4 de junho de 2026

Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment

Foto: Ricardo Stuckert Filho

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Jornal GGN – A defesa da presidente deposta Dilma Rousseff vai requerer a juntada da delação de Lúcio Funaro sobre o uso de dinheiro da JBS por Eduardo Cunha, para comprar votos a favor do impeachment, na ação que está no Supremo Tribunal Federal, com o objetivo de anular o golpe de 2016. 

Na delação, Funaro afirmou que Cunha recebeu recursos da JBS para distribuir entre deputados que prometessem dar voto a favor da saída de Dilma do poder. 

A defesa da petista já sustenta no pedido de anulação que Cunha usou o impeachment como vingança pessoal e para “estancar a sangria” da Lava Jato, em conluio com a cúpula do PMDB.

“Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade”, diz a defesa de Dilma.

Abaixo, a nota completa.

Defesa vai usar delação de Funaro para pedir anulação do impeachment*

 
1. Desde o início do processo de impeachment, a defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff tem sustentado que o processo de impeachment que a afastou da Presidência da República  é nulo, em razão de decisões ilegais e imorais tomadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e por todos os parlamentares que queriam evitar “a sangria da classe política brasileira”.
 
2. Agora, na delação premiada do senhor Lúcio Funaro, ficou demonstrado que o ex-deputado Eduardo Cunha comprou votos de parlamentares em favor do impeachment.
 
3 – A defesa de Dilma Rousseff irá requerer, nesta terça-feira, 17 de outubro, a juntada dessa prova nos autos do mandado de segurança, ainda não julgado pelo STF, em que se pede a anulação da decisão que cassou o mandato de uma presidenta legitimamente eleita.
 
4. Entendemos que na defesa da Constituição e do Estado Democrático de direito, o Poder Judiciário não poderá deixar de se pronunciar a respeito, determinando a anulação do impeachment de Dilma Rousseff, por notório desvio de poder e pela ausência de qualquer prova de que tenha praticado crimes de responsabilidade.
 
José Eduardo Cardozo
Advogado da Presidenta Eleita Dilma Rousseff

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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13 Comentários
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  1. DudaS

    16 de outubro de 2017 4:09 pm

    Meu Deus do céu, como são

    Meu Deus do céu, como são Néscios e incoerentes essa turma da Dilma.

    Se Lula quiser ter alguma chance tem que se deslocar dessa anta com a maior velocidade possível.

    Em primeiro lugar, o processo está com Alexandre de Moraes, indicado a dedo por Temer. Como ele não é néscio como a Dilma o foi, certamente não desengavetará o processo.

    Em segundo lugar, como assim basear a anulação do processo “em delação” ?

    Qual a prova que o tal funaro apresentou ? Que conversa é essa ?

    Então quer dizer que agora a Dilma advoga o uso de delações sem provas ?

    Aliás, de acordo com lei que ela própria referendou…

    Advinha se daqui a pouco não a usariam para botar no rabinho dela novamente, como já o fizeram inúmeras vezes ?

    Ademais, é óbvio que na votação houve compra de ambos os lados, isso várias delações já disseram.

    Porém não cabe ao STF interferir nesse processo, que foi político, feito pelo congresso nacional.

    Mas é incrível, é muita ingenuidade, que chega a ser até burrice do PT, Dilma e setores da esquerda insistir nessa tese grotesta de anulação e retorno da Dilma, é uma piada, só pode ser. É uma total cortina de fumaça que despista dos principais problemas da atualidade do País e mesmo da questão da esquerda e sua possível união ou não para as eleições 2018.

     

     

    1. João Luis

      16 de outubro de 2017 10:34 pm

      Oh meu Deus do Céu como são

      Oh meu Deus do Céu como são néscios e incoerentes você!

      Se a Dilma ganha essa ação, ótimo. Acabou o golpe.

      Se a ação é negada porque delação não é prova, ótimo. Inocenta Lula.

      Realmente como são néscios e incoerentes o PSOL SEM VOTO E GOLPISTA que tem a pretensão de ser a união de toda a esquerda!

      Oh meu Deus do céu hallelluja Senhor!!! Ashuriandas gavarás labashurias cantararamás!!! Em nome do Senhor dos Exércitos!!!

      Como são néscios essa turma!!!! Meu Deus do céu!!!!

       

  2. Lopes Jr

    16 de outubro de 2017 4:11 pm

     
    Mas a Cármen Lúcia só vai

     

    Mas a Cármen Lúcia só vai pautar essa Mandado de Segurança após o término do mandato, ou seja, lá pelo ano de 2019.

  3. Gilson AS

    16 de outubro de 2017 5:02 pm

    Dilma minha nega, esquece
    Dilma minha nega, esquece isso. Já era !
    Jamais irão colocar em votação o cancelamento do golpe .
    Esqueceu que foi com STF e tudo .
    Concorra uma vaga no Senado por MG, quem sabe não terá uma chance de sacanear o Aécio.

