Mudança climática pode desbloquear micróbios da Era do Gelo e desencadear próxima pandemia

Essas bactérias e vírus, congelados por milhares de anos, podem incluir doenças que a humanidade "erradicou" anteriormente, diz cientista

Do jornal Metro (Reino Unido)

Um especialista mundial em doenças está alertando que “micróbios antigos” congelados são um perigo para a humanidade, à medida que o aumento da temperatura derrete o Ártico.

Dennis Carroll – que aparece no documentário da Netflix Pandemia – disse que deveríamos ser “extremamente cautelosos ao subestimar as ameaças potenciais” que os germes renascidos podem representar.

Falando exclusivamente ao Metro.co.uk, o Dr. Carroll – apelidado de ‘o homem que viu a pandemia se aproximar’ – também alertou que as doenças transmitidas pela vida selvagem também deveriam ser vistas como um problema de saúde global após o surto de coronavírus.

Sua intervenção ocorre quando os cientistas publicaram hoje uma nova pesquisa sobre como o aumento da temperatura do solo ártico “permafrost” poderia dar uma nova vida aos micróbios adormecidos.

Essas bactérias e vírus, congelados por milhares de anos, podem incluir doenças que a humanidade ‘erradicou’ anteriormente – e aquelas que nunca encontramos.

O Dr. Carroll explicou: ‘O mundo se depara com a perspectiva muito real de que micróbios antigos que há muito dormem sob a tundra congelada receberão uma nova vida com as mudanças climáticas e o degelo do norte do Ártico. ‘Os riscos que esses micróbios “renascidos” podem representar para a humanidade são desconhecidos, mas o Covid-19 é um lembrete impressionante de que devemos ser extremamente cautelosos ao subestimar as ameaças potenciais que eles podem representar.’

Além disso, o presidente do Projeto Global Virome e ex-diretor da principal agência americana, acrescentou: ‘O mundo seria bem aconselhado a prestar muita atenção ao risco que esses antigos’ visitantes ‘podem representar para a humanidade’.

Leia também:  Racismo e revolta em tempos de Trump e Bolsonaro, por Paulo Ramirez

A ameaça é conhecida há algum tempo, mas pesquisadores internacionais exploraram quais ‘lacunas críticas de conhecimento’ permanecem no final do ano passado e divulgaram suas descobertas hoje cedo.

Eles observaram que as temperaturas médias no Ártico aumentaram dramaticamente nos últimos 30 anos e a previsão é de que continuem sendo mais rápidas do que o resto do mundo, à medida que a crise climática se agrava. Em 2016, os cientistas acreditam que um surto de antraz russo que matou um menino veio de uma carcaça de rena que derreteu na Sibéria.

E os acadêmicos “reviveram” anteriormente uma bactéria de 8 milhões de anos congelada – mostrando como bactérias perigosas podem ser trazidas de volta à vida. A pesquisa também revelou traços de novos vírus gigantes no permafrost do Ártico, enquanto o derretimento do gelo no Ártico tem sido associado ao vírus da cinomose do focinho, que se espalha do Atlântico ao Pacífico em focas e lontras marinhas.

Agora, cientistas dos EUA, da Europa e da Parceria InterAcademy divulgaram descobertas sobre ‘possíveis riscos futuros de agentes infecciosos nocivos emergentes do degelo do permafrost e gelo na região do Ártico’.

Após um workshop, eles escreveram: ‘Até agora, a região do Ártico não era muito visível nos mapas de pontos de acesso globais para o risco de doenças infecciosas.

“No entanto, agora é possível argumentar que o Ártico é cada vez mais relevante devido ao seu ritmo acelerado de aquecimento e desenvolvimento – enquanto estiver congelado agora, não será necessariamente no futuro.”

