
Por Almeida
“Oh Lord, if you ain’t busy up there/I ask for help with a prayer/So please don’t give me the air/Oh, hear me Lord/I wanna see Garbo in person/With Gable when they…”
Você não reconhece esses versos? Pois eles são os originais da canção de Richard Rodgers e Lorenz Hart que se chamaria “Prayer (Oh Lord, Can You Make Me a Star)”. Ela foi encomendada em 1933 pela Metro, para um número Jean Harlow, mas que acabou não sendo gravada, ficou apenas o registro da letra.
No ano seguinte, Hart escreveria uma segunda letra, que seria intitulada “It’s Just That Kind of Play”, para tema do filme “Manhattan Melodrama”: “Act One:/You gulp your coffee and run;/Into the subway you crowd./Don’t breathe, it isn’t allowed…”. Esta também ficou só no registro, foi cortada da introdução e o estúdio pediu uma canção para outra cena do filme. Hart mandou uma terceira letra: “Oh Lord, what is the matter with me?/I’m just permitted to see,/The bad in every man…”
Ainda não reconhece a letra? Pois foi a primeira com a qual a melodia veio a público, cantada no filme por Shirley Ross, com o título “The Bad in Every Man”, eis a primeira gravação:
http://www.youtube.com/watch?v=j3t0cBC6g5U]
Depois da estréia do filme, A Metro decidiu que a canção devia ser lançada comercialmente, com uma letra mais romântica, e Hart foi convencido de fazer uma nova letra, como a conhecemos. O que é pouco conhecido é uma introdução da canção, que vai aparecer no ano seguinte gravada por Greta Keller, Rod Stewart gravou essa introdução com uma pequena mudança.

A primeira gravação em disco saiu em novembro de 1934, por Glen Gray e sua sua Casa Loma Orquestra, com o saxofonista Kenneth Sargent atuando de vocalista. No mesmo mês, saíram duas gravaçoes em sequência, de Ted Fio Rito e sua Orquestra, com o canto Muzzy Marcellino, e de Frankie Trumbauer & Orchestra, com o trumpetista Bunny Berigan
como vocalista. A versão de Connee Boswell, a quem atribuem o primeiro registro de Blue Moon, saiu em janeiro do ano seguinte. Depois tudo foi história. E que história!
Desde que foi lançada, a canção foi interpretada por expoentes da canção popular e da música instrumental de seu tempo. Artistas de diferentes estilos a acolheram. Recebeu versões em muitos idiomas; em português, com a nossa Rita Lee, em espanhol (Luna Azul), em italiano (Luna Malinconica/Pallida Luna), russo (Луна), finlandês (Sininen Kuu), e por aí afora. Vou deixar algumas dessas versões abaixo, depois colocarei nos comentários outras com variadas interpretações que encontrei. Se conhecerem alguma outra que merece ser lembrada, desde já agradeço o envio.
Navegar por Blue Moon é uma aventura muito agradável e surpreendente pela música do século XX, é um encontro plural, em ritmos variados, com, além dos nomes já citados, artistas como: Ella Fitzgerald, Billy Eckstine, Billie Holiday, Frank Sinatra, Mel Tormé, Pedro Vargas, Amália Rodrigues, Elvis Presley, Glenn Miller, Michel Legrand, Art Tatum, Nat King Cole, Caterina Valente, Diane Shaw, Bob Dylan, Louis Armstrong, Julie London, The Marcels, Oscar Peterson, Cowboy Junkies, Chet Baker, Art Blakey, Dizzy Gillespie, Diane Shaw, Helmut Lotti, Aleksandr Varlamov, Jo Stafford, Carlo Buti, Chris Isaak, Conal Fowkes, Emilio Livi, Al Bowlly, Benny Goodman…
A sugestão está aí. Boa viagem, bons ventos, navegar é bastante preciso. O porto de partida:
Glen Gray & The Casa Loma Orchestra, Kenneth Sargent é o vocalista.
https://www.youtube.com/watch?v=rDyMUsj8K2o]
Os primeiros portos:
Muzzy Marcellino e Ted Fio Rito e sua Orquestra.
https://www.youtube.com/watch?v=79ocwzLW5-s]
Bunny Berigan e Frankie Trumbauer Orchestra.
https://www.youtube.com/watch?v=MgxDGDAAaBw]
Connie Boswell gravou para seu programa em ondas hertzianas.
https://www.youtube.com/watch?v=aZCi2WQ6rNg]
A vienense Greta Keller registra a introdução da canção.
http://www.youtube.com/watch?v=Br9rO9KbEoY]
Em águas brasileira:
A graciosa versão de Rita Lee.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=RiPjUuW_HkA
En las cálidas aguas de nuestra América:
Pedro Vargas canta la Luna Azul.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=-UskuLnNEgU
Turbulência e calmaria na Itália:
Luna Malinconica por Caterina Valente.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=sDpW1zbP5Lw
Luna malinconica por Emilio Livi.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=vnsadS7B6Ss
Ventos que renovam a canção através do tempo:
Cowboys Junkies.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=vJ6EGsZdxpE
The Marcels.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=BziGPUGjhIE
A viagem prossegue nos comentários. Enviem suas sugestões. Feliz 2015 para todos!
