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Por Gustavo Gollo
Sugiro que as traves ganhem mais corpo, adquirindo uma espessura total 60 centímetros, e uma seção transversal elipsoide, quero dizer, deixem de ser redondas (cilíndricas) e se tornem achatadas.
Uma consequência desse novo desenho das traves será sua maior beleza e visibilidade, ganhando contornos de moldura a evidenciar o goleiro – esta criatura tão desgraçada que onde ele pisa, nem grama nasce; dizia-se em tempos idos, quando os gramados não eram tão bem cuidados.
Mas a principal decorrência do espessamento das traves será o aumento da quantidade de bolas que batem na trave e retornam ao campo de jogo, gerando com isso um acréscimo na quantidade de lances emocionantes e no número de gols. (Deve ficar claro que o tamanho do gol permanece sem alterações, mudando apenas a trave).
Traves assim, espessas, funcionariam, um pouco, como as tabelas de basquete, evitando que as bolas chutadas rente ao gol saiam de campo, e fazendo com que elas retornem ao jogo ocasionando um aumento na quantidade de lances perigosos. As regras do futebol não especificam a espessura da trave, mas sim o tamanho da meta, de modo que a trave pode ser alterada sem a necessidade de modificações nas normas do esporte.
É em nome da emoção que eu proponho o aumento da espessura das traves de futebol.
Paulo Dantas
27 de junho de 2018 12:07 amTaquiopa.
Taquiopa…
Gustavo Gollo
27 de junho de 2018 12:36 amFutebol ofensivo
Traves grossas favorecerão o futebol ofensivo e recompensarão os bons chutadores.
Lucinei
27 de junho de 2018 3:55 amO problema é a quina.
O problema é a quina.
Outra coisa: há decadas que eu ouço que “a FIFA é retrógrada, conservadora; tem que aceitar mudanças, novas tecnologias. Em todas as outras modalidades tem, mas a FIFA, nada!”.
Aí, botam o tal do VAR; e no dia seguinte começam a falar mal…
Po?!