A estratégia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de usar ameaças econômicas para pressionar adversários internacionais tem mostrado limites no conflito com o Irã.
Conhecido por adotar táticas agressivas em disputas comerciais — como na guerra tarifária com a China — Trump agora tenta aplicar o mesmo modelo em um cenário de guerra aberta.
A lógica é elevar ameaças ao máximo para forçar concessões e, depois, negociar a partir de uma posição mais favorável. Porém, analistas ouvidos pela CNN norte-americana lembram que esse plano não tem sido eficiente contra os iranianos.
Recentemente, Trump aumentou suas apostas ao ameaçar bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, em uma medida que marca uma escalada considerável em um conflito já militarizado.
Diferentemente de parceiros comerciais anteriores, o Irã tem resistido às ameaças e adotado uma estratégia semelhante à da China em disputas recentes com Washington: não recuar diante da pressão.
O controle do Estreito de Ormuz se tornou o principal instrumento de poder econômico de Teerã. Mesmo com perdas militares e danos à sua infraestrutura, o país mantém capacidade de influenciar o mercado global de energia, e as autoridades iranianas já sinalizaram que não pretendem ceder.
O mercado reagiu rapidamente às ameaças. O petróleo tipo Brent ultrapassou os US$ 100 por barril após declarações sobre um possível bloqueio, refletindo o temor de redução na oferta global.
Analistas indicam que uma interrupção prolongada pode levar os preços a níveis ainda mais elevados, pressionando a inflação e os custos de energia em diversas economias.
Nos Estados Unidos, o impacto já começa a ser sentido. Segundo estimativas da Moody’s Analytics, famílias americanas estão gastando, em média, US$ 233 a mais por mês em comparação ao ano anterior, em parte devido à alta nos combustíveis.
Rui Ribeiro
14 de abril de 2026 9:26 amTrump se acha à altura de Jesus Cristo. Mas ele é um Jesus Cristo Fake. Ele veio para enganar, matar e roubar.
“Se, então, alguém disser: ‘Vejam, aqui está o Cristo!’ ou: ‘Ali está ele!’, não acreditem.
Pois aparecerão falsos cristos e falsos profetas que realizarão grandes sinais e maravilhas para, se possível, enganar até os eleitos.
Vejam que eu os avisei antecipadamente.
“Assim, se alguém disser: ‘Ele está lá, no deserto!’, não saiam; ou: ‘Ali está ele, dentro da casa!’, não acreditem.
Porque assim como o relâmpago sai do Oriente e se mostra no Ocidente, assim será a vinda do Filho do homem.
Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres”. – Jesus Cristo