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7 comentários

  1. Um virus já descongelou e assumiu a presidência do Brasil e trouxe com ele sintomas de doença que julgávamos erradicada: A ditadura Militar

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  2. E o grave nisto tudo é que acontece num mundo dividido e cheio de ranger de dentes, com o fel agre a azedar a boca e o estômago. Hoje o Jamil Chade traz matéria sobre o desespero da ONU com a afirmação de seu secretário-geral de que a pandemia está gerando um “tsunami de ódio e xenofobia”, além da criação de bodes expiatórios e ataques contra médicos, enfermeiras e jornalistas. O chefe da diplomacia internacional apelou para um esforço total para “acabar com o discurso do ódio em todo o mundo”. Isto cabe muito bem com a excelente live do Átila Iamarino em seu canal no YT onde conversou com Sidney Chalhoub, historiador, professor de História em Harvard e autor do livro “Cidade febril: cortiços e epidemias na Corte Imperial”, mostrando que as pandemias em âmbitos locais e mundiais tem exemplos seguidos de criação de atmosfera de medo e pânico, reproduzindo em mudanças culturais de sectarismo e preconceitos aos afetados, chegando até a criarem cidades, locais e instituições para segregarem fisicamente os atingidos e protegerem as elites. Só no Brasil temos vários exemplos do passado e agora se repetindo.

    https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2020/05/08/pandemia-desencadeou-tsunami-de-odio-e-onu-pede-que-lideres-mostrem-exemplo.htm

    Live – Por que o Brasil não aprende com o passado?
    https://www.youtube.com/watch?v=dhDH8hCz2pA

  3. Com a matança indiscriminada, conforme uma boa entrevista na TV GGN, onde um pesquisador destacou que um fator facilitador deste ambiente de adoecimento do planeta está relacionado à matança de cerca de 150 bilhões de animais ao ANO, para alimentar pouco mais de 1/3 da população do planeta, inclusive introduzindo em seu organismo doses diárias de adrenalina, a chamada toxina do medo e do perigo, uma das principais composições de doenças modernas agora impactadas pela covid-19 como são a hipertensão e o diabetes.
    Em 2011 em uma matéria do G1, um veterinário e pesquisador com o trabalho na Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp, onde diz: “O animal que se estressa no curral, ou no embarque num caminhão, alguém cutuca com choque elétrico ou grita, ele descarrega adrenalina e com isso ele gasta toda a reserva energética da musculatura. A carne de um animal estressado estraga mais rápido, justamente porque ela perde a acidez necessária”. Como sabemos que estas condições na indústria de reprodução do sofrimento animal são a regra e não a exceção, podemos imaginar o quanto de adrenalina se ingere por gotas/refeições ao colocar no estômago cadáveres de animais. Na renomada ESALQ da USP em Piracicaba, nos laboratórios da CENA, há estudos já de alguns anos, mostrando que tirando um pedaço da unha humana, ou seja, de célula “morta” já se consegue pesquisar o tipo/qualidade/composição da alimentação ingerida. Parece ser ingênuo supor que o corpo em sua química, ao assimilar nutrientes seja capaz de discriminar e descartar as toxinas, se a própria OMS já há tempos fala dos males relacionado ao consumo continuado de gordura saturada, ao tornar crônicas doenças como diabetes, hipertensão, cardíacas onde agora os seus afetados se enquadram nos grupos de risco das dificuldades modernas. Ingenuo também é imaginar que algum sistema de saúde possa dar controle a esta indústria mundial de adoecidos.

    http://g1.globo.com/economia/agronegocios/vida-rural/noticia/2011/05/testes-comprovam-que-estresse-interfere-na-qualidade-da-carne.html

    https://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2014/01/08/noticias-saude,193163/pelas-unhas-e-possivel-saber-o-padrao-alimentar-de-uma-pessoa.shtml

    http://www.petquimica.ufc.br/a-quimica-do-medo/

  4. O derretimento do permafrost no Ártico, além dessa ameaça de liberar antigos e milenares vírus e bactérias, provocará uma imensa liberação de gás metano, preso há milênios no subsolo na água congelada. Com a liberação, coisa de bilhões de toneladas, corremos o risco de ver incendiada a atmosfera do planeta, numa grande explosão, que incinerará tudo o que existe na superfície, evaporará toda a água e nossa atmosfera restante poderá ser perdida ao espaço. Gran finale para a vida. E ainda tem gente tentando destruir o planeta…

