9 de junho de 2026

Cassação de Renato Freitas será julgada em 16 de junho pela Assembleia do Paraná

Deputado do PT foi alvo do Conselho de Ética por envolvimento em uma luta corporal no Centro de Curitiba, registrada em novembro de 2025
Deputado Renato Freitas (PT). Foto: Valdir Amaral/Alep

A presidência da Assembleia do Paraná anunciou que a cassação do mantado do deputado estadual Renato Freitas (PT) será julgada pelo plenário na próxima terça-feira, 16 de junho. O parlamentar petista virou alvo do Conselho de Ética por envolvimento em uma luta corporal no Centro de Curitiba, registrada em novembro de 2025. A briga ocorreu com um manobrista e foi documentada por imagens. O colegiado acatou o parecer apresentado pelo relator do caso, deputado Márcio Pacheco (Republicanos).

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

O deputado Doutor Antenor (PT) apresentou voto em separado ao relatório, apontando, entre outras questões, a suspeição de Márcio Pacheco no caso, em razão de publicações feitas pelo relator nas redes sociais a respeito de Freitas; uma decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) que teria reconhecido que Renato Freitas não estava no exercício do mandato parlamentar durante os fatos; o esgotamento do prazo e irregularidades nas provas colhidas ao longo do processo.

Antenor sugeriu a aplicação de penas mais brandas, como a suspensão temporária das prerrogativas regimentais. O voto, no entanto, foi vencido. Na sequência, o processo foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que manteve a decisão do Conselho de Ética pela perda do mandato do deputado Renato Freitas.

Com a rejeição do recurso apresentado na CCJ pelo deputado Renato Freitas (PT), o processo foi encaminhado ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, que elaborou o Projeto de Resolução nº 7/2026, que declara a perda de mandato de Renato Freitas por procedimento incompatível com o decoro parlamentar. O projeto será apreciado pelo plenário da Casa no dia 16. Para ser aprovada, em dois turnos, deverá receber 28 votos — ou seja, maioria absoluta.

A denúncia é de autoria dos vereadores de Curitiba Bruno Secco (Novo), Eder Borges (Novo), Guilherme Kilter (Novo) e Tathiana Guzella (PL), além dos deputados Fábio de Oliveira (Novo), Ricardo Arruda (PL) e Tito Barichello (PL).

Com informações da Alep

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendados para você

Recomendados