A estratégia da chapa Ciro-Lula em prol de um projeto nacional de desenvolvimento, por Cássio Moreira

Atualmente, a ideologia neoliberal domina o discurso hegemônico, talvez em virtude da completa despolitização e a falta de consciência social da nosso população sobre a necessidade de um projeto nacional

A estratégia da chapa Ciro-Lula em prol de um projeto nacional de desenvolvimento

por Cássio Moreira

Recentemente Ciro e Lula se encontraram em segredo, em setembro, para aparar suas arestas. Na entrevista que Ciro deu ao canal Meteoro já era perceptível a mudança de tom no discurso mais ameno do pedetista em relação ao petista. Ciro foi ministro de Lula e já havia declarado que a chapa dos seus sonhos era Ciro-Haddad, visto que Lula encontrava-se preso e inelegível. Entretanto, a partir da não obtenção do apoio do PSB, nas eleições de 2018, muito em virtude da pressão do PT, começou a se aprofundar as críticas ao PT (depois apenas ao lulismo) e, por consequência o afastamento dos dois. Contudo, a conversa é o alimento da política, ainda mais entre dois dos maiores quadros de esquerda da política nacional como é o caso de Lula e Ciro.

Ainda em 2017, o professor Bresser-Pereira,  no lançamento do manifesto “Projeto Brasil Nação”, salientou que: “intelectuais não resolvem muita coisa” […], nós precisamos de políticos, e essa tentativa de “desmoralização” dos políticos hoje é uma coisa muito grave; […] no processo de elaboração desse projeto eu resolvi chamar o Ciro Gomes e o Fernando Haddad para discutir com eles esse novo desenvolvimentismo, ou seja para discutir com eles esses cinco pontos que estão aí. […] Eu vejo nesses dois políticos […] nós precisamos que alguns políticos como eles, que sejam capazes de comandar esse processo de renovação das ideias nacionalistas, desenvolvimentistas e sociais brasileiras […] pois o Brasil precisa voltar a ser uma nação”. Os cinco pontos do manifesto a que Bresser-Pereira se referiu são: 1. Regra fiscal que não seja mera tentativa de reduzir o tamanho do Estado à força, como é a atual regra; 2. Taxa de juros mais baixa, semelhante àquela de países de igual nível de desenvolvimento; 3. Superávit em conta corrente, necessário para que a taxa de câmbio assegure competitividade para as empresas industriais eficientes; 4. Retomada do investimento público; e 5. Reforma tributária que torne os impostos progressivos.

Atualmente, vemos a volta da ideologia neoliberal sendo implementada em alta velocidade e o estado nacional brasileiro está fortemente ameaçado se essa política econômica for implementada por oito anos e por isso, democraticamente, deve ser interrompida.

O Golpe de 1964 interrompeu um projeto nacional desenvolvimentismo, que foi a estratégia adotada pelos governos de Vargas (1951-1954) e João Goulart (1961-1964). Nacional por que via na dependência econômica (comercial, tecnológica e financeira) os principais entraves ao desenvolvimento. Para isso seria necessário o desenvolvimento do capital nacional de forma a romper com a dominação estrangeira e promover uma forte indústria nacional. O golpe parlamentar de 2016 interrompeu os avanços sociais da Era Lula e foi outro marco para visualizar de forma clara novamente dois projetos em disputa: o social-desenvolvimentismo e o projeto neoliberal. Novamente, o fator mais divergente foi o grau de independência econômica do Brasil.

Em 2002, com a eleição de Luís Inácio “Lula” da Silva, o Brasil, após um experimento de manutenção da política econômica (tripé macroeconômico) anterior nos primeiros anos do governo Lula (2003-2005), passou a reordenar a atuação do Estado na coordenação dessa política econômica em prol de uma espécie de um neodesenvolvimentismo marcado pelo social, o que foi chamado de social-desenvolvimentismo por alguns autores. Este seria a manutenção do crescimento da renda e do emprego com a adoção de uma política social ativa de inclusão social.

