4 de junho de 2026

Em nome da emoção, por Gustavo Gollo

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Por Gustavo Gollo
 
Sugiro que as traves ganhem mais corpo, adquirindo uma espessura total 60 centímetros, e uma seção transversal elipsoide, quero dizer, deixem de ser redondas (cilíndricas) e se tornem achatadas.
 
Uma consequência desse novo desenho das traves será sua maior beleza e visibilidade, ganhando contornos de moldura a evidenciar o goleiro – esta criatura tão desgraçada que onde ele pisa, nem grama nasce; dizia-se em tempos idos, quando os gramados não eram tão bem cuidados.
 
Mas a principal decorrência do espessamento das traves será o aumento da quantidade de bolas que batem na trave e retornam ao campo de jogo, gerando com isso um acréscimo na quantidade de lances emocionantes e no número de gols. (Deve ficar claro que o tamanho do gol permanece sem alterações, mudando apenas a trave).
 
Traves assim, espessas, funcionariam, um pouco, como as tabelas de basquete, evitando que as bolas chutadas rente ao gol saiam de campo, e fazendo com que elas retornem ao jogo ocasionando um aumento na quantidade de lances perigosos. As regras do futebol não especificam a espessura da trave, mas sim o tamanho da meta, de modo que a trave pode ser alterada sem a necessidade de modificações nas normas do esporte.
 
É em nome da emoção que eu proponho o aumento da espessura das traves de futebol.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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3 Comentários
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  1. Paulo Dantas

    27 de junho de 2018 12:07 am

    Taquiopa.

    Taquiopa…

  2. Gustavo Gollo

    27 de junho de 2018 12:36 am

    Futebol ofensivo

    Traves grossas favorecerão o futebol ofensivo e recompensarão os bons chutadores.

     

  3. Lucinei

    27 de junho de 2018 3:55 am

    O problema é a quina.
    O problema é a quina.

    Outra coisa: há decadas que eu ouço que “a FIFA é retrógrada, conservadora; tem que aceitar mudanças, novas tecnologias. Em todas as outras modalidades tem, mas a FIFA, nada!”.

    Aí, botam o tal do VAR; e no dia seguinte começam a falar mal…

    Po?!

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