10 de junho de 2026

Tacla Durán diz que parceiros da Lava Jato mentem para incriminá-lo

Foto: Reprodução/TV Senado

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Jornal GGN – O ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán divulgou nota à imprensa afirmando que os colaboradores da Lava Jato estão “desesperados” e mentem para ajudar a força-tarefa a incriminá-lo. A afirmação foi uma resposta a depoimentos prestados por réus e delatores da Odebrecht e UTC, que afirmaram à Justiça do Paraná que Durán era um doleiro que forjava contratos para lavar dinheiro de corrupção.

“Esses dois cidadãos já foram desmentidos por mim na CPMI da JBS com provas e estão desesperados em sustentar as mentiras que contaram durante o acordo de colaboração premiada para não perderem seus benefícios e nem os recursos que ocultaram da Justiça”, disparou Durán.

Investigado na Lava Jato, Durán ganhou os holofotes de parte da imprensa nacional quando denunciou um suposto esquema de suborno envolvendo os acordos de delação premiada. Ele afirma ter provas de que o amigo pessoal do juiz Sergio Moro, Carlos Zucolotto, lhe cobrou cerca de 5 milhões de dólares “por fora” para colocar “DD” na negociação de um acordo de delação com os procuradores de Curitiba. 

Ex-diretor financeiro da UTC, Walmir Santana disse em sua delação que procurou o escritório de Durán para fazer “operações de caixa 2″. Já o consultor da Odebrecht Olívio Rodrigues afirmou que conhecia Durán pessoalmente e que ele atuava como doleiro.” Os ajudantes da Lava Jato disseram que Durán fazia “contrato fictício de serviços”, com emissão regular de notas fiscais, e em até 48 horas, devolvia os recursos lavados para o empresário.

“No caso de Olívio Rodrigues Junior, que nunca tive contato telefônico ou via e-mail, o mesmo, me acusa mencionando o sistema Drousys que ele mesmo instruiu e pagou para fraudar. Walmir Pinheiro, mentiu que esteve comigo na garagem da UTC mas nunca submeteu seu celular para a Policia Federal periciar e constatar que nunca esteve comigo naquele local e em nenhum outro em qualquer ocasião”, apontou Durán, em nota.

Tacla Durán foi ouvido na CPMI da JBS, ocasião em que negou ter atuado como doleiro e afirmou que o sistema Drousys, utilizado pela Lava Jato para extrair documentos que atestam as delações premiadas da Odebrecht, foi manipulado durante a operação e, por isso, deve ser descartado como evidência.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

1 Comentário
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  1. jossimar

    6 de março de 2018 1:16 pm

    Depois de tentarem

    Depois de tentarem desacreditar o documento apresentado pelo duplo expresso tentam desacreditar o Tacla Duran.

    Ora, qualquer imbecil já percebeu que a lava jato é uma operação criminosa que atua contra os interesses do Brasil e seu objetivo oculto(não é mais) é tirar o Lula do páreo.

    Basta verificar que a lava jato ATACOU E DESTRUIU TODOS os projetos de interesse do país em sua tentativa de inserção na geopolítica mundial. Voltamos a ser uma republiqueta de bananas, com golpe militar e tudo.

    As pesquisas divulgadas esta semana atestam que as pessoas estão começando a ver quem é o pilantra do Judge Murrow.

    LADRÃO, BANDIDO, TRAIDOR, SAFADO.

    O PILANTRA JÁ ESTÁ SE PREPARANDO PARA FUGIR PARA OS EUA.

    A grande dúvida é: Como e porque permitiram que um juizeco de primeira instância de uma comarca do interior do país destruísse o Brasil?

    Quem conseguir descobrir isto ganhará o prêmio pulitzer.

    Eu desconfio que dois motivos levaram a isto: CHANTAGEM E DINHEIRO, MUITO DINHEIRO.

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