Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – A juíza de Direito substituta da 16ª Vara Federal de Curitiba Beatriz Fruet de Moraes acolheu, em caráter liminar, um pedido do ministro da Saúde, Ricardo Barros, e determinou que o Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná e a União dos Policiais do Brasil retirem das redes sociais e de outdoors espalhados pela cidade algumas peças de propaganda contra a reforma da previdência.
Na ação, Barros sustentou que teve sua imagem ferida pela contra-propaganda que diz que “o projeto [da reforma] deles pode acabar com sua aposentadoria. Não deixe que eles ajam contra você. Não ao fim da aposentadoria.”
Barros foi eleito deputado federal e virou ministro quando Michel Temer foi alçado ao lugar de Dilma Rousseff. Na justiticativa, a juíza observou que a propaganda não deixa claro ao público quem são os deputados aptos a votar na reforma e de quem é a proposta original.
A juíza entendeu que “as informações veiculadas pela parte requerida nos outdoors e nas redes sociais (…), por seu caráter genérico e de negativa explícita pelo autor, podem lhe causar sérios prejuízos quanto a sua imagem e honra pública e privada.”
Ela determinou que o Sindicato e a União “excluam das redes sociais e dos outdoors indicados na petição inicial (todos neste Município de Curitiba), as indicações em relação à pessoa do autor, bem como as referências a este, inclusive fotos e indicação do seu nome bem como se abstenham de fazer novas publicações idênticas como estas neste Município de Curitiba ou nas redes sociais, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena de incidência de multa diária a ser fixada por este Juízo em caso de comprovado descumprimento desta ordem.”
A juíza ainda apontou que será necessário agendar uma data para audiência de conciliação entre as partes.
Autos nº 33777-59.2017.8.16.0001
AMORAIZA
13 de dezembro de 2017 4:33 pmTendí não
Tive que ler duas vezes.
O ministro do temer não quer ser associado às ações do temer?
Acuma?
Bom, é no paraná. Isso pode explicar.
Fábio de Oliveira Ribeiro
13 de dezembro de 2017 5:00 pmO jurista Rubens Casara
O jurista Rubens Casara escreveu um excelente livro criticando a espetacularização do processo, mas parece que para se tornar “objeto de consumo midiático sujeito às regras do campo jornalístico” a justiça tem que primeiro se prostituir nos gabinetes dos Ministros do usurpador.
Anarquista Lúcida
13 de dezembro de 2017 5:27 pmTítulo a la GGN… Diz algo diferente do que a matéria mostra
Como um comentarista acima já mostrou, ao entender o título e pensar que a matéria fosse sobre um desejo do ministro de se disassociar da reforma do Temer, quando ele apenas quis impedir propagandas contra ela.
Geraldo Galvão
13 de dezembro de 2017 6:57 pmM as não é querer se
M as não é querer se disassociar da reforma da previdência que isso significa?
“A juíza entendeu que “as informações veiculadas pela parte requerida nos outdoors e nas redes sociais (…), por seu caráter genérico e de negativa explícita pelo autor, podem lhe causar sérios prejuízos quanto a sua imagem e honra pública e privada.””
Anarquista Lúcida
13 de dezembro de 2017 7:11 pmIndireta/ Mas a reaçao dele foi objetiva/ contra a denúncia
Pode até ser que a motivaçao dele seja essa, mas na prática o que ele fez foi, usar o fato de ser citado para coibir as denúncias CONTRA a proposta de reforma.
André Anlub
13 de dezembro de 2017 7:04 pmGancho
Nas entrelinhas dá para entender claramente que ele usou desse subterfúgio para não ser associado com as mudanças contra o povo! Foi oportunista, pegou um gancho, aproveitou da propaganda invasiva e colocou esse argumento na questão! Mas no fundo sabemos o real motivo! O problema – para ele – é que vivemos tempos de internet, e nomes não serão esquecidos! Outdoor é coisa para fracos!
James Gressler
13 de dezembro de 2017 10:39 pmmm
Sempre tem uma togazinha à espera da Consagração.
Vai o cara querer também se dissociar do casório nababesco victorioso lambuzado de ovo?
Raul Capablanca
13 de dezembro de 2017 5:36 pmministro alles scheisse
alles scheisse
Avelino de Oliveira
13 de dezembro de 2017 7:24 pmCaro Nassif
Ele não que ser
Caro Nassif
Ele não que ser associado ao golpe que ajudou?!
Ele não quer ser associado aos 20 anos de congelamento do orçamento público?!
Agora não quer ser associado á propaganda da Previdência que ferra o brasileiro??????
Mais falso do que isso, só as desculpas dos garotos trairas de Curitiba, da CPMI da JBS.
Haja.
Alan Souza
13 de dezembro de 2017 8:14 pmFalar em reforma da Previdência…
Muita comemoração aqui em Brasília, entre os servidores públicos, pelo anúncio do adiamento da votação da reforma pra fevereiro de 2018.
Luis Fraga
14 de dezembro de 2017 2:56 amTrocando em miúdos…
Eles querem fazer e acontecer, mas não querem que seus eleitores percebam o quanto são fdp.
Gustavo Loyola
19 de dezembro de 2017 2:46 pmTá com medinho é???
Tá com medinho é???