O reposicionamento das oposições progressistas, por Aldo Fornazieri

Foto Carl de Souza/AFP

O reposicionamento das oposições progressistas

por Aldo Fornazieri

A vitória de Bolsonaro não pode ser encarada como uma mera continuidade do arranjo golpista que tirou Dilma do poder. Não foram só as esquerdas que foram derrotadas nas eleições, mas também boa parte das forças que fizeram parte daquele arranjo capitaneado por Temer e pelos grupos que a ele se agregaram. A vitória de Bolsonaro também não pode ser vista como um fato normal da política brasileira. Pela primeira vez a extrema direita chega ao poder legitimada pelas eleições. Esta situação exige não só uma profunda avaliação dos erros e das debilidades das esquerdas e do campo progressista, mas também um reposicionamento espacial, organizativo, político e programático. As resoluções dos partidos que tentaram assentar entendimentos acerca desta conjuntura pouco acrescentaram e não avançaram posições indicativas para reposicionar os mesmos.

As esquerdas em geral e o PT em particular estão na defensiva. Não é um fenômeno apenas nacional. Excetuando o México, a direita avançou, além do notório caso norte-americano, em diversos países latino-americano. Na Europa, além de uma forte presença no Leste Europeu, a extrema-direita avança nos países que foram pilares da democracia no pós II Guerra, a exemplo da Inglaterra, Alemanha, Áustria, França, Itália, Espanha, Portugal e até mesmo na Suécia. Embora haja uma articulação internacional crescente da extrema direita, as especificidades de cada país ou de cada região são determinantes nas explicações que são fornecidas por analistas acerca do crescimento da extrema direita.

Na Europa, as causas que são apontadas, em resumo, para explicar o crescimento da extrema direita são as seguintes: fragmentação das estruturas partidárias tradicionais, captura da democracia pelo capital financeiro, incapacidade das democracias em apresentar soluções aos problemas crescentes de desigualdade e falta de direitos, processos migratórios que causam temor tanto na questão do emprego quanto no enfraquecimento cultural e político das hegemonias brancas européias, transformações econômicas e tecnológicas que ameaçam empregos e geram insegurança e empoderamento dos indivíduos pelas redes sociais quebrando as estruturas sociais e políticas hierarquizadas, situação de que se vale a extrema direita para mobilizar vontades e pessoas.

Algumas dessas causas estão presentes também nas explicações do crescimento da direita e da extrema direita na América Latina. Mas aqui também existem especificidades. Após navegar numa onda de bonança, alguns governos e partidos de centro-esquerda sofreram golpes e derrotas eleitorais. Com exceção do Uruguai, em praticamente todos os outros governos de centro-esquerda ou esquerda da região surgiram casos de corrupção, provocando perda de legitimidade popular, ofensiva do falso moralismo da direita e derrotas. Ademais, esses governos, no geral, não foram capazes de realizar reformas institucionais e políticas capazes de remover os mecanismos que perpetuam as desigualdades na região, limitando-se à implementação de programas sociais que reduziram temporariamente essas desigualdades. Esses governos foram também incapazes de criar alternativas de integração global dos países que governaram e da própria região, ao contrário do que vem fazendo a China há quatro décadas.

É diante de um conjunto complexo de problemas, do qual se destacaram aqui apenas alguns pontos, que as esquerdas e o campo progressista precisam se reposicionar. Quem avançou mais o sinal até agora foram o PDT, o PSB e o PC do B, formando um bloco. Além de criar um polo de oposição visando construir uma alternativa em torno de Ciro Gomes, este bloco busca uma  posição espacial situada na centro esquerda, mas deslocada mais ao centro do que à esquerda. Aparentemente, este bloco avalia que o espaço que vinha sendo ocupado por um setor mais democrático do PSDB ficou vazio à medida em que os tucanos, liderados por Dória, se deslocam mais à direita. Não ficar sob a hegemonia do PT é outro objetivo desse bloco. Mas este bloco poderá ter uma concorrência: um novo partido, resultante da fusão do PPS, Partido Verde, Rede e parte do PSDB deverá surgir visando ocupar este espaço de um centro democrático que está vazio.

