4 de junho de 2026

“Haddad com passaporte carimbado para 2º turno”, diz especialista em pesquisas

 
Jornal GGN – Autor do livro O Voto do Brasileiro (2018), especialista em pesquisa de opinião e sócio do Instituto Brasilis, Alberto Carlos Almeida analisou, a partir do Datafolha divulgado na noite de sexta (14), que Fernando Haddad tem “passaporte carimbado para o segundo turno”, restando saber se ele disputará essa rodada com Geraldo Alckmin ou Jair Bolsonaro.
 
Tudo indica que Alckmin, assim como Marina, está no volume morto. Ciro Gomes tende, na visão de Alberto, a ficar de fora do segundo turno graças ao crescimento mais acelerado de Haddad. Ambos estão empatadas com 13% hoje, mas Alberto destacou que Haddad tem ganhado cerca de 1 ponto por dia na pesquisa, o que acrescenta 1,1 milhão de votos válidos a cada dia.
 
Além disso, há a expectativa de – com base no desempenho do PT nas últimas 3 eleições – Haddad dobrar a votação no Nordeste nas próximas semanas, garantindo mais 5 pontos percentuais.
 
Alberto também anotou que Haddad vem reduzindo a distância de Alckmin no segundo turno e, mais do que isso, quando analisadas todas as respostas nesse cenário, e não apenas votos válidos, é perceptível que o petista tirou votos do tucano, pois ele cresceu sem que o número de eleitores sem candidato de segundo turno tenha caído.
 
Leia o texto na íntegra: 
 
Por Alberto Carlos Almeida
 
Marina fora do jogo; Ciro indo na mesma direção, só uma questão de tempo. Alckmin na UTI e Bolsonaro saudável. Haddad com passaporte carimbado para o segundo turno.
 
Haddad cresceu 1 ponto percentual por dia, isso dá 1 milhão e 100 mil votos válidos a mais a cada dia dessa semana.
 
Seguindo minha linha de raciocínio: já considero o primeiro turno resolvido para o Haddad, isto é, ele já tem vaga assegurada no segundo turno. Portanto, minha proposta é pensarmos o segundo turno. Há dois possíveis, contra Bolsonaro ou contra Alckmin. Posto abaixo os dois gráficos com a evolução dos votos válidos nas simulações de segundo turno.
 
 
 
No confronto com Alckmin, Haddad retirou votos dele. Já no caso do confronto entre Haddad e Bolsonaro, a situação ficou inalterada. Há um motivo para isso, aqueles que estão propensos a votar em Haddad porque antes votavam em Lula ainda não sabem que o Haddad é o candidato do Lula e do PT
 
Veja abaixo que nos votos totais da simulação de segundo turno Haddad tirou votos de Alckmin, pois as proporções de eleitores sem candidatos não caiu:
 
 
 
Não poderia deixar de fazer uma singela homenagem à GloboNews. Pelos dados do Datafolha revelados por esse digníssimo canal de TV, Haddad vai crescer muito mais. Olhe que ele tem somente 20% no Nordeste, quando dobrar isso terá um impacto de 5 pontos percentuais na votação nacional. Outra coisa, dentre os mais pobres Haddad está empatado com Bolsonaro. Brevemente Haddad estará com uma vantagem monumental sobre ele nesse segmento. Há adiante muitas boas emoções a serem desfrutadas:
 
 
 
 

 

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Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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20 Comentários
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  1. Marcos Carvalho

    15 de setembro de 2018 1:26 pm

    Gráfico do FDP do PiG.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=HH-wNWoXG_E&feature=youtu.be%5D

  2. Taques

    15 de setembro de 2018 2:06 pm

    Como tem acontecido

    Como tem acontecido repetidamente nas últimas eleições, a região nordeste com sua população pobre e menos escolarizada é um verdadeiro eldorado de votos para o PT, uma bastilha onde o partido se sente seguro e imbatível.

