10 de junho de 2026

Haddad empata com Alckmin e Bolsonaro lidera em São Paulo

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Jornal GGN – Jair Bolsonaro lidera a disputa presidencial entre os paulistas, e tende a receber uma média de 38% dos votos que também sao depositados nos três principais candidatos ao governo de São Paulo. É o que mostra levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quarta (3). Na disputa presidencial, Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo, está no mesmo patamar de votos de Geraldo Alckmin, que governou o Estado nos últimos 8 anos.

Segundo a pesquisa, Doria tem 26% das intenções de voto na pesquisa estimulada, contra 23% de Paulo Skaf. Márcio França tem 14,4% e Luiz Marinho, 5,6%.
 
Em relação à pesquisa de setembro, Doria oscilou 1 ponto para baixo. Skaf mantece os 23% e França oscilou 2,2 p.p. para cima.
 
Doria e França empatam com 51,2% de rejeição. Marinho tem mais: 64% de pessoas que não votariam nele de jeito nenhum. Skaf tem 48%.
 
Entre os eleitores de Doria, 40% votam em Bolsonaro e 23% em Alckmin. Outros 10% preferem Haddad, 6% Amoêdo e 4%, Ciro.
 
Entre os eleitores de Skaf, 39% apoiam Bolsonaro, 13% Alckmin, 12% Haddad, 8% Ciro, 6% Amoêdo.
 
Entre os eleitores de Márcio França, 39% Bolsonaro, 10% Haddad, 10% Alckmin, 7% Ciro e 6% Amoêdo.
 
Em São Paulo, Jair Bolsonaro tem 35,7% dos votos, seguido por Haddad (14,1%), Alckmin (12,6%), Ciro Gomes (5,7%), Amoêdo (5,6%) e Marina (3,7%). Há outros 17,4% não sabem ou anulam o voto.
 
No Senado, Suplicy tem 25% das intenções de voto, seguido por Mara Gabrilli (18%) e Major Olimpio (13%).

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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4 Comentários
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  1. DSilva

    3 de outubro de 2018 1:13 pm

    Nao tem nada perdido.
    Porem a
    Nao tem nada perdido.

    Porem a campanha do PT tem que focar no essencial.

    1) Comparação de biografias e trajetória

    2) Mostrar o que os governos do PT fizeram. O que Jair nunca fez e colar ele e suas propostas no temer.

    3) Mostrar os absurdos que ele fala principalmente defendendo a morte de cidadãos. Ex: Bolsonaro, quem conhece nao vota.

    4) Fugir da pauta identitaria até porque o PT ja tem esses votos. Haddad precisa falar com o cidadao médio. Por ex um setor desprezado pelo PT sao os pequenos empresários, o dono da lojinha de colchões ou camisetas, que na verdade é um empregado sem direitos. E os varios tipos de trabalhadores do setor de serviços informais. O encanador, o eletricista, o professor de pilates ou cross fit.

    O PT e Haddad precisam deixar claro que vao Governar para todo o País. Como alias ja fizeram. E baterem forte r mostrarem quem é o ouro lado. Tetao tempo de sobra no 2 turno. 10 min por dia. Essa onda ainda vai virar. O que nao pode fazer é se acovardar.

  2. leonel

    3 de outubro de 2018 1:25 pm

    Eleições

    Não tem jeito, São Paulo é mesmo um estado COXINHA, despolitizado!

     

  3. Fernando J.

    3 de outubro de 2018 1:34 pm

    Ao escrutínio dos leitores do GGN:
      

    Leandro Fortes

     2 h ·  

    CIRO

    Eu tenho grande apreço por Ciro Gomes, um político a quem admiro e cogitei votar, já no primeiro turno. Digo “cogitei” porque, agora, não há mais tempo para isso.

    O que temos pela frente é um embate civilizatório que irá nos definir como sociedade, por muitos anos.

    Agora, seria hora de Ciro renunciar e se unir a Haddad para evitar o triunfo do fascismo. É preciso pensar nisso como o gesto de grandeza que é, e não uma capitulação, como muitos querem que seja.

    Ciro, apesar de suas recorrentes diatribes, é um político honrado e um democrata do qual o Brasil se orgulha. Estarei sempre entre os que o defendem e admiram.

    Por isso, mantenho minha fé de que ele e seus eleitores irão compreender a dimensão dos tempos em que vivemos.

    Temos pouco tempo.

  4. Jorge Luis

    3 de outubro de 2018 2:09 pm

    Tenho visto muita gente

    Tenho visto muita gente fazendo propaganda do Ciro nas redes. Estão tirando votos do candidato de esquerda que está na frente. Depois não reclamem se Bolsonaro vence no primeiro turno.

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