A situação do PT é a mais difícil. Relativamente isolado, o partido se mostra incapaz de viabilizar uma solução para a situação de Lula e também se mostra incapaz de se renovar. Fernando Haddad, a sua principal liderança, excetuando Lula, deverá ter uma posição secundária no partido, dominado pela burocracia que serve líderes fracos. Com uma retórica formalmente mais radical para encobrir seus fracassos, o PT vem perdendo aos poucos a dimensão de um partido que tinha um projeto para o Brasil e, consequentemente, um projeto de poder. Tornou-se, em um sentido político, uma ala do PSol. Mas aquilo que o PSol sabe fazer bem, o PT não sabe fazer, pois o seu espaço e o seu programa não podem ser os mesmos do PSol.

À esquerda, o PSol ficou com o espaço livre e à sua disposição para crescer. A decisão de Boulos de permanecer no partido, mesmo sem a presidência, e de não retornar à condição de coordenador do MTST, foi sábia, pois lhe abre caminho para se firmar como líder político. O próprio PSol terá que abrir-se mais, superar o sectarismo interno dos pequenos grupos que disputam pequenos poderes.

Boulos poderá cumprir um papel importante na articulação de vário movimentos sociais, principalmente da periferia, que não estão ligados a partidos e nem querem se ligar. Isto implicará sabedoria e criatividade para fazer convergir pautas e agendas específicas e diversas, que precisam se encontrar no futuro num movimento, numa organização ou numa frente sob o abrigo de um programa universalizante. Saber respeitar estes movimentos, sem pretender aparelhá-los, é um ingrediente dessa sabedoria. Dispersos, esses movimentos são fracos. Se convergirem para um programa comum, se tornarão fortes.

Os partidos e os movimentos de esquerda precisam equacionar tanto a sua organização de base quanto a articulação e o fortalecimento dos movimentos sociais de base. É preciso superar a principal causa das sucessivas derrotas das esquerdas: a inexistência de força organizada nas grandes periferias das cidades. Força consciente, formada, organizada, não só para resistir às investidas contra as liberdades e contra os direitos que virão do governo Bolsonaro, mas também para mobilizar e conquistar vitórias. É preciso criar uma mentalidade combativa nos movimentos sociais e políticos progressistas, pois as esquerdas perderam as ruas. É preciso reconquistá-las.

É improvável que se formem frentes formais e orgânicas em oposição ao governo Bolsonaro. As frentes serão informais e temáticas, definidas por pautas e agendas. A frente informal mais ampla deverá ser a frente democrática, que irá da esquerda até o centro democrático e dela participarão sindicatos, movimentos sociais, a sociedade civil, intelectuais e estudantes. A base desta frente será a defesa da Constituição, da democracia, das liberdades e dos direitos em face de possíveis ataques do governo. Sempre que essas instituições forem atacadas ou sofrerem ameaças a frente deverá agir para defendê-las e para reforçar a cultura democrática.

Outra frente será a frente das lutas sociais, mais orgânica, articulada pelas Frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, pelo MTST e pelo MST e pelas centrais sindicais. Além dos movimentos sociais, aproximará o PSol, o PT, o PCdoB e setores do PDT e do PSB, entre outros. A frente das lutas sociais, além de resistir e lutar por direitos, terá que superar duas deficiências endêmicas que são causas de derrotas: estimular uma cultura de combate e mobilização e organizar bases sociais com a formação de novas lideranças. A juventude em geral hoje está fora das lutas e parte dela aderiu à direita. É  preciso perceber as causas disso e enfrentá-las, rever as formas de comunicação, de participação e de organização para torná-las capazes de atrair os jovens. Se estes problemas não forem enfrentados e superados, as esquerdas e os progressistas viverão um longo inverno.

Aldo Fornazieri – Professor da Escola de Sociologia e Política (FESPSP).

 

9 comentários

  1. Reposicionamento das oposições

    O problema maior do PT é a sua direção pequena burguesa. Começando pela Presidente que é o protótipo da dondoca radicalizada.

     

    O PT do PR, sob a direção dela e do maridão, só andou de lado.  A falta de capacidade de articular as alternativas estão ai desde que o Lula foi em cana.

     

    A Direção do PT devia renunciar chamar novo Congresso e começar a discutir seriamente a unificação do Campo Progressista dentro de um só Partido e organizar para valer o patchwork ideológico.