    Nos governos petistas os programas assistenciais melhoraram a vida destes eleitores mas, inegavelmente, ELES CONTINUAM POBRES  tanto é que continuam dependendo dos ditos programas.

    Diante disto faço uma pergunta e uma provocação:

    – para o PT qual o prazo necessário para que estas pessoas mudem de patamar e deixem de depender destes programas?

    – é interessante para o partido que estas pessoas mudem de patamar e com isso não passem a depender desta ajuda?

    1. Roberto São Paulo-SP 2016

      15 de setembro de 2018 6:54 pm

      Distribuição de renda e fortalecimento do mercado interno

      Acredito que no ritmo de aumento do salário mínimo e do emprego com carteira assinada, dos governos do PT, em 10 anos quase nenhuma família dependerá mais do Bolsa Família.

      Caso o a produção de petróleo e gás seja utilizada para incentivar a produção de máquinas e equipamentos no Brasil, e reforças as Reservas Internacionais, em cinco anos a maioria das famílias não dependerá mais do Bolsa Família.

      Mais do que interessante, a melhoria da distribuição de renda, aumentando a renda das famílias e fortalecendo  mercado interno, é o principal objetivo a ser alcançado.

      Neste cenários, certamente teremos novos riscos e oportunidades.

      E mesmo assim se o PT não souber se adaptar aos novos tempos que virão, como a melhoria de vida dos mais pobres, já terá valido a pena.

      E que venha os novos tempos, seja qual for os desafios a serem enfrentados.

      1. Taques

        15 de setembro de 2018 6:56 pm

        Os números são cruéis e frios

        Os números são cruéis e frios e não me permitem acreditar na sua tese pois em 14 anos de governos petistas a quantidade de famílias que saiu dos programas assistenciais é ínfima, quase nula, mas você acredita que “em 10 anos quase nenhuma família dependerá mais do Bolsa Família”. É muito otimismo sem nenhum lastro de lógica, ou melhor, é muito otimismo atrelado ao famigerado pré sal (sempre ele, esta “dádiva” divina!). Se petróleo fosse a solução acho que a Venezuela estaria numa situação muito melhor.

        Respondendo a minha própria provocação digo que a saída deste povo dos programas assistenciais não é nem um pouco interessante ao petismo por razões mais do que lógicas.

        Não é à toa que o que é hoje o paraíso petista de votos já foi o paraíso de votos da Arena na ditadura militar.

        Infelizmente, Roberto, já não tenho mais idade para acreditar em certas ilusões.

        Estamos fritos com estes candidatos e partidos tão ruins.

         

         

        1. Roberto São Paulo-SP 2016

          15 de setembro de 2018 9:26 pm

          Está tudo pronto para o grande salto

          Antes tínhamos uma situação de extrema pobreza, fome absoluta, alta desnutrição e mortalidade infantil, e saques pela busca de alimentos, quase nenhuma esperança.

          Agora, depois de 14 anos de governos do PT,  estamos pronto para um grande salto, para fortalecer o mercado interno, gerando emprego e renda.

          A ampliação da políticas sociais, permitiu além de praticamente eliminar a fome, dar um salto de qualidade na vida das famílias mais pobres,

          Um exemplo é o programa Luz para todos, caso ocorra uma aumento da renda via aumento do salário mínimo e do emprego com carteira assinada, haverá um exponencial aumento nas vendas de bens duráveis, o que não poderia ocorrer antes, já que muitas famílias não tinham acesso a rede elétrica.

          Agora temos também o Pronatec capacitando  desde de 2011, já beneficiou mais de 12 milhões de pessoas.

          A produção de petróleo e gás localizado na aérea do pré-sal, demanda infinitamente mais  máquinas e equipamentos do que nos campos localizados em terra, além das plataformas, navios e helicópteros, se produzidos no Brasil vão gerar emprego e renda pelos próximos 30 anos no mínimo, acelerando e muito o processo de distribuição de renda,

          Mas a principal contribuição do pré-sal, está em permitir o equilíbrio nas contas externas, já que em todos os ciclos de crescimentos anteriores foram interrompidos por crise nas contas externas, em função da aumenta da demanda por energia e a dependência do petŕoleo importado.

