Sugerido por alfeu
Da FAB
A publicação internacional ressalta que os grandes eventos registraram um aumento médio de aproximadamente 18% no tráfego aéreo, mas que os controladores brasileiros foram treinados em simulações para uma elevação de até 30%.
Com o título “Brazil warms up for the 2014 Football World Cup” (Brasil se aquece para a Copa de 2014), a reportagem trata a experiência nos eventos anteriores como um treinamento para a Copa do Mundo, que deve trazer mais de 600 mil turistas estrangeiros ao Brasil.
Leia abaixo (em inglês):
Lionel Rupaud
27 de janeiro de 2014 11:40 amEspero que nossos especialistas em
bolivarismos e afins vão negar esta informação trazendo dados precisos para destruir mais esta propaganda lulopetista disfarçada.
P.S. Estou sendo irônico…
Marco St.
27 de janeiro de 2014 11:56 amEssa informação não saiu e
Essa informação não saiu e não vai sair em nenhum grupo de mídia brasileiro.
Mas se fosse exatamente o contrário, se o controle aéreo brasileiro estivesse recebendo uma mísera critica, os jornalões brasileiros estariam estampando manchetes do tipo: Caos Aéreo : Especialistas europeus criticam controle aéreo brasileiro
Juliano Santos
27 de janeiro de 2014 2:05 pmProcurei a repercussão dessa
Procurei a repercussão dessa matéria no pig inteiro, Globo, Folha, Estadão, Estado de Minas, Correio Brasiliense, de cabo a rabo e não achei.
Vi várias notas sobre os acontecimentos “mais importantes” da primeira semana do BBB, mas não essa Irrelevante, conclui, notícia da mídia “bolivariana” da Europa
Ramiro ALP
27 de janeiro de 2014 2:52 pmEssa é a parte meia cheia….
Como disse a Luiza, o Brasil é um copo cheio pela metade e este é um pedaço do copo cheio, por isso num dá repercussão na midia.
Neste assunto o lado vazio inclui algumas mazelas que deveriam ja ter sido abordadas pelas autoridades mas continuam intocadas e ainda houve um retrocesso desde o nefando evento do “caos aéreo” no governo Lula.
O regulamento que trata da separação de aeronaves para pousos e decolagens é o mesmo desde muitas decadas, a despeito da inegavel modernização de equipamentos de controle, comunicação e navegação, em outras partes do mundo a mesma infraestrutura comporta um numero muito maior de operações por hora somente por conta disto; o poder para atualizar a legislação esta nas mãos do DECEA e não muda não sei porque.
Outra faceta diz respeito a qualidade da fraseologia em ingles dos controladores, infelizmente é muito ruim, mesmo em comunicações basicas existe falta de treinamento e supervisão adequados. Tambem esta na mão do DECEA e com um pouco mais de investimento nas pessoas isto poderia ser corrigido.
Acho que são pontos que demandam pouco gasto de recursos mas que ajudariam em muito a “encher” a parte vazia do copo.
junior50
27 de janeiro de 2014 7:29 pmDescea não define,
Nem a ANAC ou qualquer outro orgão nacional, a separação, tanto horizontal quanto vertical nas aerovias, estas regras são internacionais, definidas pela ICAO e respeitadas em todo o mundo, aliás são obrigatórias.
Nosso sistema de controle de trafego aereo, tanto de aproximações e saidas, quanto ao controle das aerovias, está preparado para suportar uma elevação de muito mais de 30% nas nacionais, e até de o dobro de frequencias nas aerovias referentes aos dois corredores internacionais sob nossa responsabilidade ( para Caribe – América do Norte e o Atlantico Europa.).
Aliás, deve ser a primeira vez que a FAB liga para uma “avaliação” da CANSO, pois nas que realmente interessam, da ICAO e da FAA, estamos, há mais de 10 anos, sempre entre os 10 primeiros colocados.
ramiro ALP
27 de janeiro de 2014 10:51 pmMinha observação refere-se as
Minha observação refere-se as separações entre pousos e decolagens e não em aerovias. Congonhas por exemplo comportaria um numero quase dobrado de operações caso o regulamento fosse modernizado, tanto nos Estados Unidos (FAA) quanto na Europa (ICAO) são usadoas separações muitissimos menores. Enfim, devido a um regulamento anacronico estamos subutizando a infraestrtutura ja instalada; afinal por que não incrementar o numero de voos por hora a custo zero??
Filipe Rodrigues
27 de janeiro de 2014 3:56 pmQuem é bem informado sabe que
Quem é bem informado sabe que o problema aéreo do Brasil não é aeroporto, mas falta de companhia aérea decente (vazio deixado pela saída da VARIG e a morte do comandante Rolim na TAM).
Problema é que o governo se influencia pela mídia quando permite: concessões, Moreira Franco e falta de iniciativa para salvar a VARIG detentora de várias linhas aéreas (ora, o BNDES não cansou de ajudar o Eike Batista).