15 de junho de 2026

Com dificuldade para alcançar Bolsonaro, Alckmin abre horário eleitoral com crítica às armas

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Jornal GGN – Com dificuldade para crescer nas pesquisas e alcançar Jair Bolsonaro, que peder apenas para Lula em intenções de voto para a Presidência, Geraldo Alckmin vai inaugurar seu horário eleitoral na sexta (31) com uma peça dramática inspirada numa propaganda inglesa contra o armamento. A informação é do Painel da Folha.

No vídeo, projéteis são disparados contra objetos que representam os problemas do Brasil – fome, desemprego, falta de saneamento. Ao final, quando uma bala está prestes a atingir uma menina, aparece a frase “Não é na bala que se resolve”, que Alckmin vem repetindo em entrevistas e debates.

A estratégia da campanha de Alckmin é chamar atenção de parte do eleitorado de Bolsonaro. Mas Bolsonaro está determinado a não facilitar para o tucano. Na coluna de Mônica Bergamo consta que o deputado voltou a circular por São Paulo, para a “surpresa” dos assessores de Alckmin, que perceberam que o adversário não pretende abrir mão dos votos no Estado.

Ainda que tenha vários anos de passagem pelo Executivo, em São Paulo, Alckmin só tem 14% das intenções de voto, embora seja conhecido por 99% da populaçao. Lula tem entre paulistas 27% das intenções de voto e Bolsonaro, 15%. Leia mais aqui.

Segundo o Painel, o “filme estrangeiro que inspirou a equipe de publicidade do tucano foi o ‘Kill the guns’, ou ‘Mate as armas’, em tradução livre. No fim da peça inglesa, a mensagem que aparece é: ‘Pare as balas. Mate as armas’.”

Ainda de acordo com a coluna, Bolsonaro, com apenas 8 segundos de TV, adotou estratégia diferente: vai pedir na propaganda eleitoral que os eleitores o sigam em suas redes sociais. Ele aposta na internet para contornar a falta de recursos, comparados com os de Alckmin.

Além disso, o deputado vai usar a filha de 7 anos em um dos filmes que já estão prontos. A ideia é atrair a atenção das mulheres, que podem ser decisivas nesta eleição e que, pelas pesquisas, formam o nicho com maior rejeição ao candidato do PSL.

Em debates e entrevistas na TV, Bolsonaro tem sido desestabilizado por conta de proposta que ferem os direitos dos trabalhadores e que não atendem à demandas feministas, como isonomia salaria entre homens e mulheres no mercado.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Jorge Luis

    30 de agosto de 2018 7:32 pm

    Acho ótimo que o Alckmin faça

    Acho ótimo que o Alckmin faça a campanha negativa focada no Bolsonaro para tentar pegar seus eleitores. Poupa o PT de ter de fazer essas críticas e o partido pode focar nas propostas e na tarefa de “colar” Haddad a Lula, através da campanha do 13.

Recomendados para você

Recomendados