  5. O alerta desse “especialista mundial em doenças”, não passa de um álibi para o próximo futuro de guerras híbridas. Ele parece um crooner cafona de band folk de província mas deve ser um daqueles personagens obscuros do artigo do inglês The Telegraph que cito nesse comentário. A conversa dele é tática diversionista para o público babaquizado do facebook da vida: misturar partes de verdades gerais com mentiras particulares. A Netflix é plataforma para confecionar e difundir papo-bosta, foi criada para amaestrar a não pensar. Esse documentário é perfeito para Netflix.
    A indústria, o grande centro urbano, a deflorestação o vegano fescroto (fascista escroto) ao volante do Suv ou o merdoso ciclista carnívoro do Vem Pra Rua, contribuem para o aumento da temperatura do “permafrost”; o que a “publicitária” Greta Thumberg e o grande público desconhecem, porque duramente censurado na imprensa, é que os maiores responsáveis — em absoluto — pelo descongelamento do “permafrost” são as Forças Armadas dos EUA. Foi estimado que apenas o Exército deles produz nos 12 meses de cada ano cerca de 780 mil toneladas de escória tóxica (no ar, no mar e no solo) mais do que as cinco maiores indústrias químicas do país juntas; com um agravante: é envenenamento global visto que os EUA possuem bases operativas espalhadas pelo mundo para a infelicidade de humanos, aves migratórias, fauna marinha, fauna terrestre, flora, clima, etc., etc. E’ muito dificil conhecer e atualizar os dados do conjunto das FFAA e o Pentágono consegue déroga às leis que tutelam quem denuncia casos que envolvam as FFAA (fonte: Project Censored, Fundação da Sonoma State University).

    Voltando ao derretimento do “permafrost”
    Italia. Programa TV, novembro de 2018. Tema da entrevista: “Por que o clima enlouqueceu?” O entrevistado, referindo-se à frequência de eventos climáticos catastróficos, falou, falou, falou e no meio da conversa escorregou e cometeu um lapso: «Estamos bem no meio de uma experimentação planetária, uma experimentação de mudança do clima, da qual não temos a menor idéia dos efeitos de lungo período». Dias depois, interpelado telefonicamente para explicar a tal experimentação planetária ele descoversou e saiu pela tangente afirmando desconhecer tais experimentações. Livrou-se de levar um pé na bunda e perder o emprego.

    Estamos bem no meio de uma experimentação planetária
    Em agosto de 1996 a USAF concluiu o imponente estudo “AIR FORCE 2005”. Na introdução do capitulo intitulado “WEATHER AS A FORCE MULTIPLIER: Owning the Weather in 2025”, está escrito:
    «Em 2025, as forças aeroespaciais estadunidenses poderão “possuir o controle do tempo atmosférico” capitalizando tecnologias emergentes e concentrando-se no desenvolvimento de tecnologias para serem usadas em aplicações bélicas inéditas como instrumentos para modificar o campo de batalha num modo antes impossível. E’ esforço de alto risco e grande benefício; a modificação do tempo atmosférico põe um dilema semelhante ao do átomo. Alguns segmentos da sociedade serão avêssos a examinar questões como a modificação do clima.» […]
    O estudo é complexo, amplo e aborda técnicas que utilizam o campo eletromagnético para a modificação e domínio da ionosfera visando o controle da comunicação de longa distância (impedir seu uso aos “inimigos”).
    Um dos realizadores e financiadores desse imponente estudo é a Microsoft do Bill Gates (não é coincidência vê-lo hoje como o mais importante financiador da pandemia/vacina covid-19). Outro importante nome é o de Edward Teller, físico que dedicou a vida ao estudo e realização de armas de destruição em massa e em 1996 passou para o time “ambientalista”, integrando o grupo de estudo da USAF. Nesse âmbito ele publicou vários estudos como o “Global Warming and Ice Ages: Prospects for Physics-Based Modulation of Global Change” (1996) onde descreve nos mínimos detalhes as técnicas de aplicação do SRM (Solar Radiation Management); e o “Active Climate Stabilization: Practical Physics-Based Approaches to Prevention of Climate Change” (2002). Nesses dois trabalhos Teller propõe o uso de vários tipos de aerosol para aspergir na estratosfera os compostos que produzem difusão da radiação solar com ângulo oportuno, para diminuir a potência solar que atinge a superficie terrestre (conceito do SRM). Diz Teller: «A nossa tecnologia é capaz de compensar variações climáticas, sejam elas provocadas pelo homem ou resultantes de causas naturais, como as atividades solares». Para isso Teller propõe duas tecnologias: balões estratosféricos revestidos com película de alumínio que degradando-se no tempo espalha-se no ambiente criando o efeito albedo (luz solar refletida da Terra). Teller estabelece que a quantidade necessária de alumínio disperso no ambiente deve ser na ordem de 20 mil toneladas/ano. Em alternativa ele sugere o enxôfre na ordem de 700 mil toneladas/ano.
    A guerra do Pentágono / deep state (Amazon, Silicon Valley, Tesla, etc.) contra tudo e todos está em curso faz tempo mas agora escalou e assumiu perfil inédito envolvendo tudo o que existe na crosta terrestre. Nesse contexto falar do perigo de micróbios antigos descongelados é cinismo.
    A edição italiana da revista Science de março de 2017 na seção TODAY, publicou o artigo: “Clima enlouquecido, cientistas alarmados: a Terra se aquece mais rápido do previsto: os oceanos se aquecem com uma rapidez de cerca 13% superior do previsto e esse aquecimento procede de modo acelerado. Outono e primavera não existem mais.” Outro artigo da mesma edição: “Ursos polares reduzidos de 1/3 nos últimos 35 anos”.
    O cidadão mais atento nota e observa inquieto toda uma série ocorrências ao seu redor e põe legítimas interrogações. E’ nesse momento que aparecem os “especialistas”. O Dr. Ken Caldeira (o sobrenome já é um programa), outro inglês que a curriola dele considera o guru da geoengenharia, escreveu em 2006 um artigo com o titulo: «Quantificando o consenso de experts contra a existência do SLAP» (acrônimo inventado por ele para Secret Large-scale Atmospheric Spraying Program). Dias depois da publicação desse artigo que não passava de simples sondagem de opinião, a imprensa presstituta internacional estrila aos quatro ventos para tranquilizar todos aqueles que Caldeira considera como complotistas teóricos do SLAP : a opinião pública mundial. — NEW YORK TIMES: «Scientists Just Say No to “Chemtrails Conspiracy Theory».

