O despertar dos mestres ascensos encarnados, por Marcos Villas Boas

Que mais encarnados despertem para quem são além da matéria de modo a compreenderem mais profundamente os seus propósitos de vida aqui e que, assim, possamos difundir amor e consciência por todo este planeta. 

O despertar dos mestres ascensos encarnados

por Marcos Villas Boas

As informações deste texto decorrem de canalizações realizadas nos últimos meses e foram verificadas com testes musculares, pêndulos, médiuns de confiança, sessões terapêuticas e demais métodos. Nada escrito aqui advém de achismos ou crendices. A determinação para escrever o texto foi sentida durante um retiro do qual o autor vem participando e, ao final dos trabalhos no dia 18/09/2019, um compromisso que havia sido marcado para logo após foi, inclusive, remarcado para algumas horas depois, seguindo, então, uma ordem telepática para escrever o texto naquele exato momento.

Os mestres ascensos, ou mestres ascensionados, têm sido alvo nos últimos anos de muitos trabalhos sérios e, em outros casos, de diversas suposições infundadas. Como os próprios mestres explicam, foi criado todo um conjunto de produtos para serem vendidos usando os seus nomes e a idolatria que eles despertam em muitos. 

Cada informação que é canalizada para esta dimensão encarnada do planeta vem de acordo com planejamentos de grupos que atuam coordenando o despertar de consciência, ou o ganho de lucidez, como alguns preferem. Quando algumas informações sobre os mestres ascensos começaram a brotar no século XIX por meio da teosofia, que teve como figuras proeminentes Koot Hoomi Lal Singh, El Morya Khan e Helena Blavatsky, mas que contou com a ajuda de muitos outros em diferentes planos da existência, o conhecimento humano ainda era incipiente para compreender as informações hoje disponíveis. 

Qualquer religião, filosofia, doutrina, método terapêutico, ou seja, tudo o que chega à humanidade, por mais que venha por meio de canalização ou incorporação, está de acordo com um tempo e espaço perante as necessidades evolutivas dos seres viventes no planeta. Um dos maiores bloqueios ao despertar da consciência humana é o apego ao que é transitório e, por consequência, surgem a ignorância e o fechamento, ou a raiva, a violência e a opressão.

Outras escolas surgiram ao longo do século XX e XXI que falavam dos mestres ascensos de acordo com o que era canalizado pelos seus médiuns. Então, como não poderia deixar de ser, este texto é apenas mais uma contribuição para o tema, não tendo a pretensão de conter nenhuma suposta verdade, conceito que é uma falácia em si, pois o cosmo é todo amor, consciência e mente, de modo que é extremamente subjetivo, havendo apenas experiências e crenças sobre verdades próprias. 

A própria ideia central do conceito “mestres ascensos” é, em regra, a de que alguns seres ascenderam para outros planos, tornando-se mestres e, assim, eles não precisariam encarnar mais. Somando-se à visão não muito esclarecida, vinda das religiões, de salvação e até mesmo de religiões espiritualistas mais recentes, nas quais se crê que o espírito encarna inteiro, desencarna inteiro e vai evoluindo linearmente, muitos passaram a acreditar que o seu objetivo é ser um mestre ascenso o mais rápido possível. 

Os mestres ascensos explicam que qualquer tipo de apego a evoluir pode tornar-se causa de ansiedade, frustrações, dentre outras questões. Não se deve intencionar muito ser mestre ou sábio. Gautama Buda já dizia que a iluminação dependia de desapegar de intenções e expectativas. Os mestres ascensos explicam também que todos somos mestres em potencial; todos podemos ser mestres de nós mesmos; todos temos algo a ensinar mesmo àqueles que parecem muito mais elucidados, sábios ou inteligentes do que nós. 

O mais interessante esclarecimento que me chegou, no entanto, nos últimos meses, confirmado diversas vezes, é que os mestres ascensos não param de encarnar. Eles são apenas seres que ascenderam um pouco mais para outros planos do cosmo, não sendo mais especiais ou mais importantes do que qualquer outro ser. Eles têm apenas um padrão vibratório um pouco mais elevado e, mesmo entre si, há diferentes padrões. 

Alguns dos tais mestres ascensos que são nomes hoje mais conhecidos pelo fato de muitas mensagens virem sendo canalizadas e outras supostamente canalizadas são: Maitreya, Sananda (mônada de consciência da qual saiu um fractal encarnado como Jesus), Kuan Yin (mônada de consciência da qual saiu um fractal encarnado como Helena Blavatsky), Kuthumi (mônada de consciência da qual saiu um fractal encarnado como o rei Salomão, Pitágoras, São Franciso de Assis, Koot Hoomi e muitos outros nomes famosos), El Morya (mônada de consciência da qual saiu um fractal encarnado com o mesmo nome, além de Moisés, Rei Davi, Aristóteles e muitos outros), Lanto, Confúcio, Rowena, Serapis, Hilárion, Nada e Saint Germain.

