Agildo Ribeiro, um dos maiores nomes do humor brasileiro, que influenciou gerações, inclusive me influenciou muito com seu humor e sarcasmo inteligente, morreu aos 86 anos, no Leblon, no Rio de Janeiro, na manhã deste sábado (28). Agildo sofria de problemas cardíacos.
O ator tem dezenas de trabalhos no teatro, cinema e TV. Agildo foi o primeiro ator a interpretar João Grilo, personagem central da peça “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna.
Em 1966, fez sucesso na peça “Roque Santeiro”, de Dias Gomes, interpretando Sinhozinho Malta. Em fevereiro de 1976, participou de um espetáculo chamado Alta Rotatividade – comédia na qual contracenava com as atrizes Leila Cravo e Rogéria e o ator Ary Fontoura.
Entre os destaques na TV estão os trabalhos em 1970 –
Topo Gigio, “O Planeta dos Homens” (1976), seu programa próprio, chamado de “Estúdio A… Gildo” (1982), 1989/90 –
Cabaré do Barata (Rede Manchete),1993/94 –
Não Pergunta que eu Respondo (SBT), “Escolinha do Professor Raimundo” (1999) e “Zorra Total” (1999). O último trabalho do ator foi no humorístico “Tá no Ar: a TV na TV”.
Já no cinema, seus trabalhos mais recentes foram em “Casa da Mãe Joana” (2008) e “O homem do ano” (2003).
Agildinho, como era conhecido na infância, se inspirava na realidade para fazer graça desde criança. “Eu sou muito observador, tenho um ouvido incrível. Tenho mania de imitar os outros e a imitação é o caminho inicial para fazer um tipo”, dizia Agildo.
Em março de 2018, o ator foi homenageado no Prêmio do Humor, evento idealizado e apresentado por Fábio Porchat.
Em 2012, Agildo Ribeiro descobriu que tinha um filho, na época, com 47 anos. Marcelo Galvão é de uma relação de Agildo em 1965. Em um encontro com o rapaz durante o programa “Fantástico”, em 2013, o ator descobriu também que era avô de uma menina.
Ao longo da vida, o ator teve diversos casamentos, incluindo com as atrizes Marília Pera e Consuelo Leandro. Seu último casamento foi com a atriz e bailarina Didi Barata Ribeiro. Os dois ficaram juntos durante 35 anos. Didi morreu em 2009.
peregrino
28 de abril de 2018 7:55 pmputz……………………….
era muito bom mesmo
com seu Topo Gigio, suavidade pura, muitos da nossa idade conquistaram suas namoradinhas, também suaves
que siga em paz
AMORAIZA
28 de abril de 2018 10:27 pmAgradeço por sua vida, Agildo
ela fez, em muitos momentos, a minha vida ficar mais alegre.
[video:https://youtu.be/IF1iD5zoUDI%5D
[video:https://youtu.be/SuK7CSuKwgk%5D
Tadeu Silva
29 de abril de 2018 4:35 amAgildo
Ele e o Costinha eram o máximo!
Sérgio Ouro Preto
29 de abril de 2018 10:43 amLembro-me de um personagem em
Lembro-me de um personagem em que ele imitava um político. Faziam uma acusação a ele é ele respondia, com muita ênfase, imitando o Paulo Maluf: “eu nego!”
AMORAIZA
29 de abril de 2018 10:43 pmAli Babaluf
[video:https://youtu.be/3I86lFR7ECg%5D
René Amaral Junior
29 de abril de 2018 12:36 pmConheci brevemente, num bar
Conheci brevemente, num bar aqui em Petrópolis, na uma hora e pouco que ficamos juntos conheci um sujeito bom, carinhoso e gentil, mesmo com um ilustre desconhecido. Engraçadíssimo, espirituoso e também irônico..Não se perdeu só um genial humorista e comediante, foi-se uma alma iluminada. .Vai fazer falta ao mundo.
René Amaral Junior
29 de abril de 2018 12:37 pmConheci brevemente, num bar
Conheci brevemente, num bar aqui em Petrópolis, na hora e pouco que ficamos juntos conheci um sujeito bom, carinhoso e gentil, mesmo com um ilustre desconhecido. Engraçadíssimo, espirituoso e também irônico..Não se perdeu só um genial humorista e comediante, foi-se uma alma iluminada. .Vai fazer falta ao mundo.
JB Costa
29 de abril de 2018 1:30 pmUm grande artista, sem
Um grande artista, sem dúvida. Interessante é que era filho de uma figura histórica, Agildo Barata, um militar que integrou o rol dos chamados “Tenentes” e que posteriormente abraçou a causa comunista.Decerto uma personalidade austera e destoante do herdeiro. O próprio Agildo especulava como o pai com formação militar e engajado politicamente reagiria tendo um herdeiro comediante.
Ruy Acquaviva
29 de abril de 2018 7:55 pmAmbos devem ser lembrados e valorizados
Inclusive ele adotou o nome artístico de Agildo Ribeiro, tirando fora o nome Barata para evitar a evocação do nome do pai, procurando com isso trilhar seu próprio caminho. Infelizmente hoje ninguém mais lembra quem foi o grande Agildo Barata.
Também infelizmente são poucos os que se lembram do Agildo Riberio, um grande comediante que conseguiu fazer seu próprio caminho, sem ficar a sombra do pai, coisa muito difícil para quem tem pais muito famosos.
Acho que ambos, cada um na sua área, devem ser lembrados e valorizados.
AMORAIZA
29 de abril de 2018 10:42 pmNão só no Brasil
[video:https://youtu.be/E7M3a8zd3Lg%5D
[video:https://youtu.be/lYkwow0VlGw%5D
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