    Infelizmente já era! Chance zero de cancelarem o golpe.

    Vida que segue !

    1. Orlando Soares Varêda

      16 de outubro de 2017 8:01 pm

      De fato Gilson AS. Não há o

      De fato Gilson AS. Não há o menor resquício que permita alguma dúvida. Vosmecê tá certíssimo. Seria como tentar afrontar o brilho intelectual, e a candura moral do constitucionalista Michel temer e quadrilha, digo, Padilha.

      Estes, partes do grupo acoitados no Palácio da Alvorada. Todos, membros da quadrilha viabilizadas pelos golpistas, do qual suas excrescências são mentores institucionais, pois foram os legalizadores, por assim dizer, da opereta-bufa que, há mais de ano, está em cartaz nesse randevú em transformaram o país.

      Engraçado…ora, alguns de seus mentores, são consultados a emitir parecer crítico, à peça de trampolinagem da qual são parceiros.

      Mas meu caro Gilson. Ainda assim, como diria o aecinho do Pó, mesmo sendo apenas pra sacanear com as caras dos marajás do Teatro de Revistas. Vale à pena sim! Obrigá-los a ter que colocar a bunda branca e obesa em cima dessa partitura, até o fundo da cadeira apodrecer, ou, de ambos, cadeira e bunda.

      Ao menos os estrangeiros, a quem esses merdas tanto referenciam, teria mais assuntos para rirem desses restos de revistas&monturos da casa-grande.

      Orlando

    2. João Luis

      16 de outubro de 2017 10:39 pm

      Sim Dilminha querida minha

      Sim Dilminha querida minha nega meu amor esquece essa bobagem de se defender!

      Esquece o seu nome e a sua honra minha nega fulô do meu coração!

      Entra pra história como criminosa minha nega querida!

      Não se defenda não, o Gilson AS acha que é bobagem minha nega!

      Ô minha nega que bobagem! Vida que segue minha nega! Entra pra história como corrupta mesmo!

       

  4. Spartaco M. S. Carlos

    16 de outubro de 2017 6:03 pm

    Anulação da verdade

    Não quero ser desmancha prazeres mas quem teve estômago para acompanhas as “notícias” viu que, em seguida ao vídeo do Funaro a gRoubo já colocou o vídeo o Joesley dizendo que houve compra de votos para o “outro lado” .

    É certo que não soube citar nomes mas “isto não vem ao caso”.

  5. alexis

    16 de outubro de 2017 7:01 pm

    Correto

    Essa é a solução mais correta para acabar com este golpe e fazer uma transição para as eleições de 2018

  6. vera lucia venturini

    16 de outubro de 2017 7:25 pm

    Tudo bem. Mas para que dê

    Tudo bem. Mas para que dê certo tem um ritual a ser cumprido:

    1 – Antes de protocolar o pedido a Dilma tem que ir numa loja da IKEA e comprar uma cadeira.

    2 – Colocar essa cadeira num chalé de frente a uma janela envidraçada, sentar e ficar vendo a neve cair.

    No Brasil não tem Ikea e não neva? Então desiste. No dia em que nevar nessa época do ano teremos finalmente um STF republicano como os tribunais dos países nórdicos. Por ora o que temos é um Judiciário paraguaio que nem originalidade tem. Precisou copiar o golpe do Paraguai pra ferrar com a nação brasileira.

    Agora já foi mas sabe qual a receita que você deveria ter seguido Dilma? O da Venezuela. Enfrentar os golpistas e pensar no pais e não na sua biografia. Maduro fez isso e está dando de lavada nos americanos. Acabou de ganhar uma eleição.

  7. Josefino

    16 de outubro de 2017 7:27 pm

    Será que vai dar para usar a

    Será que vai dar para usar a delação do Pallocci para encanar o Lula?

  8. Frederico69

    16 de outubro de 2017 7:57 pm

    desperdício de tempo. o processo tá na mão do careca!

    tudo sob o rigoroso controle da orcrim!

  9. joel lima

    16 de outubro de 2017 8:08 pm

    Tendo como advogado o Zé

    Tendo como advogado o Zé Cardoso, esquece. Se tivesse um Marcio Thomaz Basto – bem, se fosse MTB, nem impeachment teria havido, provavelmente. Dilma tem um dedo certeiro pra escolher o pior candidato a qualquer coisa. Só acertou com o Aragão, mas aí já era tarde demais. Como sempre, o timing de Dilma é um desastre. 

  10. joel lima

    16 de outubro de 2017 10:29 pm

    O momento que decidiu a queda

    O momento que decidiu a queda de Dilma foi quando ela voltou pra trás pra nomeação do Lula pra casa civil. Ela tinha que ter lembrado ao STF que quem nomeia ministro é só presidente e o STF não tinha nada a a ver com isso. Mas não = fez tudo o que os golpistas quiseram e assinou docilmente o impeachment dela – parecendo que ela se livrava de um fardo Às custas de colocar uma das piores quadrilhas no poder. 

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