     

    Isso significa abrir mão de Poder e de rediscutir muitas coisas, principalmente como fazer Oposição ao fascismo.

  2. A reação e a união das

    A reação e a união das esquerdas já está difícil e o pt está fazendo de tudo para melar qualquer iniciativa em que este partido não se veja narcisicamente no espelho. A situação do pt é muito difícil e ele está querendo a adesão das outras forças para superar as suas dificuldades. O problema é que o pacote que o pt tem para oferecer não é minimamente palatável para ninguém. Hegemonia do partido ligado umbilicalmente à liberdade do Lula (para ele ser candidato a presidente em 2022?). Mais uma vez esta proposição é uma fraude como foi a candidatura do Lula nas últimas eleições. Lula não sai mais da cadeia. Mas se o pt não se alimentar destas proposições que discurso ele vai ter? Um período que nem foi tão bom assim, mas que hoje é celebrado como uma maravilha impossível de se repetir e na qual ninguém mais acredita? O pt e Lula têm, cada um, 60 % em média de rejeição (do tipo não voto nisto daí nem morto!). Porque alguém ou partido haveria de comprar uma fraude e um delírio tão escancarado? Justo ou injusto, certo ou errado, o ódio ao pt e ao Lula é um fato que a ninguém mais concerne, a não ser para os próprios destinatários. Eles que se virem. Não deveriam atravessar em desespero as iniciativas dos outros.

  3. REORGANIZAÇÃO DAS ESQUERDAS

    Bom dia 

    Um agradecimento e um abraço ao Professor Aldo Fornazieri pelas análises que acompanhei nesse ano inteiro aqui no GGN. Um abraço aos visitantes, mesmo e inclusive àqueles que discordaram de algumas intervenções  minhas nesse espaço. Todos somos democratas e progressitas, todos estamos do mesmo lado e isso é o mais importante.

    Uma abraço

     

    • Nelson Viana dos Santos

      Com a devida licença, vou pegar carona em seu comentario pois foi o que me ocorreu ao ler mais um artigo do professor Aldo, que considero, dentro do espectro ideologico, dos mais sensatos. Li e aprendi durante todo o ano com os artigos de Fornazieri, independentemente de concordar ou não com suas analises. O presente artigo é preciso sobre o que ocorre nas democracias europeias e ele acerta também ao dizer que os progressistas, o homens e mulheres de boa vontade, devem procurar caminhos de luta pela restauração da democracia em nosso Pais. 

      Boas festas a todos.

  4. Análise enviesada

    A análise feita é enviesada e parcial, ignorando que houve realmente um golpe, impedindo Lula de se candidatar. Bolsonaro não ganhou pelo seu programa, mas sim pelo sentimento anti-PT criado inicialmente pela mídia convencional e logo pelas redes sociais. Chamar o PT de ala do PSol é demais, embora uma parte do PT mais “modernosa” contribuiu para aumentar o voto comportamental, abaixo da linha da cintura, onde pacatos cidadãos foram levados inconscientemente para uma agenda neoliberal. Basta Bolsonaro começar a governar para cair esse castelo de areia. A mentira possui perna curta e a maior oposição ao Bolsonaro virá de dentro dos seus próprios eleitores.

  5. O reposicionamento das oposições progressistas

    -> Não foram só as esquerdas que foram derrotadas nas eleições, mas também boa parte das forças que fizeram parte daquele arranjo capitaneado por Temer e pelos grupos que a ele se agregaram.

    -> A vitória de Bolsonaro também não pode ser vista como um fato normal da política brasileira. Pela primeira vez a extrema direita chega ao poder legitimada pelas eleições.

