Por Motta Araujo
http://www.group30.org/members.shtml
GRUPO DOS TRINTA – A CÚPULA DA FINANÇA MUNDIAL – Criado em 1978 com seu primeiro orçamento pago pela Fundação Rockefeller, esse ilustre grupo de discussões sobre a economia mundial conta com apenas trinta membros, todos importantes financistas e economistas de expressão internacional, de grande peso e influência política.
Seu patrono é Paul Volcker, o emblemático ex-Presidente do Federal Reserve, banco central dos EUA. O atual presidente do Grupo dos Trinta é Jean Claude Trichet, ex-Governador do Banco Central Europeu e seu vice é Jacob Frenkel, o respeitado e influente ex-Governador do Banco Central de Israel.
Entre os brasileiros, Roberto Campos foi membro fundador do Grupo, da Argentina, Domingo Cavallo, a lista está acima no link, é realmente a nata dos grandes bancos e dos bancos centrais, além de financistas de renome mundial.
As trocas de informações do grupo permite uma formação consensual de pontos de vista sobre as economias do vários países e das tendências da economia global, cada qual informando os outros sobre a economia de seus países.
É nesse tipo de petit comitée que se constroem as percepções das tendências que aparecem depois na imprensa financeira global, influenciando os ratings e avaliações de investidores, além do FMI, Banco Mundial, BIS e BCE.
No Brasil atual que eu saiba o nome ligado ao grupo é Arminio Fraga.
Os Rockefeller gostam de criar esses grupos, nos anos 60 fundaram a Comissão Trilateral, ainda no tempo da Guerra Fria, com um sentido mais geopolítico do que econômico, o Grupo dos Trinta é mais focado em finanças e incorpora evidentemente o credo neoliberal da ortodoxia econômica como uma espécie de agenda básica.
O que é relevante no Grupo é que não são academicos mas sim homens políticos de grande experiencia prática e que dispõe de uma rede de relacionamentos que poucos outros grupos podem acumular.
Francisco Ernesto Guerra
22 de dezembro de 2013 3:04 pmIluminti
A canalha acima descrita é a fina flor iluminati.
São os mesmos que se reunem sob a bandeira BIlderberger, com seus rituais… em homenagem à Molock?.
São os representantes do capital internacional. Com os “estrangeiros” do tipo Rockfeller.
São aqueles que perderam o poder, mas ainda não acreditam que o perderam.
São aqueles que acreditaram em Fukushima, que a evolução da humanidade estagnou após a ascensão do neoliberalismo..
E, o AA, não desiste. Louvemos sua persistência.
Motta Araujo
22 de dezembro de 2013 6:39 pmMeu caro, vc é muito mal
Meu caro, vc é muito mal informado. Fukushima nunca foi um intelectual para fazer filosofia da Historia, falta-lhe cultura e reflexão. Quando publicou seu pastiche O FIM DA HISTORIA, a comunidade academica americana o colocou como um impostor, liquidou com seu livro-tese completamente idiota e superficial, um pensador frivolo e ligeiro, sem embasamento.
Fukushima, mero analista da Rand, se desculpou e confessou o erro de sua tese burra.
Os membros do grupo dosTtrinta jamais seriam guiados por peso tão leve, é gente infinitamente mais culta., informada e experiente do quem um reles Fukushima, portanto vc errou seu tiro, Fukushima não tem importancia alguma.
E não adianta reclamar, essas pessoas são a nota da influencia, conexões e alavancas do poder mundial, é uma realidade e contra a realidade não adianta jogar pedras.
Daytona
22 de dezembro de 2013 7:26 pmAraújo, o equivocado é você.
Araújo, o equivocado é você. A ortodoxia liberal é baseada nos mesmos pressupostos escatológicos(o “longo prazo”, no caso da ortodoxia) que guiaram o trabalho teórico de Fukushima.
Motta Araujo
22 de dezembro de 2013 8:06 pmNada a ver. A ortodoxia
Nada a ver. A ortodoxia liberal vem de fontes muito mais limpidas como Adam Smith, David Ricardo e a Escola Austriaca e sua revisão neoliberal tem como inspiação Friedirich von Hayek mos anos 40.
Daytona
23 de dezembro de 2013 3:14 amRealmente, nada a ver seu
Realmente, nada a ver seu comentário, não sabe nem o que é ortodoxia, que é a teoria baseada principalmente na teoria neoclássica, que possui dentre seus pressupostos o equilíbrio no longo prazo.
Smith e Ricardo eram Liberais Clássicos, Ricardo previa a estagnação no longo prazo(o Estado Estacionário). A escola austríaca(da qual Hayek faz parte, o que denota sua completa falta de conhecimento acerca das vertentes do pensamento econômico)é, como o próprio nome já diz, uma escola à parte, bastante desprestigiada no meio acadêmico, dada a incosistência de suas teorias.
E o colega do comentário acima está certo, não se trata da usina nuclear, mas do cientista político.
joselacerda
23 de dezembro de 2013 1:33 amJaponês trocado
Acho que vocês trocaram o nome do japonês. Parece que estão se referindo ao Francis Fukuyama. Fukushima é o nome da cidade em que o tsunami engoliu a usina nuclear. De qualquer modo, faz algum sentido a confusão dos nomes…
DURVALDISKO
22 de dezembro de 2013 7:04 pmRoberto Campos era um
Roberto Campos era um teórico admirável,um político medíocre e um empresário desastrado.Quebrou duas instituições finaceiras.Seu mundo onde desfilava sua vaidade era o Itamarati e, ainda assim, podia dizer-se que lembrava um servidor do Departamento de Estado,em tudo e por tudo.
Motta Araujo
22 de dezembro de 2013 8:08 pmCampos nunca foi técnico em
Campos nunca foi técnico em nada, era um pensador de economia politica, não era e nunca foi empresario, foi usado em algumas avneturas empresariais de outros e sua vaidade era nenhuma, tinha outros defeitos mas não a egolatria.
Flavio Martinho
22 de dezembro de 2013 9:19 pmEsses Grupo dos trinta
Esses Grupo dos trinta esteve/está, andou/anda mal. Tem alguma coisa de errado. Melhor do que o tal Campos – indio com portugues lá pras bandas do Mato Grosso, portanto um caipirão que lapidado em seminário/internato de padre, havia outros até mesmo banqueiros como o Walter Moreira Salles. Muito mais influente e poderoso. Só esse grupo estivesse interessado mais em informação, somente. Esse Fraga, hoje incensado… Sou muito mais o Daniel Dantas que, aos poucos, está construindo um patrimonio arretado.