          A produção de petróleo e gás localizado na aérea do pré-sal além de poder atender o aumento da demanda por combustível em um processo de crescimento do mercado interno, vai gerar um excedente exportável, o que vai possibilitar um superavit nas contas externas,

          Com a produção de petróleo e gás da área do pré-sal, utilizando máquinas e equipamentos produzidos no Brasil, teremos todas condições de fortalecer o mercado interno gerando emprego e renda, sem risco de crise nas contas externas.

          Agora estamos pronto para um grande salto, desde de que o PT volte a governar este país, caso contrário tudo será entregue as petrolíferas estrangeiras, aliás como já está sendo entregue.

          E que venha os novos tempos, seja quais forem  os desafios a serem enfrentados.

        2. Daniel Choma

          16 de setembro de 2018 5:50 am

          Cinco mihões de pessoas

          Foram mais de cinco milhões de pessoas que já deixaram o Bolsa Família, por terem suas vidas melhoradas. Número ínfimo?

          Isto é duas vezes a população da Província de Curitiba! Outro detalhe: o que fazes com R$150? Compra duas pizzas? Pois é este valor que o estado destina aos miseráveis, e que nossa elite obesa e mesquinha tanto critica.

           

    2. MarFig

      15 de setembro de 2018 8:09 pm

      E os mais escolarizados

      E os mais escolarizados votaram no Aécio.

    3. Fragilinvestidor

      16 de setembro de 2018 4:15 pm

      CONDENAR O BOLSA FAMÍLIA?
      Por que condenar uma política governamental que dá uma migalha ao Nordestino pobre?Qual a lógica desse discurso preconceituoso que demonstra, mais uma vez, que não conseguimos ir além da superficialidade num debate por demais importante, além disso numa sociedade que se diz Cristã?Pergunto: os Sulistas (Sudeste + Sul), em maioria, não votam exatamente nos candidatos, conservadores nos costumes e liberais  economia, em virtude do mesmo instinto de sobrevivência (migração do capital de sua região para o norte-nordeste, por exemplo) que os nordestino pobres e afligidos votam num partido que lhes proporcionou degustar um pouco da promessa capitalista/civilizatória (educação, emprego, liberdade para o consumo, etc.)? Lembrar que querendo ou não foram os governos do PT que tirou do afogamento pessoas antes condenadas ao submundo das oportunidades do capital, ao ampliar acesso à educação pública com qualidade para os menos abastados, criar empregos públicos para absorvê-los (já que foram beneficiados pelo dinheiro público em suas respectivas formações) e estimular a instalação de parques industriais no Nordeste.Como recuperar então o brasileiro pobre para a promessa civilizatória (iluminista) se esse caminho lhe é tomado desde que nasce? O capitalismo é cruel. Se não aproveitar a oportunidade no tempo adequado, as demandas da vida não lhe permitem mais refazer o caminho que na sua juventude  parecia tão promissor. Observo isso numa geração de engenheiros que estão se submetendo a ganhar pouco mais de 1 salário mínimo por 8 horas de trabalho num emprego temporário na instituição pública em que trabalho. Mais 2 ou 3 anos de crise, o sonho da maioria deles precisará de uma revisão para baixo.Nesses tempos de crise econômica (moral e intelectual também) o que mais vi nas ruas da cidade em que moro foi o aumento da circulação de veículos, nunca antes vistos, de marcas como: BMWs, Porsches, Audis, Lexus, Land Rovers, Mercedes, etc.Vi também a Bolsa de Valores ir à máxima histórica, com o desemprego aumentando e empresas fechando. A fortuna dos especuladores deve ter aumentado, presumo. Esses que tentam nos imputar a ideia de que o melhor é MENOS ESTADO.Nas Redes Sociais, “servidores públicos”, provavelmente oriundos das ainda boas universidades públicas que temos, bradando um ódio visceral a Lula e PT, e tudo que venha do Estado.  Questiono: por que então não abdicam de seus respectivos empregos públicos e enfrentam livremente a promessa corporativa do mercado de que “somos donos de nosso destino”?Poderia falar ainda da proporção quase irrisória do orçamento do Bolsa Família no Orçamento Público comparada, por exemplo, ao que o Estado brasileiro paga de juros da dívida, mas o texto iria ficar muito mais longo do que já está.Vamos falar sério, e com um pouco de lucidez, o Brasil está onde está muito em virtude de despender energia e tempo com temas que não têm o mínimo impacto numa caminhada necessária para um mínimo de civilidade, sem falar nesse moralismo tosco que nos faz estar num redemoinho sem rumo.Deve ser difícil prever o fim do Bolsa Família (uma previsão dessa não passa de um chute!). Como retirar essa migalha, que mal dá para sobreviver,  daqueles que não terão mais como retornar à roda, não tão gigante, de oportunidades proporcionada nesses pouco mais de 2 séculos de “prosperidade” do capitalismo? A riqueza do mundo não pode ser propriedade de apenas alguns territórios e um punhado de verdadeiros ricaços. Mais podemos optar irracionalmente pela autodestruição, é uma caminho vislumbrado por grandes pensadores preocupados com as contradições da história humana. Sobre o meu voto: estou entre Ciro e Haddad. Uma dúvida que considero legítima. 