Todos esses mestres, e suas chamas gêmeas, destacaram fagulhas suas de consciência que estão encarnadas neste exato momento no planeta Terra. Alguns deles destacaram 6, outros 8, chegando a 15 fractais de consciência de um mesmo espírito encarnados ao mesmo tempo. Isso já acontecia antes, mas a massificação desses e muitos outros mestres ascensos neste momento do planeta é consequência do processo de transição em curso, já num estágio em torno de 60%.

A maioria dessas encarnações de mestres ascensos ocorreu no Brasil e alguns que nasceram em outros países vieram morar no Brasil. Agora estamos numa fase de alguns deles saírem do Brasil e irem morar em outros países para que difundam mundo afora os conhecimentos espirituais, de cura energética e outros. 

A noção de mônada de consciência e fractais já existia em Atlântida e foi trazida pelos atlantes para alguns povos, tendo sido alvo de registro no Egito Antigo e na Grécia Antiga. O renomado filósofo e cientista Gottfried Wilhelm Leibniz, um fractal de El Morya, foi um dos que reviveu esse tema mais recentemente, alguns séculos atrás.

Nenhum espírito encarna inteiro. Sua mônada de consciência fica em outros planos. Isso explica que o conceito de Eu Superior, o “Eu” que está em planos superiores, não “espremido” pela matéria, tendo consciência mais expandida e que pode ser acessado pelo encarnado. Com meditações, liberação de crenças, sentimentos e emoções bloqueadores, é possível o encarnado acessar cada vez mais o seu Eu Superior, o que lhe permite ganhar mais lucidez e ancorar mais energia dele. 

Apesar de existir uma mônada em outros planos, o fractal dessa mônada traz não somente a capacidade de ancorar mais da sua energia, como a capacidade de conectar por conta própria com os planos mais sutis da existência, onde se acessa a consciência búdica e o amor puro do cosmo, o que acontece com mais potencial quando há um grande despertar de consciência. 

Os mestres têm ensinado que, em regra, o encarnado ancora mais ou menos 4% a 7% da energia do seu espírito. Ele vem com algo em torno de 4%, às vezes menos do que isso, e, a depender do seu processo de despertar, assim como das necessidades do processo evolutivo planetário, vai ancorando mais energia do Eu Superior aqui neste plano.

Essa encarnação de fractais com percentuais de energia dos seus espíritos explica o fato de diferentes encarnados alegarem que são a encarnação de um determinado espírito. Na maioria dos casos, contudo, é apenas ilusão do ego. O mais seguro é que se faça, como este autor tem feito, uma confirmação a partir de diferentes métodos e consultando também médiuns lúcidos de muita confiança e/ou desencarnados incorporados ou canalizados por eles.

Os seres que proporcionaram grandes feitos normalmente eram fractais de espíritos mais lúcidos que conseguiram ancorar mais energia do seu Eu Superior neste plano. É isso o que os direcionadores evolutivos do planeta pedem neste momento: que os mestres deixem de lado seus medos, apegos, culpas e preconceitos, para que possam despertar mais do seu Eu Superior aqui, assumindo o seu potencial máximo permitido pelo corpo físico e pelas demais circunstâncias deste plano, de modo a trazerem a transformação e a transmutação que Gaia necessita para sobreviver.

A ideia de que um fractal de mestre ascenso será sempre um famoso mestre espiritual na Terra ignora que isso depende do seu despertar. Ignora também que nem todo encarnado lúcido precisa ficar extremamente famoso. Às vezes, ele pode realizar grandes mudanças no seu microcosmo ou mesmo atingir muitas pessoas sem ganhar necessariamente uma projeção nos registros internacionais. De qualquer sorte, quando um mestre ascenso realmente desperta para quem é e trabalha suas crenças, sentimentos e emoções com profundidade, ele traz considerável evolução.  

Quando um mestre mais lúcido desperta, termina ajudando a despertar muitos outros ao seu redor e o efeito em cadeia pode ser enorme. Para tanto, é necessária uma integração entre espírito e matéria. Muitos têm escolhido viver só a matéria, ficando dedicados ao sucesso profissional, à família encarnada e outros afazeres, o que muitas vezes os distancia do Eu Superior. Outros têm escolhido viver só o espiritual, ficando dedicados a religiões, filosofias, métodos terapêuticos, doutrinas que os levam ao desaterramento, a apagar o seu potencial de realização neste plano e demais questões. 