Essa nova tentativa de desenvolvimentismo, entretanto, pecou em não deixar como variável principal, para sua sustentação ao longo prazo, a fomentação de uma ideologia nacional do desenvolvimento. A falta desse caráter nacional na implementação no projeto de inclusão social dos governos Lula (PT) ficou visível na utilização das cores da bandeira do Brasil nos protestos contra o governo Dilma. Esse governo, mesmo usando os dois pilares do projeto Varguista (nacional-desenvolvimentista) – a Petrobras (política de compra nacional) e o BNDES (desenvolvimento de grandes multinacionais brasileiras) – acabou não deixando claro para a população a existência de um projeto nacional para o país. Embora, tenha criado uma estatal do Pré-Sal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), os programas Luz para Todos e Minha Casa Minha Vida, a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, a Política de Desenvolvimento Produtivo, entre outros, não foram suficientes para caracterizar um projeto nacional integrado, no máximo um projeto de inclusão social. Que de certa forma retoma, apenas em parte, o projeto nacional-desenvolvimentismo dos governos trabalhistas de Vargas e Goulart num contexto de globalização. Mas não atacou a raiz do problema que é a dependência econômica (comercial, produtiva, financeira e tecnológica) por meio de uma politica industrial e uma macroeconomia desenvolvimentista, além das reformas estruturais (as antigas Reformas de Base do governo Goulart).

Esse esboço de projeto social (com um pequeno viés nacional) entretanto, foi interrompido com a nomeação de Levy como ministro da fazenda e a mudança da política econômica do segundo governo Dilma e a ascensão ao poder do seu vice, Michel Temer, que adotou as bases do programa econômico da oposição manifestado no documento “Uma Ponte para o Futuro”.

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Atualmente, a ideologia neoliberal domina o discurso hegemônico, talvez em virtude da completa despolitização e a falta de consciência social da nosso população sobre a necessidade de um projeto nacional; muito em virtude de que a população tem absorvido, por meio de uma campanha de propaganda sistemática do oligopólio dos meios de comunicação, alguns valores neoliberais, derrotando, no senso comum, as ideias trabalhistas (designadas pejorativamente de “comunistas”).

Portanto, a única alternativa de esquerda viável nesse contexto no Brasil é o ideário trabalhista como resposta ao neoliberalismo. O trabalhismo, enquanto doutrina política, não é um conceito estático, e sim adaptado ao seu contexto histórico. Geralmente é por meio das ideologias políticas e econômicas que nos é oferecido o enredo que justifica as decisões a serem tomadas e as ações que determinados governos executam em uma determinada nação. No caso do trabalhismo no Brasil, essa ideologia política sempre veio acompanhada de uma ideologia econômica desenvolvimentista. Nos governos de Getúlio Vargas foi o nacional-desenvolvimentismo, no de João Goulart foi o nacional-reformismo e nos dos presidentes Lula (a partir de 2006) e Dilma Rousseff foi o social-desenvolvimentismo (um contraponto a essa associação pode ser o do governo Geisel: um governo de nacional-desenvolvimentismo sem ser trabalhista). (leia meu artigo do pós-doutorado: “A Ideologia do Trabalhismo no Brasil no Século XXI” em https://drive.google.com/file/d/1FsmDdV8IkNHawWwtmrIYBYapGwDeXeiT/view  e o artigo premiado pela ABDE “O II PND do governo Geisel e a retomada do nacional-desenvolvimentismo” em https://abde.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MIOLO-PREMIO-ABDE-2017_WEB_interativo.pdf)

Entretanto, o trabalhismo deve resgatar o seu aspecto principal que é o nacionalismo. O trabalhismo de raiz brasileira, personificado nos governos Vargas e Goulart e o seu antigo partido (o PTB da época), tem tudo para ser resgatado com o projeto defendido pelo pré-candidato Ciro Gomes (PDT). Contudo, sem esquecer as grandes contribuições sociais feitas pelos governos Lula e Dilma (PT).

O projeto trabalhista precisa da aproximação cada vez maior entre PT e PDT. A importância da união entre PDT e PT nas eleições de 2022 colocará em disputa dois projetos claros: um que defende a independência econômica do Brasil o outro à submissão do Brasil aos interesses internacionais. Isso justifica a importância da aliança entre o projeto nacional-desenvolvimentista do PDT com o projeto social-desenvolvimentista do PT sob o mantra do Trabalhismo. A união das esquerdas em prol de um projeto nacional de desenvolvimento é fundamental neste momento histórico.

