10 de junho de 2026

Trump repete plano de tarifas contra Irã, mas fracassa

Estratégia de pressão econômica norte-americana não funciona e já impacta preços do petróleo e inflação global
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Foto: Official White House Photo by Joyce N. Boghosian

Trump usa ameaças econômicas para pressionar o Irã, mas estratégia mostra limites no conflito atual.
Irã resiste às pressões e mantém controle do Estreito de Ormuz, crucial para o mercado global de energia.
Preço do petróleo sobe acima de US$ 100 por barril, impactando inflação e custos para famílias nos EUA.

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Resumo gerado por Inteligência artificial

A estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de usar ameaças econômicas para pressionar adversários internacionais tem mostrado limites no conflito com o Irã.

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Conhecido por adotar táticas agressivas em disputas comerciais — como na guerra tarifária com a China — Trump agora tenta aplicar o mesmo modelo em um cenário de guerra aberta.

A lógica é elevar ameaças ao máximo para forçar concessões e, depois, negociar a partir de uma posição mais favorável. Porém, analistas ouvidos pela CNN norte-americana lembram que esse plano não tem sido eficiente contra os iranianos.

Recentemente, Trump aumentou suas apostas ao ameaçar bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, em uma medida que marca uma escalada considerável em um conflito já militarizado.

Diferentemente de parceiros comerciais anteriores, o Irã tem resistido às ameaças e adotado uma estratégia semelhante à da China em disputas recentes com Washington: não recuar diante da pressão.

O controle do Estreito de Ormuz se tornou o principal instrumento de poder econômico de Teerã. Mesmo com perdas militares e danos à sua infraestrutura, o país mantém capacidade de influenciar o mercado global de energia, e as autoridades iranianas já sinalizaram que não pretendem ceder.

O mercado reagiu rapidamente às ameaças. O petróleo tipo Brent ultrapassou os US$ 100 por barril após declarações sobre um possível bloqueio, refletindo o temor de redução na oferta global.

Analistas indicam que uma interrupção prolongada pode levar os preços a níveis ainda mais elevados, pressionando a inflação e os custos de energia em diversas economias.

Nos Estados Unidos, o impacto já começa a ser sentido. Segundo estimativas da Moody’s Analytics, famílias americanas estão gastando, em média, US$ 233 a mais por mês em comparação ao ano anterior, em parte devido à alta nos combustíveis.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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  1. Rui Ribeiro

    14 de abril de 2026 9:26 am

    Trump se acha à altura de Jesus Cristo. Mas ele é um Jesus Cristo Fake. Ele veio para enganar, matar e roubar.

    “Se, então, alguém disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem.
    Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos.
    Vejam que eu os avisei antecipadamente.
    “Assim, se alguém disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem.
    Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem.
    Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres”. – Jesus Cristo

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