5 de junho de 2026

Marilia Arraes acusa manobra eleitoreira às vésperas da eleição

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – Marília Arraes fala à rádio CBN sobre o indiciamento ocorrido às vésperas da eleição. Ela relata que ficou sabendo que tal denúncia foi feita de forma anônima, e só ficou sabendo por ter sido avisada por um jornalista, que preservou a fonte, em fins de 2015. Diz que eram denúncias despropositadas contidas no documento e ela peticionou o Ministério Público, ao ver os absurdos, para que a investigasse e também o fizesse com o autor daquelas denúncias caluniosas.
 
O Ministério Público, neste período, ouviu diversos funcionários e ex-funcionários de Marília, mas não a ouviu, e enviou este inquérito para a Decasp. E a Delegacia está com esta documentação há quase dois anos, e já ouviu outras pessoas, e a ouviu, foi a última a ser inquirida. Não foi encontrada nenhuma inconsistência nos depoimentos, não se apurou quem fez esta denúncia anônima. Ou seja, desde janeiro último, quando Marília foi ouvida e nem teve mais notícia sobre o fato.

 
Agora, quando se aproxima a eleição, quando começou o período eleitoral, a promotoria começou a oficiar a Câmara sobre o seu gabinete. Todas as informações foram dadas, tanto por Marília quanto pela Câmara, e agora aparece esta notícia de que está sendo oficiada, e a quinze dias da eleição.
 
Marília considera a situação absurda pois que a promotoria tem que informar que ela pediu para ser investigada. Além disso, ela se recusa a expor os quatro funcionários indiciados juntos, que são trabalhadores inocentes. Uma delas é sua assessora de comunicação há anos, sendo conhecida por toda a imprensa do Estado e uma outra é a recepcionista no gabinete, tendo inclusive assinado todos os papéis relacionados ao caso. Como podem ser fantasmas com tais provas?, pergunta Marília.
 
E ela é taxativa: é algo meramente eleitoreiro!
 
Escute o áudio de Marília Arraes a seguir.

https://www.youtube.com/watch?v=lmksGggPOIo

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

2 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Humberto Pereira - Democracia Radical

    21 de setembro de 2018 10:35 pm

    por que não fala da manobra que a tirou como pre-candidata?

    pre-candidata que estava disparando nas pesquisas. Imposição da Direção Nacional (“centralismo democrático” ).

    Pra se coligarem com a oligarquia Campos, Pernambuco tem 14% da população com saneamento. Isso e´”apenas” um índice de como nosso povo tá mal. É isso que explica parte dos votos em Bolsonaro. É fácil satanizar Bolsonaro, difícil é enxergar os erros, as omissões, tudo sempre pela governabilidade com neo-coronéis, e não perpetuar. Decepção: entrou na carreira. Se fosse outra, se retiraria (a Folha, não sei se procede, disse que Haddad chegou a pensar em sair do PT.

  2. Marcos Videira

    22 de setembro de 2018 1:50 am

    Limpeza no Serviço Público

    Esse procuradores deveriam ser processados e, se comprovada a má fé ou motivação política, deveriam ser demitidos do serviço público.

Recomendados para você

Recomendados