O antipetismo está destruindo nossa nação, pois gerou ódios e fissões de nossa elite econômica e política até relações familiares e pessoais. Por isso mesmo, considerando Lula o segundo melhor presidente desse país (atrás de Getúlio Vargas), acredita-se que os setores progressistas devam apoiar Ciro Gomes e o PDT. Entende-se que sem o apoio de Lula e o PT será mais difícil Ciro ir ao segundo turno. O PT, está cada vez mais isolado, percebe-se isso nas eleições municipais de 2020, portanto, caso dispute com candidatura própria as eleições de 2020 terá boas chances de chegar ao segundo turno e chances maiores ainda de perder para toda a coalização que se formará contra ele.

Desse modo, o caminho mais plausível  seria a união entre o campo progressista liderado por uma chapa Ciro-Lula. Ciro como cabeça de chapa, afasta o desgaste da volta de um governo do PT e consegue trazer novos aliados. Lula como vice carrega todos seu carisma e votos trazendo, é verdade, parte da sua rejeição que também é em relação à esquerda e a Ciro, pois é associado a ela. Mesmo que Lula não possa disputar as eleições, caso permaneça inelegível, isso já seria suficiente para asfaltar a candidatura de Ciro como o grande candidato do campo socialdemocrata, trabalhista progressista. Nesse caso, no registro das candidaturas substituir-se-ia por outro nome do PT, como Haddad, Jaques Wagner, Rui Costa, Tarso Genro ou Paulo Paim sendo o vice de Ciro. Uma jogada de mestre.

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Ciro já estaria sendo virtualmente preparado para assumir o legado de Lula, seria acordado um projeto político de longo prazo para depois de um possível segundo mandato de Ciro (caso eleito) onde seria a vez do PDT apoiar o PT se colocando como vice e este teria o futuro candidato à presidência em 2030 (quem sabe uma chapa Haddad-Cid). Afinal um projeto nacional de desenvolvimento para Brasil não se implementa em 4 ou 8 anos. São necessários pelo menos mais de uma década para a sua real efetivação.

Outra variável extremamente importante para quem defende um projeto nacional de desenvolvimento (que não seja só no discurso) será um avanço do campo progressista no parlamento. Historicamente, governos progressistas tiveram imensas dificuldades de implementarem seus projetos por não conseguirem contar com um congresso com viés progressista. Getúlio teve que cometer suicídio para impedir um golpe, JK dependeu do general  Lott e quase não assumiu, Jango foi deposto, Lula quase foi derrubado e Dilma, mesmo cedendo a política neoliberal no seu segundo mandato, foi “impichada”.  Por isso é essencial uma frente trabalhista democrática reunindo partidos como PT, PDT, PCdoB, PSB, Rede e quem sabe Psol e outros para formarem um condomínio de partidos, para agir de forma coordenada para as eleições proporcionais de 2022. O inicio desse processo já poderia iniciar no segundo turno das eleições municipais de 2020.

O leitor tem que olhar o Brasil além do período eleitoral de quatro anos caso realmente esteja interessado em um Projeto Nacional de Desenvolvimento. O Brasil não merece mais quatro anos dessa guerra petismo versus antipetismo que tanto divide a sociedade brasileira. Ela gerou inúmeras inimizades, brigas familiares, destruição da nossa economia por meio da enorme instabilidade política gerada a partir das manifestações de junho de 2013. Essa destruição foi alimentada pela mídia, pela não aceitação da derrota no pleito de 2014 pelo principal partido de oposição, Aécio Neves (PSDB) e pelo aumento da ideologização de muitas pessoas ligadas à instituições, como no judiciário e ministério público, que deveriam ser neutras. Por isso, esse artigo defende a chapa Ciro-Lula como forma de legitimar a real chance de implementar um projeto nacional de desenvolvimento por meio da aliança de um campo popular, nacionalista e progressista tendo à frente PDT e PT.

O PT vive, assim como os demais partidos, um problema de renovação de quadros. O fato de ter sido governo trouxe ao partido uma tendência de ir perdendo espaço no campo eleitoral. Será muito bom, inclusive para o próprio PT, que surja forças políticas consistentes à sua esquerda. Infelizmente, as alternativas de centro existentes ainda não conseguiram superar: o pragmatismo, a falta de um projeto consistente e viável e a obsessão em eleger o PT como principal culpado pela crise brasileira. O PDT pode e deve ser essa alternativa. Mas pra isso não deve ser uma alternativa ao PT ou antipetista, e sim uma alternativa de esquerda e não ao PT. Deve crescer cada vez mais ao lado do PT e, aos poucos e de forma natural, ser a continuação (e o aprofundar) desse projeto trabalhista em curso (inclusive com o apoio do próprio PT).