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    Para deixar claro que “micróbios antigos descongelados” no atual contexto é puro cinismo, eu compilei algumas considerações que selecionei de várias fontes:
    PREMISSA — «A cultura política dos EUA indica que 99,99% dos estadunidenses acreditarão em QUALQUER mentira que ouçam, não importa o quanto seja autoevidentemente estúpida, sobre o resto do mundo, para não ter de aceitar qualquer verdade incômoda sobre os EUA. Converter qualquer potência em bode expiatório, especialmente se for potência comunista, obtém reação automática de aprovação, da vasta maioria deles». (The Saker)

    1. Covid-19: Mutação expontânea ou arma biológica? Se for arma biológica quem será o autor? E’ chinês? Quem afirma e prova isso?
    == » “A primeira coisa a fazer é procurar a causa (natural ou intencional)”. Essa é instrução do Defence against Bioterrorism: “Methods for Prevention and Control”; “Biopreparedness and Public Health. Exploring Synergies”, protocolos standards distribuidos pela OTAN (Organização Terrorista do Atlantico Norte). Situações como a que estamos vivendo agora já foram previstas, os protocolos são a prova. Portanto, o cidadão comum querer saber de quem é o “filho” é fundamental. O Prof. Francis Boyle, autoridade no assunto, autor da S.993 – Biological Weapons Anti-Terrorism Act de 1989 é seguro que o covid-19 foi criado em laboratório.