  3. ze sergio

    15 de setembro de 2018 2:16 pm

    QUAL É O PROJETO DE NAÇÃO? CONTINUAR OS ERROS DESTES 40 ANOS?.

    Ciro Gomes, mesmo titubiante, mesmo ainda muito tucanês, muito encima do muro demonstra com sua candidatura uma saída democrática de Estado Socialmente Forte com Liberdade Civil, democrática, republicana. O que impede uma forte participação social, econômica e financeira do Estado Brasileiro com Absoluta Liberdade Civil? Ou o Projeto Nacional é este Estado Absolutista e sua Elite Inatingível? Por que Haddad juntamente com Manuella não revelaram nada a mais que este Governo que já fez água, que acabou antes de começar, que já passou do prazo de validade. E não adiata chamar isto de Golpe, porque quem tirou o chão debaixo dos pés de Dilma foi esta mesma esquerda, que quer voltar a ser chão para Haddad. Qual é o Projeto de Nação dos próximos 40 anos? Repetir os erros dos 40 anos passados? Esta estagnação nos levará ao Conflito e à Guerra. E tem gente que insiste em prosseguir neste caminho. 4 décadas não ensinaram nada? Usar uma Imagem Caudilhesca tosca e ultrapassada para voltar ao Poder? Qual é o Projeto de Nação?    

    1. Carlos Henrique Pereira

      15 de setembro de 2018 6:51 pm

      Cirista…

      O PROGRAMA do PT teve a mão do Haddad em 50%, é muito superior e mais realizável que o de seu candidato e Vc, caro Cirista, faz como a Globo e tenta não falar nisso…lamentável.

  4. Humberto Pereira - Democracia Radical

    15 de setembro de 2018 4:50 pm

    As pesquisas estão falhando em todo o mundo

    O que há é torcida. Pra mim, tá ótimo ou Haddad ou Ciro. Com toda a sofisticação, a sensação da população e os institutos nos EUA erraram feio a vitória de Trump (no sistema eleitoral distrital e indireto de lá, menosprezaram a maioria silenciiosa).

    Somente a eleição na hora H, por aqui. Antes, o chute é livre, com gráficos, análises e torcidas de todos os lados.

    A Frente Ampla Democrática é defendida por A. Singer (entrevista no Youtube, na USP) e os “extremos”, segundo Chico de Oliveira não são possiveis (acho que ele erra, apesar de ser um deus no meio). Como torcida, torço por Ciro Gomes que diminuirá a perigosa polarização, fanatismos de um lado e outro, é muito capaz, e não tem chefe político (nem é coronel , nem direita, que a outra torcida acredita, crê).