Ainda que alguns busquem integrar espírito e matéria em alguma medida, fecham-se em círculos que não lhe permitem uma maior expansão da consciência. A maioria da humanidade traz medos de espíritos, de sua manifestação, da comunicação com eles, esquecendo-se que nós mesmos somos partes encarnadas de espíritos desencarnados. 

Os que não têm esse medo, ou não o têm tão forte a ponto de impedir o seu contato mais direto com outros planos, em muitos casos têm medo de olhar para dentro de si e encontrar algo que não condiga com o seu modelo ilusório de verdade, acerto ou perfeição. Por conta disso, têm medo de terapias mais profundas, como aquelas que acessam vidas passadas ou questões esquecidas da fase fetal e da infância. 

É possível conversar diretamente com nosso Eu Superior, pois é uma energia que está em outras dimensões. É possível até mesmo canalizá-lo. Muitos perdem uma maior conexão com ele porque têm medo de desencarnados. Se toda energia consciente não encarnada for considerada espírito e se espírito for considerado um assunto religioso, menor, proibido etc., as pessoas não conseguirão conectar tanto quanto poderiam com o seu Eu Superior. 

É hora de despertar da ignorância das religiões que vai cedendo pouco a pouco. Muitos dos próprios fractais de mestres ascensos encarnados trazem memórias de religiões que queimavam curadores, bruxos, magos, alquimistas e qualquer outro que estudasse, escrevesse ou conectasse com os planos desencarnados. Eles também trazem memórias de quando foram queimados ou torturados porque não queriam fazer algo que um determinado governante autoritário queria deles. 

As religiões não são, porém, ruins ou más em si. São os humanos que as utilizam com fins não amorosos em muitos casos. Cada um está onde precisa estar e tudo é funcional para a lucidez, mas há caminhos que podem levar a um despertar mais rápido. 

Essas informações e muitos outras são acessadas frequentemente pelo autor juntamente com alguns dos seus pacientes que são fractais de mestres ascensos. As informações vão confirmando-se nas sessões deles e de outros indivíduos a eles ligados, como também em trabalhos espirituais realizados com espíritos incorporados ou canalizados.

Compreender de qual Eu Superior viemos colabora imensamente para o nosso despertar na matéria enquanto seres cósmicos e espirituais. Muitas ilusões da encarnação começam a ser desfeitas depois disso. Isso permite que sejam trabalhadas mais questões bloqueadoras de vidas passadas, possibilita realizarmos meditações e outros processos de conexão com as frequências que nos são mais afins, compreendendo, com o auxílio dos métodos já existentes neste plano, o que viemos trabalhando no passado e o que devemos trabalhar neste momento. 

O ensinamento de que não se deveria olhar para vidas passadas adveio em outros momentos de menos lucidez por conta da mera curiosidade imatura da humanidade. Hoje, sobretudo para aqueles que conseguem olhar para essas experiência como mais uma fase no nosso eterno aprendizado, trabalhar as vidas passadas é de grande ajuda para o despertar de consciência.   

A integração entre os métodos terapêuticos avançados que surgem e o espiritualismo é essencial. Há ainda uma separação entre eles. Terapeutas acham que olhar demais para espíritos e outras dimensões significa cair nos enganos religiosos. Religiosos e outros espiritualistas, seguindo padrões do passado, acham que seus guias irão lhes salvar e que basta seguir os ensinamentos deles ou de determinados livros escritos com a ajuda deles que o seu lugar no céu ou numa boa colônia espiritual está garantido. 

Os mestres ascensos estão convidando os seus fractais encarnados a expandirem mais a consciência para tudo aquilo que chega até eles e ressoa de algum modo com o seu coração, com a proposta de que fiquem atentos a seus apegos, medos, culpas e preconceitos mais profundos. 

Todos estão sendo convidados a despertar para quem realmente são para além de quem acham que são. Nesse processo, descobrirão que muito do que parecia fantasia é real em algum plano da existência e que neste mesmo plano encarnado já aconteceram coisas que hoje seriam consideradas fantásticas ou milagrosas, as quais voltarão a ocorrer com frequência após um mais potente despertar de encarnados lúcidos e as novas entradas de energia nesta dimensão. 

Que mais encarnados despertem para quem são além da matéria de modo a compreenderem mais profundamente os seus propósitos de vida aqui e que, assim, possamos difundir amor e consciência por todo este planeta. 

 

3 comentários

  1. Marcos Villas Boas
    Muito bom saber que compartilhamos das mesmas idéias espirituais, adorei seu artigo.

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