    2. O coronavirus “escapou” de um laboratório chinês
    == » Evoca-se um arquétipo cinematográfico. Centenas de filmes nos ultimos 50 anos martelaram nossas cabeças com estórias de vírus mortais que escapam de laboratórios de máxima segurança. A narração nos é familiar graças à hollywood: nossa mente profunda não distingue de imediato a experiência semi-onírica amadurecida na visão dos filmes com a realidade. Alias, hollywood desenvolveu o talento profético de antecipar nos seus filmes as grandes crises que invariavelmente abatem-se sobre o mundo. “Contagion”, filme de 2011, foi um trailer perfeito para a crise que estamos vivenciando agora com apenas uma diferença: o virus do filme provoca uma hecatombe mundial de 20/30 por cento de mortes.
    «Dado que estou seguindo os meus instintos, lanço aqui a ideia de que é possível a bioengenharia para um adenovírus com expressão c-fos e c-jun que causaria sarcomas. O estudo foi publicado por inteiro no National Cancer Institute, localizado em Fort Detrich. Posso até ouvir as gargalhadas da CIA enquanto planejavam essa e outras operações de coronavírus. Avalio que tenham havido pelo menos dois ataques, sendo o segundo contra o Irã e talvez também contra a Coreia do Norte. […] O adenovírus é outro vírus similar ao coronavírus quanto ao uso, e é facilmente aerossolizado. Produzi meu próprio adenovírus para super expressão de tratamentos médicos para feridas infeccionadas. Será que só eu observei que muitos inimigos dos EUA morreram com sarcomas, particularmente na América do Sul? A evidência de que o Irã foi tão duramente atingido é mais um fator indicativo na mesma direção». (13/03/20, trecho de comentário na coluna do Saker)
    Trecho do ensaio que Pepe Escobar publicou no Asia Times no dia 17/03:
    «O Covid-19 já estava ativo nos EUA, antes de ser identificado em Wuhan – devido à incapacidade dos EUA, hoje já completamente documentada, para testar e verificar as diferenças que houvesse, na comparação com a gripe.
Acrescentando tudo isso ao fato de que os genomas dos coronavírus recolhidos no Irã e na Itália já foram sequenciados, e já se sabe que não são a mesma cepa de vírus que infectou Wuhan, a mídia chinesa já fez e já pergunta abertamente por uma conexão com o fechamento em agosto do ano passado, de um laboratório militar de armas biológicas declarado “inseguro” em Fort Detrick, com os Jogos Militares e com a epidemia de Wuhan. Algumas dessas perguntas tem sido feitas – e continuam sem resposta – dentro dos próprios EUA».

    3. Micróbios antigos frescos pronto para uso?
    The Telegraph, jornal inglês, fez saber ao grande público que desenvolver arma biológica hoje é mais fácil que chutar gato morto; “cientistas” informaram o Pentágono que “terroristas” podem construí-las quando bem entenderem: «Biological weapons “easy to develop” due to rapid advances in technology, scientists warn Pentagon».
    Sempre no The Telegraph: «World must prepare for biological weapons that target ethnic groups based on genetics, says Cambridge University». Resumindo pra ninguém dizer que não sabia —- Armas biológicas específicas contra grupos étnicos.
    Na série TV “Designated Survivor”, Netflix 2019, o tema central é um ataque com arma biológica étnica contra a população de pele escura nos EUA.
    Vale citar o grupo de estadunidenses “pinçados” na Rússia enquanto recolhiam de modo “profissional” amostras de DNA de cidadãos russos — GlobalResearch, novembro de 2017: «Collecting Russian DNA? Confronting the Threat of Ethnic-Specific Bioweapons» Dezembro de 2017, BBC News: «Russian’s DNA taken by foreing agents, Kremlin says». Notícia confirmada pelo próprio Putin visivelmente aborrecido.
    Pergunto ao brazuca curioso: o que o Dr. Frankenstein do Pentágono faz com o DNA dos russos?
    O pai do Bill Gates é ligado à eugenética e estratégias para o controle da população; é de grupos que defendem leis para impedir os “desajustados” de reproduzirem-se. Existe um estudo da WWF segundo o qual em 2050 não existirão peixes nos oceanos, nem bosques nem florestas, pouquissima água potável, etc., considerando apenas o ritmo de consumo dos países desenvolvidos e excluindo completamente das projeções os países do Terceiro mundo que fornecem apenas matéria prima e mão de obra a custo quase zero: é a prova que o modelo dominante é catastrófico sob qualquer ponto de vista e para complicar, as estatísicas mostram que a população mundial duplica a cada 30 anos. O 0,001% no topo sabe disso. Fica assim explicado a importância da “Ethnic-Specific Bioweapons” para o Pentágono e para financiadores como Bill e Melinda Gates: eliminar “cirurgicamente” etnias específicas ou portadores de específicas características somáticas; Bill Gates quer o direito de propriedade de “vacinas” no mesmo molde da indústria farmacêutica: cronicizar doenças para que ninguém cure-se realmente e pague por remédios durante a toda a sua existência.
    Ethnic-Specific Bioweapons — O Event 201 em Nova York, dia 18 de outubro de 2019 foi um ensaio-simulação para uma pandemia mundial causada por coronavírus; o surto mortal partia do Brasil. Aconteceu um mês antes do surto em Wuhan; foi patrocinado por Fundação Bill & Melinda Gates, Fórum Econômico Mundial (WEF), CIA, Bloomberg, Fundação John Hopkins e ONU.
    NOTA Event 201: Os Jogos Militares Mundiais começaram em Wuhan, no dia da simulação.
    Com certeza os estrategistas militares planejam o uso de arma biológica étnica desde os anos 90. “Rebuilding America’s Defenses. Strategy, Forces and Resources For a New Century” é um documento oficial programático, publicado em 2000 pelo famigerado think tank neocon “Project for a New American Century”, inaugurado pelos famigerados “Dick Head” Cheney e Donald Rumsfeld e pode ser lido na internet.
    NOTA 1: nesse documento fazem o auspício de uma nova Pearl Harbor como gancho para uma grande campanha militar e foram outorgardos milagrosamente por Deus no dia 11 de setembro do ano seguinte.
    NOTA 2: Coisas redigidas nesse documento e possíveis de realizar: «[…] And advanced forms of biological warfare that can “target” specific genotypes may transform biological warfare from the realm of terror to a politically useful tool». Tradução: “E formas avançadas de guerra biológica que podem ter de mira certos genotipos podem transformar a guerra biológica de reino do terror a útil instrumento político”.
    Precisa desenhar?
    NOTA 3: Imediatamente após o dia 11 de setembro de 2001 e durante os dois anos sucessivos, dezenas de cientistas microbiólogos estadunidenses perderam a vida em “acidentes”, “suicidios” e “desastres” aéreos. Todos desapareceram no intervalo que vai de 11 de setembro ao aparecimento em 2003 do (hoje popular) coronavirus na China com a pneumonia atipica batizada SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome) exatamente em simultânea com a invasão do Iraque em 2003. Cientistas da academia russa de medicina declararam na época que tratava-se de arma biológica criada em laboratório: um cocktail de material genético impossível de misturar-se de modo natural. Sempre em 2003 verificou-se terrível epidemia aviária na Alemanha (represália por ter sido contrária à guerra do Iraque).
    O profético Dean Koontz escreveu o romance “The Eyes of Darkness” publicado em 1981, onde ele fala de arma biológica: «Em 2020 se difunderá no mundo “Wuhan 400”, uma pneumonia grave». Intrigante é que na versão original do romance o vírus era russo e chamava-se Gor’kij 400; foi rebatizado Wuhan 400 na edição sucessiva!! Intrigante.