  5. Maiorca

    15 de setembro de 2018 4:57 pm

    Haddad avançando

    No Nordeste, Haddad cresce 7 pontos em 3 dias e vai a 20%

    15 de setembro de 2018eduguimDestaqueTodos os postsÚltimas notíciasFacebookTwitterGoogle+EmailWhatsAppTelegramCompartilhar77

    Impulsionado no novo Datafolha por seu crescimento no Nordeste, Fernando Haddad (PT) usará o horário eleitoral para falar à região. O filme, de conteúdo emocional, deve ir ao ar neste sábado (15). A peça aborda a relação de Lula com o povo e os feitos dele no território.

    “As marcas de Lula estão por todo o país, mas elas são mais fortes no Nordeste”, diz o herdeiro do petista. Motivo do investimento: só metade dos nordestinos identificam Haddad como o indicado do ex-presidente.

    Na comparação com o Datafolha anterior, de três dias antes, Haddad despontou sete pontos percentuais na região –o maior crescimento entre todas: de 13% para 20%. Nas demais, oscilou positivamente, mas dentro da margem de erro.

    Na última sondagem do Datafolha em que apareceu, Lula foi mencionado como o candidato preferido de 59% dos nordestinos. Por isso o esforço do PT em ampliar, na região, a transferência dos votos do ex-presidente para seu escolhido.

    FONTE: Blog da Cidadania

     

     

  6. Gabriel Moreno

    15 de setembro de 2018 6:37 pm

    Haddad, faça o favor de

    Haddad, faça o favor de sentar a bunda na cadeira no dia 1º de janeiro de 2019 e cassar imediatamente a concessão da Rede Globo. Não importa se isso, se aquilo, apenas compre essa briga. Vamos bancar isso. Lula livre!

  7. Humberto Pereira - Democracia Radical

    15 de setembro de 2018 7:57 pm

    assim termina André Singer na sua coluna de sábado na Folha
    “O enredo da crise, com essa troca de atores no centro do palco, pode tomar giros bastante imprevisíveis.”.intelectual do PT (não a serviço do PT )com vários livros ou só ou em conjunto que se dedicam sobre os anos Lula e Dilma. Alguma coisa pode-se encontrar na web e no Youtube longas entrevistas.Advertência: Leia por sua conta e risco. 

    1. Humberto Pereira - Democracia Radical

      15 de setembro de 2018 9:23 pm

      candidaturas [ economizem nas estrelinhas ]

      https://www.sensacionalista.com.br/2018/09/01/haddad-lanca-a-candidatura-sitio-e-de-lula-mas-esta-em-nome-de-outro/

  8. Adamsmithcomuna

    16 de setembro de 2018 12:16 am

    Eleitores do Bolsonaro estão planejando votar no Haddad.
    Candidato mais fácil de derrotar no segundo turno, único que perde para Bolsonaro nas pesquisas. Os eleitores do Bolsonaro querem dividir votos com o petista para garantir a ida dele ao segundo turno.

  9. Marcia Candido

    16 de setembro de 2018 1:12 pm

    Prefiro Geraldo Alckmin. Eu e

    Prefiro Geraldo Alckmin. Eu e minha família já escolhemos.