    Junho de 2013 marca o fim da Nova República. a partir de então, temos ainda diante de nós a arquitetura em andamento de um novo sistema de poder.

    como em 1964, as mudanças institucionais que a Esquerda não pode, não soube e não quis fazer, serão agora os Generais seus executores.

    já não há qualquer viabilidade para PSDB e PT se revezarem como gestores do Capitalismo no Brasil. foram sumariamente demitidos pelo acirramento das contradições do processo histórico.

    não há qualquer possibilidade de uma nova Esquerda no Brasil sem aceitar as lições de Junho de 2013, abandonando de vez qualquer ligação com o Lulismo e suas diversas narrativas de milagres jamais realizados.

    principalmente quanto aos “milhões retirados da miséria”, um efeito meramente estatístico e desprovido de qualquer tipo de incremento de organização e consciência política.

    ninguém sai da miséria por conta de Bolsa-Família e comprar a crédito monitor de 40′ e geladeira nova, se continua habitando e trabalhando sob as mesmas condições aviltantes de vida.

    -> a direita avançou, além do notório caso norte-americano

    este é outro fatal equívoco persistente na Esquerda. Trump não é mais, nem menos, de Direita do que Obama e Hillary.

    Trump é sintoma da incapacidade de um setor dominante global (representado por Obama, Hillary, Merkel, Macron, etc) em gerenciar minimamente as contradições da atual etapa do Capitalismo global.

    e neste sentido, se há alguma racionalidade ele está com Trump, como talvez a última oportunidade antes de uma III Guerra.

    quem não tem um adequado diagnóstico da crise, sempre acaba atropelado pela conjuntura.

    -> Com exceção do Uruguai, em praticamente todos os outros governos de centro-esquerda ou esquerda da região surgiram casos de corrupção, provocando perda de legitimidade popular, ofensiva do falso moralismo da direita e derrotas.

    -> Ademais, esses governos, no geral, não foram capazes de realizar reformas institucionais e políticas capazes de remover os mecanismos que perpetuam as desigualdades na região, limitando-se à implementação de programas sociais que reduziram temporariamente essas desigualdades.

    mais um mito que precisamos derrubar. nunca existiram autênticos “governos progressistas” recentes na AL. no máximo, foram as versões locais do gerenciamento PT x PSDB do caso brasileiro.

    desde Chavez e Maduro, passando pelos Kirchner, Rafael Correa, mesmo Evo Morales e chegando até Pepe Mujica (este uma quase exceção), todos tem um enorme déficit no tocante ao que seriam as prioridades de uma gestão de Esquerda: organização popular para viabilizar uma estratégia de emancipação.

    -> Quem avançou mais o sinal até agora foram o PDT, o PSB e o PC do B, formando um bloco. Além de criar um polo de oposição visando construir uma alternativa em torno de Ciro Gomes, este bloco busca uma  posição espacial situada na centro esquerda, mas deslocada mais ao centro do que à esquerda.

    o que não passa de mais uma fadada ao fracasso tentativa de recomposição de algum “centro político”.

    por um bom tempo a política no Brasil, e no mundo, não vai mais gravitar em torno das ilusões de algum centro político. vivemos os tempos perigosos da radicalidade. por se recusar a compreender isto, a Esquerda entregou o Brasil a Bolsonaro.

    nenhuma pax nos salvará. nenhum centro democrático. nenhum Lula. muito menos, nenhum Ciro Gomes.

    -> A situação do PT é a mais difícil. Relativamente isolado, o partido se mostra incapaz de viabilizar uma solução para a situação de Lula e também se mostra incapaz de se renovar. Fernando Haddad, a sua principal liderança

    o PT hoje está na mesmo situação política (mas evidentemente não institucional) do PCB após 1964. tornou-se irrelevante no que tange à ação, em sua capacidade de exercer influência direta na luta de classes. portanto, no desdobrar do processo histórico.

    Haddad é nada. Haddad é mais um poste. não tem qualquer perfil de liderança de massas. não tem qualquer carisma para levantar as ruas. não dispõe de empatia com o povo pobre das periferias.

    Haddad deveria ser a prova definitiva da incapacidade de Lula como formador de novas lideranças.

    -> À esquerda, o PSol ficou com o espaço livre e à sua disposição para crescer. A decisão de Boulos de permanecer no partido, mesmo sem a presidência, e de não retornar à condição de coordenador do MTST, foi sábia, pois lhe abre caminho para se firmar como líder político.

    o PSOL se arrasou desde o Golpe de 2016. ficou a reboque do Lulismo. há exceções, ressalve-se. seu resultado eleitoral confirma seu fracasso político, confirmado pela votação pífia de Boulos abaixo de Daciolo. glória!