Esse projeto trabalhista desenvolvimentista tem como núcleo: o fortalecimento do Estado, o incentivo a inovação tecnológica  e o crescimento com distribuição de renda. O PDT é um partido que pode, finalmente, construir condições para avançar para as sempre atuais Reformas de Base.

Em síntese, o projeto trabalhista iniciou com Vargas, depois houve uma tentativa de aprofundamento com Goulart do PTB antigo, e estava sendo resgatado com Lula-Dilma do PT até a crise política de 2015. Mas pode ser retomado e aprofundado com Ciro Gomes e o PDT.

O PT pode ser visto com um partido trabalhista (no sentido amplo do termo como o partido trabalhista inglês, neozelandês ou os partidos sociais democratas ou socialistas europeus). É verdade que, apesar da base sindical que caracteriza o trabalhismo, o PT nunca aceitou o uso do termo em seus documentos. A ex-presidente Dilma, pelo seu passado trabalhista e sua proximidade com Lula, contribuiu muito para essa mudança de pensamento de Lula sobre o trabalhismo. Fez com que o trabalhismo tenha sido revisto por Lula e dentro do partido. Não mais como populismo, mas sim como a alternativa viável de esquerda que existiu ( e existe) no Brasil. Lira Neto afirma que o PT “encarna” a herança política do projeto nacional-desenvolvimentista de Getúlio Vargas. Em suas palavras: “Lula, queiramos ou não, é junto com Getúlio a personalidade mais popular de toda história brasileira”. Segundo o autor da biografia do ex-presidente gaúcho, o governo do PT tem ideias semelhantes às de Getúlio ao defender um Estado interventor. Outro exemplo dessa mudança de visão são as seguintes frases de Lula: “estou convencido de que as realizações sociais e econômicas e de projeto de país só terão comparação com o governo do presidente Getúlio Vargas” […] “muitas das coisas boas que temos (devemos) à coragem de Getúlio Vargas, à visão de Estado que tinha Getúlio Vargas. Estamos convencidos de que Getúlio prestou esse serviço ao Brasil. Lamentavelmente, uma parte da elite brasileira, inclusive uma parte da elite intelectual, (vive) inconformada porque não conseguiu ganhar o golpe de 32 que chamam de revolução. Aquilo foi uma tentativa de golpe. Não se conformam. É muito triste aqui em São Paulo a gente não encontrar uma rua com o nome de Getúlio Vargas”. (…) “Eu tenho divergências com Vargas na questão da estrutura sindical (…) mas eu sou capaz de ter divergências com um companheiro e não ver só defeito, ver as virtudes que a pessoa tem. Eu acho que Getúlio foi um excepcional presidente deste país”.

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O trabalhismo, enquanto ideologia política, está fortemente ameaçado pela onda conservadora propagada pelos meios de comunicação, que em um primeiro momento centraram forças contra Lula, Dilma e o PT. Mas caso o PDT e Ciro atinjam um protagonismo nacional, as baterias serão centradas contra eles. Pois o inimigo real das forças neoliberais é o pensamento trabalhista. Portanto, a questão a ser debatida é a manutenção, e o aprofundamento, desse projeto no longo prazo. O Trabalhismo é a única alternativa viável de esquerda dentro do capitalismo.

Para esse ideário neoliberal cooptar o voto da maioria dos cidadãos-contribuintes-eleitores, em sua grande maioria formada por trabalhadores, foi necessário desconstruir o outro projeto e impedir de qualquer forma que esse elegesse presidentes da república e uma maioria no congresso progressista: essa estratégia foi consolidada na potencialização do antipetismo, fazendo com que na classe média e alta fosse cult ser antipt, até as classes mais baixas foram cooptadas pelo discurso da meritocracia e não pelas condições que esses governos criaram para que essas pessoas ascendessem de classe. O neoliberalismo anda junto, enquanto discurso, com uma espécie de darwinismo social. O egoísmo crescente da sociedade estimula o discurso de que os mais fortes sobrevivem e a solidariedade e a responsabilidade coletiva perdem força frente a um individualismo exacerbado. A estratégia deu certo. Nas eleições de 2018 se elegeu um presidente por meio da repulsa a um projeto e não pela aceitação de outro.