  10. Fragilinvestidor

    16 de setembro de 2018 4:58 pm

    Mais do mesmo para sempre condenar o BM
    Por que condenar uma política governamental que dá uma migalha ao Nordestino pobre?Qual a lógica desse discurso preconceituoso que demonstra, mais uma vez, que não conseguimos ir além da superficialidade num debate por demais importante, além disso numa sociedade que se diz Cristã?Pergunto: os Sulistas (Sudeste + Sul), em maioria, não votam exatamente nos candidatos, conservadores nos costumes e liberais  economia, em virtude do mesmo instinto de sobrevivência (migração do capital de sua região para o norte-nordeste, por exemplo) que os nordestino pobres e afligidos votam num partido que lhes proporcionou degustar um pouco da promessa capitalista/civilizatória (educação, emprego, liberdade para o consumo, etc.)? Lembrar que querendo ou não foram os governos do PT que tirou do afogamento pessoas antes condenadas ao submundo das oportunidades do capital, ao ampliar acesso à educação pública com qualidade para os menos abastados, criar empregos públicos para absorvê-los (já que foram beneficiados pelo dinheiro público em suas respectivas formações) e estimular a instalação de parques industriais no Nordeste.Como recuperar então o brasileiro pobre para a promessa civilizatória (iluminista) se esse caminho lhe é tomado desde que nasce? O capitalismo é cruel. Se não aproveitar a oportunidade no tempo adequado, as demandas da vida não lhe permitem mais refazer o caminho que na sua juventude  parecia tão promissor. Observo isso numa geração de engenheiros que estão se submetendo a ganhar pouco mais de 1 salário mínimo por 8 horas de trabalho num emprego temporário na instituição pública em que trabalho. Mais 2 ou 3 anos de crise, o sonho da maioria deles precisará de uma revisão para baixo.Nesses tempos de crise econômica (moral e intelectual também) o que mais vi nas ruas da cidade em que moro foi o aumento da circulação de veículos, nunca antes vistos, de marcas como: BMWs, Porsches, Audis, Lexus, Land Rovers, Mercedes, etc.Vi também a Bolsa de Valores ir à máxima histórica, com o desemprego aumentando e empresas fechando. A fortuna dos especuladores deve ter aumentado, presumo. Esses que tentam nos imputar a ideia de que o melhor é MENOS ESTADO.Nas Redes Sociais, “servidores públicos”, provavelmente oriundos das ainda boas universidades públicas que temos, bradando um ódio visceral a Lula e PT, e tudo que venha do Estado.  Questiono: por que então não abdicam de seus respectivos empregos públicos e enfrentam livremente a promessa corporativa do mercado de que “somos donos de nosso destino”?Poderia falar ainda da proporção quase irrisória do orçamento do Bolsa Família no Orçamento Público comparada, por exemplo, ao que o Estado brasileiro paga de juros da dívida, mas o texto iria ficar muito mais longo do que já está.Vamos falar sério, e com um pouco de lucidez, o Brasil está onde está muito em virtude de despender energia e tempo com temas que não têm o mínimo impacto numa caminhada necessária para um mínimo de civilidade, sem falar nesse moralismo tosco que nos faz estar num redemoinho sem rumo.Deve ser difícil prever o fim do Bolsa Família (uma previsão dessa não passa de um chute!). Como retirar essa migalha, que mal dá para sobreviver,  daqueles que não terão mais como retornar à roda, não tão gigante, de oportunidades proporcionada nesses pouco mais de 2 séculos de “prosperidade” do capitalismo? A riqueza do mundo não pode ser propriedade de apenas alguns territórios e um punhado de verdadeiros ricaços. Mais podemos optar irracionalmente pela autodestruição, é uma caminho vislumbrado por grandes pensadores preocupados com as contradições da história humana. Sobre o meu voto: estou entre Ciro e Haddad. Uma dúvida que considero legítima. 

  11. fragilinvestidor

    16 de setembro de 2018 8:42 pm

    Ah ah, sempre o pobre do nordestino

    CONDENAR O BOLSA FAMÍLIA?

     

    Por que condenar uma política governamental que dá uma migalha ao nordestino pobre?

     

    Qual a lógica desse discurso preconceituoso que demonstra, mais uma vez, que não conseguimos ir além da superficialidade num debate por demais importante, além disso numa sociedade que se diz cristã?

