Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro foi à rede nacional nesta terça-feira (31/03) para falar novamente sobre a pandemia do coronavírus, mas com um viés completamente diferente daquele recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Se fecharmos ou limitarmos movimentações, o que acontecerá com essas pessoas que tem de ganhar o pão de todos os dias? Cada país baseado em sua situação deveria responder a essa questão”, disse Bolsonaro, distorcendo o pronunciamento do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, e se esquecendo da parte onde ele pede que os governos mantenham a população informada sobre as medidas tomadas e deem suporte a quem mais precisa nesse momento.
Depois de falar de medidas tomadas por outras pastas para o combate à pandemia – como o adiamento de dívidas e a entrada de 1,2 milhão de famílias no Bolsa-Família – , o presidente também usou seu pronunciamento para insistir no uso da cloroquina para tratamento da COVID-19, mesmo depois que foram registrados casos de envenenamento pela medicação em outros países.
E o presidente menosprezou as mortes já registradas pela pandemia: “O coronavírus veio e um dia irá embora, infelizmente teremos perdas neste caminho. Eu mesmo já perdi entes queridos e sei o quanto é doloroso”. Bolsonaro ainda usou a fala de Adhanom – “toda vida importa” – para insistir na questão de se “evitar a destruição de empregos, que já vem trazendo muito sofrimento para os trabalhadores brasileiros”.
“Repito: o efeito colateral das medidas de combate ao coronavírus não pode ser pior do que a própria doença”, disse Bolsonaro. Ou seja, o show de horrores do pronunciamento foi equivalente ao do discurso feito em 24 de março.
anna riso
31 de março de 2020 8:57 pmnão tenho mais adjetivos para essa pessoa e seus ministros
Robson Santos
31 de março de 2020 9:12 pmQuem sustenta esse bozo… ? quem respalda sua “loucura”… quem ganha com isso!!??
Carlos Elisio
31 de março de 2020 9:57 pmJá deram descarga neste sujeito, mas como vaso está entupido demora um pouco a descer. Mas desce, e leva junto tudo o que entope a latrina.
Thiago Bronstein
31 de março de 2020 10:27 pmPosso está errado mas acho que Jair recuou e moderou, a Imprensa corporativa amanhã deve atentar mudar o jogo à fator de Jair, a conferir.
Schell
31 de março de 2020 10:31 pmSó mesmo as ditas otoridades brasileiras conseguem conviver com a insanidade bolsonariana que, diga-se, estende-se pelos filhos, apaniguados, olivais-pijamosos et caterva. Não só sociopata, mas, psicopata.
Oscar Filho
31 de março de 2020 10:48 pmPenso que não devemos mais chamar o presidente de Bozo. Sua conduta não é circense mas de alguém com potencial de produzir uma convulsão no País. Suas atitudes não são de um palhaço mas de um terrorista.
Marcos Videira
1 de abril de 2020 1:41 amBolsonaro é um zumbi na presidência.
O fascismo miliciano, com apoio dos militares entreguistas, é um estrondoso fracasso. Por tudo isso, eu quero NOVAS ELEIÇÕES.
Antonio Francisco das Neves
1 de abril de 2020 6:22 amNotícias de hoje:
1 – Ministro do STF manda PGR analisar pedido de afastamento de Bolsonaro
2 – Deputados entregam petição com um milhão de assinaturas pedindo impeachment de Bolsonaro
3 – Coronavírus: Bolsonaro chama Moro de egoísta e diz que não ajuda governo em crise
Parece o refrão daquela bela música: eu falei com a morena que o trem tá feio.
Essas notícias podem ser lidas no Yahoo
claudio marcos
1 de abril de 2020 8:47 amÉ a fala de um candidato a ditador, alguém que quer fazer valer o que pensa mesmo contrariando a ciência e o bom senso. Agora se entende porque mandou que se fizesse um estudo para a promulgação do estado de sítio, que por sorte do país, ainda há inteligência nas forças armadas.
Marcio André Trintin
1 de abril de 2020 3:27 pmSe Bolsonaro adora cloroquina, que tome bastante, até encher os tubos. Se sobreviver, então poderemos começar a pensar nisso. Mas, para provar a credulidade, tem que tomar em público, em Cadeia Nacional de Rádio e Televisão, com auditoria idônea presdente. Vamos lá, presidente! #tomecloroquina.