A chapa Ciro-Lula seria o reencontro do Brasil da Era Vargas (trabalhismo e nacional-desenvolvimentismo) com o Brasil da Era Lula (trabalhismo e social-desenvolvimentismo) sendo executado um projeto nacional de desenvolvimento, onde o Estado voltaria a ter um papel fundamental, por meio do investimento público, para a retomada do crescimento e desenvolvimento socioeconômico brasileiro. A eleição de Ciro resgataria a soberania nacional, o fortalecimento de um Estado empreendedor, inovador e eficiente, e a volta da pauta das reformas de base, esquecidas desde a época de João Goulart. Lula como vice, além de resgatar sua honra e seu legado, poderia ser uma espécie de embaixador do Brasil para o mundo, dado que ainda mantém um enorme prestigio internacional. Isso inauguraria uma nova fase na política brasileira e Luís Inácio “Lula” da Silva, ao final desse possível mandato, sairia da vida política para entrar para a história como o político que foi responsável pelo resgate da soberania do Brasil e a implementação de um projeto de longo prazo que vise a independência econômica do Brasil.

Cássio Moreira é economista e professor, pós-doutor em História Política (UFF), doutor em Economia do Desenvolvimento (UFRGS), autor do livro “O Projeto de Nação do Governo João Goulart: o Plano Trienal e as Reformas de Base” e fundador do Canal Conversas e Café no YouTube (https://www.youtube.com/cassiomoreira).

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5 comentários

  1. Para chutar Bolsonaro vale qualquer coisa,certo?Errado.Essa história de Lula como vice de Ciro,tenho a mesma opinião do jornalista Leandro Fortes.Se isto vier a viabilizar-se, a eleição for ganha,no outro dia Ciro,Tasso,FHC e outros malacos + Globo,darão uma voadora no pescoço de Lula.Pode ser a escolha de Sofia,mas Lula sabe disso,e se embarcar na canoa furada,problema dele.Ciro Gomes Presidente da República Federativa da Gatunagem.Confesso aos meus inúmeros fãs daqui,que teria uma saudade de pequeno porte de Jair.Eu nunca errei uma.Prova?Luís Nassif.

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  2. …”a conversa é o alimento da política, ainda mais entre dois dos maiores quadros de esquerda da política nacional como é o caso de Lula e Ciro.”…

    O CIRO É DA ESQUERDA?!

    M I S E R I C Ó R D I A …

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  3. Qual o tamanho e a envergadura politica do Ciro Gomes? Não muito maior que a simpática cidade Sobral. Ele não passa de uma versão “pós-moderna” do arraigado coronelismo politico nordestino. Sempre foi tucano (in pectore), ou seja, um dissimulado defensor das teses neoliberais. Nesses dias que correm – fomentado pelo jornalismo politico dos interesses da Globo – dissemina-se em “setores” pretensamente à esquerda, a informação de uma possível aliança Ciro-Lula em vista das eleições 2020. Ciro farfalhou por diversas legendas no afã de se fazer arauto dos interesses do empresariado “nacional” e das classes médias urbanas. Assim como a Marina Silva, ele está fadado, a cada eleição, ser “linha auxiliar” em qualquer projeto e/ou estratégica politico-eleitoral cujo propósito seja impedir a volta do PT ao poder central da República. Talvez tenha havido o tal “encontro secreto” com o Lula. Este cada vez mais “um general sem exército” dentro das hostes petistas. Lula para ser eleito cometeu um “pecado mortal”: trocou a militância politica pelo marketing político. Isso “matou” a vitalidade a “alma” petista. Incapaz de dialogar com as novas gerações de trabalhadores, pós “blue collar”, o PT daqui a algumas eleições será um “outro” PTB.

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  4. Quem defende você é o PT.
    Sim ! Foram homens e mulheres PETISTAS que por quase dois anos sob frio,chuva,ofensas,ameaças e as vezes tiros que te deram força no bom dia,esperanças no boa tarde,e sonho de justiça e liberdade no boa noite enquanto inimigos te chamavam de ladrão estavam ali homens mulheres e crianças por você,por sua liberdade,sentindo uma angústia profunda no coração enquanto os inimigos riam e esfregavam as mãos lançando olhares de cobiça ao seu espólio.
    Valorize isso camarada,não seja a rã carregando na costa o escorpião.

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