     

    Pergunto: os sulistas (Sudeste + Sul), em maioria, não votam exatamente nos candidatos, conservadores nos costumes e liberais na economia, em virtude do mesmo instinto de sobrevivência (migração do capital de sua região para o norte-nordeste, por exemplo) que os nordestinos pobres e afligidos votam num partido que lhes proporcionou degustar um pouco da promessa capitalista/civilizatória (educação, emprego, liberdade para o consumo, etc.)? Lembrar que querendo ou não foram os governos do PT que tiraram do afogamento pessoas antes condenadas ao submundo das oportunidades do capital, ao ampliar acesso à educação pública com qualidade para os menos abastados, criar empregos públicos para absorvê-los (já que foram beneficiados pelo dinheiro público em suas respectivas formações) e estimular a instalação de parques industriais no Nordeste.

     

    Como recuperar então o brasileiro pobre para a promessa civilizatória (iluminista) se esse caminho lhe é tomado desde que nasce? 

     

    O capitalismo é cruel. Se não aproveitarmos a oportunidade no tempo adequado, as demandas da vida não nos permitem mais refazer o caminho que na juventude parecia tão promissor. Observo isso numa geração de engenheiros que estão se submetendo a ganhar pouco mais de 1 salário mínimo por 8 horas de trabalho num emprego temporário na instituição pública em que trabalho. Mais 2 ou 3 anos de crise, o sonho da maioria deles precisará de uma revisão para baixo.

     

    Nesses tempos de crise econômica (moral e intelectual também) o que mais tenho visto nas ruas da cidade em que moro é o aumento da circulação de veículos, nunca antes vistos, de marcas como: BMW, Porsche, Audi, Lexus, Land Rover, Mercedes, Volvo etc.

     

    Vi também a Bolsa de Valores ir à máxima histórica, com o desemprego aumentando e empresas fechando. A fortuna dos especuladores deve ter aumentado, presumo. Esses que tentam nos imputar a ideia de que o melhor é MENOS ESTADO.

     

    Nas Redes Sociais, “servidores públicos”, provavelmente oriundos das ainda boas universidades públicas que temos, bradando um ódio visceral a Lula e PT, e tudo que venha do Estado.  Questiono: por que então não abdicam de seus respectivos empregos públicos e enfrentam livremente a promessa corporativa do mercado de que “somos donos de nosso destino”?

    Poderia falar ainda da proporção quase irrisória do orçamento do Bolsa Família no Orçamento Público comparada, por exemplo, ao que o Estado brasileiro paga de juros da dívida, mas o texto iria ficar muito mais longo do que já está.

     

    Vamos falar sério, e com um pouco de lucidez, o Brasil está onde está muito em virtude de despender energia e tempo com temas que não têm o mínimo impacto numa caminhada necessária para um mínimo de civilidade, sem falar nesse moralismo tosco que nos faz estar num redemoinho sem rumo.

     

    Deve ser difícil prever o fim do Bolsa Família (uma previsão dessa não passa de um chute!). Como retirar essa migalha, que mal dá para sobreviver, daqueles que não terão mais como retornar à roda, não tão gigante, de oportunidades proporcionada nesses pouco mais de 2 séculos de “prosperidade” do capitalismo? 

     

    A riqueza do mundo não pode ser propriedade de apenas alguns territórios e um punhado de verdadeiros ricaços. 

     

    Mas podemos optar irracionalmente pela autodestruição, é um caminho vislumbrado por grandes pensadores preocupados com as contradições da história humana.

     

    Sobre o meu voto: estou entre Ciro e Haddad. Uma dúvida que considero legítima.

     

     

  12. Roberto São Paulo-SP 2016

    17 de setembro de 2018 2:44 am

    Um cenário possível

    Os eleitores de Bolsonaro, e os eleitores  que restaram do PSDB podem votar em Ciro diante do  acelerado de Haddad, e teremos uma final Haddad-Manuela x Ciro-Kátia Abreu, para podermos comemorar antecipadamente.

    Isso se Haddad-Manuela não levarem no primeiro turno, tudo depende dos mais pobres que hoje votam em Bolsonaro acordarem e decidirem votar no PT, por mais emprego, contra a reforma trabalhista, contra a lei da terceirização e contra a reforma da previdência, o que não é díficil, muito pelo contrário.

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