    4. O Pentágono dispõe de muitos laboratórios de máxima segurança nos EUA e ao redor do mundo onde fazem experimentação com perigosissimos agentes patógenos. Não vamos esquecer que a razão de existir do Pentágono, é matar.
    «Muitos, se não todos os funcionários mandados para o Departamento de Segurança Interna, eram os piores dos piores. Mas os laboratórios do Departamento de Segurança Nacional, especificamente o National Biodefense Analysis and Countermeasures Center, NBACC, Centro Nacional de Análise e Contramedidas de Biodefesa também incorporavam alguns microbiologistas nefastos que trabalhavam para a CIA (parte ostensiva do Departamento de Segurança Nacional). Dizer que o que vi alí me horrorizou é dizer pouco. Se se testa uma cepa de laboratório isolada (em geral congelada ou liofilizada), ela de modo geral é fraca, até que passe pelo menos três vezes por um modelo animal. As piores cepas nunca são recolhidas de amostras de laboratório, mas recuperadas de pessoas que morreram da doença. Se gente como os Boltons e Pompeos – seres malditos, terríveis – consideraram que uma dessas cepas seria útil, é perfeitamente possível que tenham decidido dar uma ‘boa lição’ de economia aos chineses. São psicopatas capazes de disparar um vírus contra o qual não têm contramedidas efetivas. […] As diferentes cepas fazem crer, e não tenho motivo para duvidar dos chineses nesse ponto, que o vírus originou-se fora da China e é provável que tenha surgido nos EUA. O vírus pode ter sido disparado durante os 7º Jogos Militares do International Military Sports Council, CISM, realizados em Wuhan entre os dias 18-27 de outubro de 2019, data que corresponde perfeitamente à escala de tempo das infecções que se veem hoje.
    Lembro bem da missão militar dos EUA no Brasil, para ajudar vítimas de inundação, serviço que, coincidentemente aconteceu ao mesmo tempo em que foram destruídas torres de transmissão de energia na Venezuela. […] Dado que estou seguindo os meus instintos, lanço aqui a ideia de que é possível a bioengenharia para um adenovírus com expressão c-fos e c-jun que causaria sarcomas. O estudo foi publicado por inteiro no National Cancer Institute, localizado em Fort Detrich. Posso até ouvir as gargalhadas da CIA enquanto planejavam essa e outras operações de coronavírus. Avalio que tenham havido pelo menos dois ataques, sendo o segundo contra o Irã e talvez também contra a Coreia do Norte. […] O adenovírus é outro vírus similar ao coronavírus quanto ao uso, e é facilmente aerossolizado. Produzi meu próprio adenovírus para super expressão de tratamentos médicos para feridas infeccionadas. Será que só eu observei que muitos inimigos dos EUA morreram com sarcomas, particularmente na América do Sul? A evidência de que o Irã foi tão duramente atingido é mais um fator indicativo na mesma direção. (13/03/20, trecho de comentário na coluna do Saker)