    Boulos é mais daqueles que poderia ter sido, mas nunca será. existem erros que dificilmente podem ser superados. Boulos errou ao se atrelar a Lula. e junto com Lula, vai apodrecer um bom tempo no ostracismo.

    outras duas grandes lideranças igualmente promissoras também se anularam: Marcelo Freixo e Beatriz Cerqueira.

    junto com Boulos, poderiam ter um formado um fortíssimo eixo SP-RJ-MG, que seria o propulsor de uma nova Esquerda. infelizmente, a janela histórica se fechou.

    -> É preciso superar a principal causa das sucessivas derrotas das esquerdas: a inexistência de força organizada nas grandes periferias das cidades.

    ocorre que esta “força organizada” gera autonomia. e qual setor da Esquerda de fato admite autonomia popular?

    autonomia popular implica em consciência e ação crítica, algo que a Esquerda pelega não suporta.

    autonomia popular acarreta autonomia de decisão e ação, pondo por terra os currais eleitorais, o voto de cabresto e a veneração de “mitos” e “caras”.

    a emancipação dos oprimidos será obra dos próprios oprimidos. ou não será.

    -> É improvável que se formem frentes formais e orgânicas em oposição ao governo Bolsonaro. As frentes serão informais e temáticas, definidas por pautas e agendas.

    falta a única frente imprescindível: a frente anti-capitalista. uma Esquerda com propostas e ações estrategicamente apontando para o pós-Capitalismo.

    -> A juventude em geral hoje está fora das lutas e parte dela aderiu à direita.

    nem tanto, nem tão pouco. uma enorme parcela da juventude aderiu a Bolsonaro. mas outra enorme parcela continua sem qualquer projeto político que a atenda.

    a Esquerda pelega fracassou totalmente no tocante a juventude. e nem poderia ser ao contrário, pois a juventude é a reciclagem que esta Esquerda pelega se recusa a fazer.

    a cada vez que a juventude galgou o protagonismo político, a Esquerda não foi sua aliada – muito pelo contrário.

    assim foi desde Junho de 2013, indo pela Primavera Secundarista, Ocupa Brasília, Greve Geral de 2017, e todo um imenso e variado conjunto de manifestações, ocupações e bloqueios contra o Golpe de 2016.

    um ciclo se fechou. uma era está encerrada. não haverá retorno. nosso inimigo venceu. os Generais estão novamente em Brasília, de onde, a rigor, nunca chegaram a sair.

    .

  6. ANALISE horrorosa
    As forças

    ANALISE horrorosa

    As forças GOLPISTAS estão todas no PODER  ..os militares e a banca, o Poder Judiciário a lhe dar lustro, e os EUA conseguindo tudo

    Os BOZO, a cada dia, transformados num espetáculo de horror circense

  7. Análise correta

    Boa análise, feira com realismo e apontano com clareza as posições que os partios progressistas ocuparão nesse espaço. O professor enfatisa uma tese presentes nos artigos que escreve: é preciso gerar força orgânica e combativa nas bases sociais, nas periferias oara obter vitórias. Caso contrário, os fracassos serão contínuos. Somente essa organização e base permite bloquear o crescumento o conservaorismo evangélico nas periferias. Os progressistas precisam sair o seu encastelamento burocrático e ir para as bases sociais, organizar e criar força combativa.

  8. Extrema direita chegou pela

    Extrema direita chegou pela primeira vez ao poder legitimada por eleições, uma ova! Prenderam o Presidente Lula que poderia ganhar o pleito no primeiro turno, e com o beneplácito da Justiça Eleitoral permitiram tudo que foi canalhice atraavés das redes sociais, milhões foram gastos inderetamente no Whatsapp. O que foi visto foi a atuação dos golpistas de 2016 para emplacar o segunto Presidente de mentirinha, como em 1964/1985, para operar e encaminhar as decisões do poder de fato a que estará subordinado. Estamos numa ditadura, e neste regime o que menos interessa são eleições. O caminho é outro, não interessa mais quem fez ou deixou de fazer durante o simuilacro de eleições. Todos já sabemos quem traiu o povo. Agora, a luta há de se desdobrar por outros meios. Lula livre. Abaixo a ditadura. Fora os enganadores!

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome