Da Folha
Janio de Freitas
Único a citar companheiro de partido em depoimento, Pizzolato foi isolado pelo PT ao longo do processo
Na CPI que se ocupou do chamado mensalão, foi o depoente mais inseguro, titubeante, no próprio rosto o ritus do medo, senão pânico mesmo. Até muito mais do que o outro sufocado pela insegurança, Marcos Valério. Foi o único, também, a citar companheiro de partido e de governo de modo a transferir responsabilidades que lhe cobravam.
Já consumadas as condenações, participei de uma mesa de conversa sobre o processo, no Sindicato dos Advogados do Rio. À chegada, Henrique Pizzolato me esperava na saída do elevador, com a mulher. Trazia uma pasta para me entregar, com documentos dados como comprovantes da realização de trabalhos, pela agência de Valério, negados na acusação do Ministério Público e pelo relator Joaquim Barbosa. A votação da maioria, no Supremo Tribunal Federal, acompanhou a negação.
A tibieza de Pizzolato me impressionou. Quem falou foi sua mulher, um ou dois minutos. Não consegui dizer mais do que os cumprimentos, fixado na imagem de Pizzolato. Mais tarde, registrei parte do indicado pelos documentos, em princípio mais convincentes do que a acusação aparentemente mais fundada no desejo de acusar e condenar do que em fatos e provas bem apurados.
A fuga do casal Pizzolato não significou admissão de culpa. É natural o desejo de evitar a prisão, facilitado, no caso, pela dupla nacionalidade do condenado. Mas um pormenor ficou, para mim, como indagação cuja resposta poderia ser valiosa, diante de tanta coisa mal explicada, ou inexplicada, no processo e nas intervenções do julgamento. Os petistas, tanto os envolvidos no processo como os outros dirigentes, puseram Pizzolato à parte. É dele esta queixa, registrada por um dos seus defensores fora do tribunal: “O PT me abandonou”.
Por quê? Mais uma vez, Pizzolato foi o único. E não poderia faltar um motivo importante, a ponto de ser significativo para tantas pessoas que com ele conviveram em duradoura confiança, e o prestigiaram em indicações para cargos disputados. O que constatei ou deduzi a respeito não confirma nem conflita com a notícia, do “Estado de S. Paulo”, de uma conta na Suíça com possível movimento pelo foragido Henrique Pizzolato. Mas permite a convicção de que no rastro desse fato há numerosas consequências enfileiradas, capazes de mudar muitos aspectos estabelecidos sobre o chamado mensalão.
DEVERES EM FALTA
A propósito de nota aqui publicada, o governo gaúcho acusa o juiz da 1ª Vara de Execuções Criminais de difundir dúvida, sem provas, sobre perícias que indicaram doenças como causa de mortes no Presídio Central, em Porto Alegre. O juiz, a rigor, não precisa apresentar provas para lançar a suspeita, bastam-lhe indícios. Além disso, a cobrança da Comissão Interamericana de Direitos Humanas ao Brasil não trata só de mortes, mas também das condições carcerárias calamitosas no Presídio Central. E o governador Tarso Genro continua devendo explicações ao país.
Em tema paralelo, o desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima, de Belo Horizonte, em mais uma mensagem ao Painel do Leitor diz-se “cético sobre discursos de defensores dos direitos humanos só para criminosos'”. Não indica o autor da citação que faz. Mas, na seguimento, diz: “Não concordo com todas as posições de Janio de Freitas”, conexão que sugere minha autoria da proposta “só para criminosos”. Eu nem precisaria desmenti-la, mas o desembargador precisa, por dever ético, indicar a autoria de citações que faz. Jamais vi ou ouvi a frase por ele apresentada.
Já que, diz também, seu ceticismo vem do seu “desamparo na resolução de problemas relativos a presos e menores infratores”, aí estaria fortíssima razão para defender os direitos humanos de presos, e não para sua posição oposta. Ainda mais porque não consta, na legislação brasileira, que a expressão direitos humanos leve o adendo “exceto para presos e infratores”.
Zanchetta
19 de janeiro de 2014 12:45 pmÉ essa a pessoa que vai
É essa a pessoa que vai entrar na Justiça italiana, com os documentos que levou (seriam os números das contas na Suiça?) para a Itália e cancelar a AP470, vulgo Mensalão?
É bom esperar sentado…
edsontadeu
19 de janeiro de 2014 1:30 pmHome » Conteúdo
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Conta na Suíça de Pizzolato é novo factóide?
Enviado por Miguel do Rosário on 18/01/2014 – 11:05 am12 comentários
A pauta do mensalão é cansativa. A mídia tenta se impor pelo cansaço. É humanamente impossível rebater a contento a artilharia diária de mentiras, distorções e manipulações.
Em se tratando de Henrique Pizzolato, acusá-lo virou uma espécie de esporte, praticado inclusive por pessoas de boa fé, não ligadas à mídia. Em novembro do ano passado, até mesmo o nosso velho Nassif, ao escrever um post em que denuncia o erro da Procuradoria e do Judiciário no caso Visanet, pois o dinheiro teria sido regularmente usado em campanhas publicitárias, vem com uma acusação insólita:
“Antônio Pizzolato cometeu crime, sim, mas de outra natureza e gradação. Trabalhou para antecipar o pagamento à DNA, antes de executados os trabalhos. Aplicando no mercado financeiro, a DNA teve um lucro estimado de R$ 2 milhões. Em troca, Pizzolato recebeu os R$ 326 mil de Marcos Valério, que provavelmente não se destinavam ao caixa do PT, conforme alegado por ele.”
É surreal. Em primeiro lugar, quando se trata de acusar Pizzolato, parece que todos os cuidados se esvaem. Nassif não se preocupa sequer em escrever seu nome corretamente. Não é “Antônio Pizzolato”. É “Henrique Pizzolato”. E o erro continua lá, três meses depois…
Em segundo lugar, os documentos mostram que Pizzolato não tinha nenhuma ingerência sobre os fundos da Visanet, cuja gestão financeira estava a cargo de outros servidores. Como pode ter “trabalhado” para pagar antecipadamente à DNA?
Em terceiro lugar, a DNA vinha recebendo esse tipo de antecipação há muitos anos, muito tempo antes da entrada de Pizzolato na direção de marketing do Banco do Brasil. Se você ler o Laudo 2828, ou as auditorias do Banco do Brasil sobre a relação entre a DNA, o BB e a Visanet, encontrará um monte de advertências contra eventuais irregularidades (não necessariamente criminosas), mas as principais delas aconteceram antes da entrada de Pizzolato.
A grande ironia é que a gestão de Pizzolato promoveu uma série de reformas no sentido de dar mais transparência e rigor aos contratos publicitários do Banco do Brasil. E que, durante sua gestão, o Banco do Brasil conseguiu ampliar de maneira espetacular o seu market share no uso de cartão de débito no país.
Hoje a própria defesa de Dirceu é a primeira a afirmar que o desvio de R$ 74 milhões do Fundo Visanet – do qual se acusa Pizzolato – é o pilar de toda a farsa da Ação Penal 470.
E agora, a mídia aparece com outra informação bombástica: Pizzolato teria movimentado conta na Suíça com até 2 milhões de euros.
Parentes de Pizzolato contatados pelo blog, que ainda tem contato com o mesmo, negaram peremptoriamente a existência de tal conta. E perguntam:
“Que conta é essa, tão secreta, que não se sabe nem o banco?”
De fato, as notícias sobre a conta na Suíça de Pizzolato não poderiam ser mais vagas.
Hoje, o Globo repercute a notícia. Como todos os outros jornais, a fonte é o Estadão, agora convertido em fonte primária. Folha, Veja, Brasil 247 também deram a notícia sobre a conta , sempre citando o Estadão, como se o Estadão fosse o próprio governo Suíço.
Só que o próprio Globo, ao publicar a matéria, traz uma informação contraditória, escondida envergonhadamente ao final dela:
Ué, a própria nota do Globo inicia dizendo que “autoridades brasileiras e suíças investigam uma conta secreta movimentada por Henrique Pizzolato”. Como é que, após tal início, a matéria desmente a si mesma dizendo que as autoridades suíças “desconhecem” qualquer cooperação neste sentido?
Essa nova informação da Globo desmente todas as notícias anteriores. E aí? É incrível como, em se tratando de mensalão, qualquer preocupação com objetividade, coerência, ou simples bom senso, vão para o beleléu.
Estaremos diante de mais um factóide? De mais uma mentira?
Os familiares de Pizzolato lembram que uma das primeiras medidas da Justiça, quando começou a investigar o réu, foi quebrar todos os seus sigilos. Com anuência do próprio Pizzolato, que considerava isso uma questão de honra. Sua vida financeira e fiscal foi devassada em mais de 25 anos. Não se encontrou nada.
E agora descobrem uma conta de 2 milhões de euros na Suíça? No caso das contas suíças dos trensaleiros, sabemos o banco, o número da conta, há documentos, datas de saques e depósitos. Com Pizzolato, não há necessidade de nada disso. Não se informa banco, nem número da conta, nem nada. É apenas uma “suposta conta”, que ele “supostamente” teria utilizado.
Ora, sou um blogueiro adulto. Não me surpreenderia se até o Papa tivesse uma conta secreta na Suíça. Ficaria espantado, até mesmo decepcionado, se descobrisse que Pizzolato escondia uma gorda conta secreta na Suíça. Mas não seria a primeira vez que teria esses sentimentos, nem isso mudaria a minha convicção, baseada em documentos, de que o dinheiro da Visanet não foi desviado, nem era público.
Se o Estadão e as misteriosas autoridades que lhe deram a informação, apresentarem provas convicentes sobre a tal conta na Suíça de Pizzolato, aí sim, poderem cogitar em levar o assunto a sério. E mesmo assim, ainda terei de investigar por conta própria, porque infelizmente não dá para acreditar em nada do que diz a mídia brasileira, sobretudo quando o tema é mensalão.
Só que não posso levar a sério esse tipo de acusação, apresentada sem nenhum tipo de prova, ainda mais considerando o histórico de mentiras que caracterizou toda a Ação Penal 470.
Se a mídia ou “autoridades” têm alguma prova de que Pizzolato tem “conta secreta” na Suíça, terão que oferecer alguma coisa mais concreta. Não existe “suposta conta”, ninguém faz “supostos saques”. Ou a conta existe ou não. Ou se faz saque ou não. Quando eu disse que a família Marinho, proprietário da Globo, tinha conta no Panamá, eu apresentei documento. Quando dei o furo da sonegação da Globo, apresentei documentos. Temos que nos acostumar a só fazer acusações se há provas para fazê-las. Da mesma forma, só devemos acreditar em acusações minimamente embasadas em provas.
Da parte das fontes no Brasil, também nota-se algo estranho. Os jornais ora falam que é a Polícia Federal que investiga a suposta conta de Pizzolato na Suíça, ora falam que é o “governo do Brasil”, ou “governo brasileiro”.
Mas também não há nenhuma identificação. Nenhum delegado, nenhum departamento específico da PF, nada. O Brasil 247 ilustra o post em que reproduz a matéria do Estadão com uma foto do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso; só que o Cardoso não deu nenhuma declaração sobre a suposta conta na Suíça de Pizzolato. Ao contrário, afirma outra coisa, que desvia o assunto para outra esfera:
“Caso o governo italiano entenda que ele não possa ser extraditado, a alternativa será voluntária do governo brasileiro. Enviaremos cópia para que a Justiça italiana o processe lá. Se ele for condenado como cidadão italiano, cumprirá pena lá”, declarou Cardozo, esclarecendo que, por ter cidadania italiana, um eventual pedido de extradição de Pizzolato poderia ser negado.
A declaração de Cardoso foi imediatamente abafada por toda a mídia, que morre de medo de que o mensalão seja investigado na Itália, por um Judiciário fora de sua zona de influência.
O fato é que o mensalão, enquanto um processo político, não é, definitivamente, uma página virada. Muitas águas correrão ainda por essa ponte…
edsontadeu
19 de janeiro de 2014 1:37 pmSE FORMOS CONSIDERAR
SE FORMOS CONSIDERAR isolamento entao o Joao Paulo Cunha Dirceu e Delubio tambem foram isolados, Na verdade o que houve entre eles foi naturalmente um acerto para que o governo nao se envolvesse, pois era tudo que a mida canalha e oposiçao queriam para tentar um golpe no Brasil, O PT e Dilma se mantiveram um pouco a distancia dos acusados justamente para evitar esse confronto que todos da direita e extrema direita queriam. Esta é minha opiniao.
Cristiana Castro
19 de janeiro de 2014 2:17 pmConcordo com vc; desde o
Concordo com vc; desde o início, pelo menos, José Dirceu, foi taxativo, não era para o PT defendê-lo; JPC, só pede aos companheiros que qdo chegar a vez dele ( ser preso ) que se mantenham firmes e Delubio, no último Ato, em Santos, se não me engano, pedia calma e consolava o pessoal indignado com as prisões… O Piezolato é mais quieto e quem fala mesmo é a Andrea, inclusive nos Atos, pega o microfone e manda ver… Agora, no final, ele já estava falando mais; de qq forma, essa conta, AGORA, depois do sujeito já ter sido condenado sem qq referência a ela, não faz muito sentido pq ele foi condenado APESAR dela ( se existir ). Quase dez anos investigando os 40 e, qdo o réu foge para Itália é que descobrem essa conta? Se ela existe, MPF já sabia mas não quis que aparecesse na AP 470. Nada disso altera o fato das condenações terem se dado sem fundamentação.
Walker
19 de janeiro de 2014 2:44 pmFala séria Cristiana,
Fala séria Cristiana, confessa, fizesse tanta curva que quase tivesse um torcicólo para defender Los Mensaleros.
Cristiana Castro
19 de janeiro de 2014 4:33 pmE vou continuar
E vou continuar defendendo…. Olhe que nem é tão difícil….
Walker
19 de janeiro de 2014 6:02 pmA família e os admiradores de
A família e os admiradores de Marcinho VP também confabulam com a tua idéia…Ou vc é superior a mulher de Marcinho VP?
Fazer o que? uns gostam de defender bandidos cumprindo pena, outros (eu) não..
Marly
19 de janeiro de 2014 6:24 pmO odor do andarilho!
Você é o tipo de criatura que denigre o ambiente onde anda! Pobres dos lugares onde pisa o andarilho, enlameando o caminho! Cruz Credo! Que pessoa sem escrúpulos!
nilccemar
19 de janeiro de 2014 9:14 pmEu não sei nem sequer quem é
Eu não sei nem sequer quem é Marcinho VP. Mas, também gostamos, ou melhor gostaríamos de ver os grandes bandidos cumprindo pena, mas tantos os defendem.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 5:28 pmParece que quem os acusa é
Parece que quem os acusa é mais fadado a ter dores lombares, a menos que seja isso também tudo mentira, só para tirar licença saúde e ganhar sem trabalhar.
alexis
19 de janeiro de 2014 1:53 pmFerido, no meio da estrada, mas na Itália
Pizzolato parece-me aquele sujeito que não deve ser deixado ferido no meio da estrada (tipo Paulo Preto dos tucanos), seja por algum rabo preso pessoal; ou pela falta de estrutura partidária e humana para enfrentar até cadeia por uma boa causa. Acredito que Pizzolato tenha entrado na vida política numa fase mais urbana e democrática, depois dos períodos de luta mesmo.
Fique tranquilo Pizzolato, lá na Itália ou onde for, aqui já perdeu a chance de levantar a sua mão – lisa e sem calos – de punho fechado.
Frederico69
19 de janeiro de 2014 2:11 pmele deve estar com uma crise existencial
por conta de não ir pro xilindró.
eu até posso imaginar a vontade dele de voltar e poder posar pras fotos algemado e levantando a mão cerrada.
alexis
19 de janeiro de 2014 2:20 pmDireu e Genoino é que estão
Com desejos de ter fugido para Itália e poder ficar escondidos, longe deste renascimento do partido que aconteceu, graças em parte, a essa luta e aos punhos no alto.
André LB
19 de janeiro de 2014 2:18 pmEssa história toda do
Essa história toda do mensalão está me fazendo lembrar, só agora, de outra fraude descarada para minar um grupo específico: é o novo “protocolo dos sábios de Sião”.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 2:44 pmPizzolato não é um político.
Pizzolato não é um político. Por que teria o desembaraçado esperado por Jânio de Freitas ? E, ainda mais numa situação em que estava sendo acuado, fragilizado. O fato que sabemos é que sua argumentação procede e não foi rebatida pelo STF, que, só agora, pós-julgamento, e após mais de 7 anos de investigações, se põe a pesquisar possíveis contas em seu nome na Suiça. Não tiveram tempo de fazê-lo antes do julgamento, o que tanto teriam feito nesses 7 anos, afinal ?
Walker
19 de janeiro de 2014 2:51 pmJá em contagem regressiva
Já em contagem regressiva para ver os militontos petistas, que até a semana passada juravam de pé junto a inocência do Italianinho (lembram a documentação registrada em cartório?), para tratarem Henrique Pizzolatto como traíra, assim como fazem com todos os ex-petistas.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 3:50 pmLembro. A documentação
Lembro. A documentação registrada em cartório aguarda que o senhor JB se digne a assinar o mandado de prisão que expediu para JP Cunha, para que comece a defesa, lembra ?
alexis
19 de janeiro de 2014 4:09 pmNada disso
Apenas eu que tenho falado mal do Pizzolato, desde o primeiro momento, e não por ser culpado, mas pelo fato de ter feito perder força à atitude do restante da turma. Até a Junia Rabello e a outra funcionária do Banco foram mais “machas”.
Branca Teresinha
19 de janeiro de 2014 3:01 pmCasca de banana
Eles estão louco porque não sabem o paradeiro do acusado com provas que o inocentam e aos demais. Isso põe em risco toda a credibilidade do processo. Portanto, jogaram uma casca de banana para provocar um escorregão. Essa história de conta jogada agora no ventilador é para ver se o próprio se manifesta para desmentir e ser rastreado. É um velhíssimo jogo agora envernizado de novo. Pena que estão utilizando jornalistas sérios e com prestígio com esta história de “injustiçado” para aumentar a confusão.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 3:41 pmNão entendi o ardiloso ardil.
Não entendi o ardiloso ardil. Porque de qualquer forma, isso é voltar à fase de instrução dos autos, à investigações para colher mais provas, coisa que não se faz se já foi considerado e oficializado como um ato jurídico perfeito.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 3:09 pmTiveram a preocupação de,
Tiveram a preocupação de, para dar alguma fidedignidade à notícia, justificarem que foi possível serem atendidos pelas autoridades suiças _ investigando elementos de processo já concluído _ pelo fato do réu constar na lista da Interpol. Mas, ele deve ter sido inscrito nessa lista, justamente, através do processo em questão, por sentença por ele não acordada. Estranho também o Judiciário nacional não ter atendido às demandas do suiço, em contraste com todos outros países do caso Siemens, e agora recorrerem às mesmas autoridades que não atenderam, pedindo essa ajuda meio irregular, após conclusão dos autos.
edward
19 de janeiro de 2014 4:15 pmNOVO FACTÓÍDE?
O noticiário não diz quem pediu às autoridades suícas informações.
E nem as autoridades suíças a confirmaram. Não há nenhum dado a respeito, valor, conta, etc. Nada, nadinha de nada.
Todos os dias, seja na TV, seja nos jornalecos deste País, há que se falar mensalão, mensaleiro.
Parece que é mais um factóide, para não faltar à mesa das notícias,assuntos sobre a AP 470, quando, renito, falam Mensalão, mensaleiros, mensagens subreptícias que marcam inconscientemente a opinião pública.
Na semana de passou, arrumaram um telefone de José Dirceu, sem qualquer comprovação, tudo para prejudicá-lo e, com certeza, noticiar mais uma vez a propaganda política mais intensa e feita pela mídia: Mensalão, mensaleiro, sinônimos, inconscidentes, de escândalo de corrupção, corruptos.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 5:18 pmNo jornal da Record ontem,
No jornal da Record onte, chegaram a passar cenas com viaturas da PF, como se estivessem policiais e até viaturas lá na Suiça.
Humberto Cavalcanti
19 de janeiro de 2014 4:35 pmThis comment has been deleted.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 5:35 pmEle não dedurou Gushiken,
Ele não dedurou Gushiken, isso quem fala é quem quer intrigá-los entre si. Ele tão somente contou o que fizerem, e a participação de Gushiken dentro disso, que foi, posteriormente, criminalizado. A criminalização dos atos administrativos normais e regulares é que é o fato em questão. Quem narrou os fatos não dedurou ninguém, assim como não admitiu crime algum.
Fred.KG
19 de janeiro de 2014 7:28 pmEsta pretensa “conta suiça”
Esta pretensa “conta suiça” do Pizzolato é um factoide que simplesmente não se sustenta frente ao fato de que as próprias autoridades competentes da Suiça desconhecerem a suposta investigação que o estadinho e o globinho alegam estar sendo feita:
“autoridades brasileiras e suíças investigam uma conta secreta movimentada por Henrique Pizzolato…”
E o próprio globo se desmente:
Ou seja: Esta historia fede! E o mau cheiro não vem do Pizzolato…
carlos batista
19 de janeiro de 2014 7:33 pmO Blog está perdendo a
O Blog está perdendo a noção… a sobriedade. Tudo que aparece sobre os companheiros é invenção da mídia. Coitados dos mensaleiros, fazem revistinha,protocolam documentos e depois são pegos com a boca na butija.
É triste ver o que sobrou do Patido que depositei tantas esperanças….. Ficou só um bando de fanáticos que não enxergam um palmo a sua frente.
nilccemar
19 de janeiro de 2014 9:02 pmQuem depositou tantas
Quem depositou tantas esperanças nesse partido, continua a depositar. A depositar, inclusive, dinheiro buscando evitar a consumação do golpe para retirá-lo do pode na marra.
Fred.KG
19 de janeiro de 2014 7:38 pmNas palavras do Miguel do
Nas palavras do Miguel do Rosario:
“Essa nova informação da Globo desmente todas as notícias anteriores. E aí? É incrível como, em se tratando de mensalão, qualquer preocupação com objetividade, coerência, ou simples bom senso, vão para o beleléu.
Os familiares de Pizzolato lembram que uma das primeiras medidas da Justiça, quando começou a investigar o réu, foi quebrar todos os seus sigilos. Com anuência do próprio Pizzolato, que considerava isso uma questão de honra. Sua vida financeira e fiscal foi devassada em mais de 25 anos. Não se encontrou nada.
E agora descobrem uma conta de 2 milhões de euros na Suíça?
No caso das contas suíças dos trensaleiros, sabemos o banco, o número da conta, há documentos, datas de saques e depósitos.
Com Pizzolato, não há necessidade de nada disso. Não se informa banco, nem número da conta, nem nada. É apenas uma “suposta conta”, que ele “supostamente” teria utilizado.”
Fred.KG
19 de janeiro de 2014 8:00 pmdescriçao
“Ficou só um bando de fanáticos que não enxergam um palmo a sua frente.”
Esta é a descrição perfeita dos leitores e audiencia crédula do PIG, portanto, também a sua…