfrenta um agravamento severo de sua crise humanitária. O conflito já resultou em mais de 800 mortes e deslocou cerca de 850 mil pessoas no país vizinho.
Apesar do apelo de Teerã por uma “abordagem responsável” de outras nações, Israel descarta, no momento, qualquer diálogo diplomático com o governo libanês. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, reiterou que não há negociações diretas em curso e cobrou que o Líbano impeça o Hezbollah de realizar novos lançamentos contra o território israelense.
Paulo Dantas
15 de março de 2026 11:41 amIrã pegar Bibi , será ?
A corrupcão parece ser maior no Irã
Avel Alencar
15 de março de 2026 4:02 pmBobinho
Paulo Dantas
15 de março de 2026 4:58 pmVeremos quem tem melhor serviço de informações.
A maior encrenca do Bibi é em casa.
Anônimo
15 de março de 2026 10:54 pmA guerra já deixa Marcas na economia mundial, a nova ordem prejudica todos.
Rui Ribeiro
16 de março de 2026 12:57 pmA nova ordem não prejudica a todos. Muita gente perde muito com a guerra enquanto pouca gente ganha muito com ela. Por exemplo, prá crianças iranianas que estudavam numa escola bombardeada pelos EUA e para os entes queridos de tais vítimas, a guerra foi e está sendo uma tragédia. Nada obstante, para o Trump e sua comandita, a situação é bem mais confortável:
“Os Estados Unidos são, de longe, o maior produtor de petróleo do mundo; portanto, quando os preços do petróleo sobem, ganhamos muito dinheiro”.
Rui Ribeiro
16 de março de 2026 10:49 amTrump quer recuar, bater em retirada, mas tá encurralado, atolado até à bunda no Irã.
I $tarted a Joke
(Cover por Donald Trump)
I started a joke which started the whole world crying
But I didn’t see that the joke was on me, oh no
I started to cry which started the whole world laughing
Oh, If I’d only seen that the joke was on me
I looked at the skies running my hands over my eyes
And I fell out of bed hurting my head from things that I said
‘Till I finally died which started the whole world living
Oh, if I’d only seen that the joke was on me
Avel Alencar
16 de março de 2026 11:46 amBobinho
AMBAR
16 de março de 2026 4:36 pmUé, mas o Bibi já não subiu? Dizem à boca pequena que o indigitado já teria sido eliminado.
Enquanto ele não der uma coletiva sua existência estará em dúvida.