    5. A guerra 2.0 do século XXI é a híbrida, é a guerra assimétrica. Nada a ver com a guerra dos filmes ou documentários. Na guerra híbrida vale tudo sobretudo o golpe baixo para dessangrar o outro, sobretudo se a ocasião permite jogar a pedra e esconder a mão (plausible deniability).
    «Nem todos os agentes de guerra biológica são letais. De fato, os piores são não letais e consomem vastas quantidades de recursos para tratamento e na produtividade perdida. Mortes são mais baratas. Doença de alta transmissibilidade e baixa letalidade [e tratamento hospitalar longo] é perfeita para arruinar qualquer economia. O governo Trump disse que os EUA estão em guerra contra seus antagonistas econômicos. Combina perfeitamente no quadro geral, de liberação criminosa, do vírus». (13/03/20, trecho de comentário na coluna do Saker)
    == » O governo dos EUA rebateu publicamente em sede internacional (na Alemanha) a doutrina que a China é “inimiga n°1” dos EUA: Guerra aduaneira, guerra Huawei e agora uma epidemia, isto é três epidemias entre 2003 e 2020: [1] peste suina, considerada arma biológica, [2] idem epidemia aviária e [3] covid-19, ato criminoso e desesperado de reset do sistema financeiro, monetário e sobretudo político do mundo.
    No estudo do Rockfeller Foundation intitulado Scenarios for the Future of Technology and International Development, publicado em 2010, um dos quatro cenários hipotéticos foi o de uma epidemia de um vírus que desencabrestava um Estado de polícia global; hipótese coincidente com as idéias de Jacques Attali, importante banqueiro francês que declarou numa entrevista (2009): «Uma pequena pandemia permitirá instaurar um Governo Mundial». A jornalista e blogger italiana, Debora Billi mostrou para atenção pública um post anônimo datado 31 de janeiro desse ano, escrito numa plataforma de discussão, que antecipava a Itália como a próxima vítima do coronavirus com a OMS testando experimentalmente uma quarentena dura.

    6. A mais importante revista de estudos estratégicos dos EUA, destilando racismo ao estado puro, atribuiu a pandemia do covid-19 ao Belt and Road Iniciative, iniciativa comercial da China que os EUA declaradamente querem esbaralhar. Vale lembrar que os paises simultaneamente atingidos e danificados pelo coronavirus (de cepas diferentes) foram China / Italia / Iran. Na Itália o ataque foi mirado na região Lombardia, coluna portante da economia nacional e a mais rica da Europa ocidental. Nos dias que antecederam a firma de adesão do governo italiano ao citado programa comercial chinês o ministro das relações exteriores estadunidense, Mike Ass Role Pompeo, proferira palavras ameaçadoras à Italia. Não foi a primeira vez. Kissinger ameaçou diretamente seu inimigo jurado, o primeiro-ministro italiano Aldo Moro (pouco tempo depois asssassinado numa lunga operação hoje reconhecida de “false-flag”, usando agentes infiltrados fantasiados de comunistas.
    Franklin Delano Roosevelt, presidente dos EUA: «Em política nada acontece por acaso. Se acontece, pode apostar que fora planificado assim»

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