Almeida
31 de dezembro de 2014 6:36 pmPor mares nunca dantes navegados.
Uma surpresa, a fadista Amália Rodrigues reverencia a canção americana, resultado de diversas incursões pelos palcos americanos.
[video:http://www.youtube.com/watch?v=QyjaQQ5F258%5D
Almeida
31 de dezembro de 2014 11:38 pmSopros de terras distantes.
Луна (Lua), com Aleksandr Varlamov (Алекса́ндр Варла́мов) e sua orquestra. Maestro, cantor, arranjador, compositor, Varmalov foi pioneiro do jazz na Rússia.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=jbDObY7HueQ%5D
Sininen Kuu (Lua Azul), Eino Grön & Kukonpojat, um cover dos The Marcels em versão finlandesa. Um vídeo com lindas gravuras de publicidade dos anos 1950.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=cVv0ow_53hI%5D
Gilberto Cruvinel
1 de janeiro de 2015 10:36 amAl Bowlly
A versão clássica de 1936 com Al Bowlly
[video:http://youtu.be/bDYm2Ibj5zc%5D
jns
1 de janeiro de 2015 1:06 pmMoon River
Dois nômades
Partindo pra ver o mundo
[video:http://youtu.be/BOByH_iOn88 width:600 height:450]
Tem tanto
Do mundo pra ver
[video:http://youtu.be/oTgNWCqMsuc width:600 height:450]
Nós estamos atrás
Do fim do arco-íris
[video:http://youtu.be/dCvqTRHGIrg width:600 height:450]
Esperando fazer a curva
Meu doce amigo
[video:http://youtu.be/UZt-s8zNxJc width:600 height:450]
Moon River
E eu
Satchmo, o Mito
[video:http://youtu.be/Fd_JDrnBMMA width:600 height:450]
Aquí não neném… não tem prá ninguém!
Almeida
1 de janeiro de 2015 7:21 pmPara o JNS,
Moon River com a London FILMharmonic Orchestra e Noa Bodner (Harmônica)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=28f9bqklFeo%5D
Andy Williams
[video:https://www.youtube.com/watch?v=flm4xcOyiCo%5D
Frank Sinatra
[video:https://www.youtube.com/watch?v=7tuftoMVt9U%5D
Maíra
1 de janeiro de 2015 8:20 pmmoon river.
muito bom. é linda, linda.
Almeida
1 de janeiro de 2015 1:08 pmA divertida aventura de Ondrej Havelka
[video:https://www.youtube.com/watch?v=mEmD0nwoPRY%5D
Almeida
1 de janeiro de 2015 1:48 pmEscolha uma versão para piano.
Art Tatum
[video:https://www.youtube.com/watch?v=8Fj7Ny6lx5w%5D
Liberace
[video:https://www.youtube.com/watch?v=6PQja1NZIao%5D
Oscar Peterson
[video:https://www.youtube.com/watch?v=5H8l_of6aX4%5D
Conal Fowkes
[video:https://www.youtube.com/watch?v=N2k7-gCMA74%5D
Oliver Lallemant
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Rpan6RGuadY%5D
Alessandre de Argolo
1 de janeiro de 2015 2:02 pmDevia ter parado quando li Almerda como autor do post
Teria me poupado de ler esse lixo, típico de comunistóide brownzuca ignorante e iletrado, como o Almerdinha. Dando mais uma prova de sua estupidez, sempre regada à falta de cultura, o fake Almerdinha conseguiu ser classificado naquele grupo de sujeitinhos ignorantes que interpretam o “navegar é preciso”, do poeta Fernando Pessoa, como se o “preciso” aí viesse do verbo “precisar”. Como todo burro, sem cultura, Almerdinha ignora que o “preciso” usado por Fernando Pessoa vem de precisão, daí a comparação com o viver, que.não possui a mesma precisão da navegação. E esse comunistóide de araque quer escrever sobre cultura e (cof cof cof) ensinar os outros a interpretar textos.
Sobre o assunto do post em si, é papo de velho saudosista que não consegue se enquadrar na contemporaneidade, o que não é necessariamente ruim. O problema é que, no caso de Almerdinha, isso é diferente. Sem bússola, ele se perdeu na vida e não encontrou nenhum caminho que se ajuste aos seus anseios de esquerdista eternamente à espera da ditadura do proletariado (sim, sujeitos como Almerdinha acham ditaduras algo bom em termos políticos e tentam disfarçar isso com o enxerto “proletariado”, que ele acha que tem a ver com “liberdade” rsrs), ao ponto de ser um típico comunistóide, com seus vícios pequenos burgueses, amante do american way of life, com toda aquela cultura de massa inerente. Não falta nada para Almerdinha ser um adepto de cereais, bacon e ovos no café da manhã, ser um defensor da cultura de convidar meninas para o “baile de formatura da escola” (talvez fosse melhor falar em high school), de crianças terem uma casa na árvore, gostar de baseball e de futebol americano, comemorar datas como o Thanksgiving ou Halloween (“doces ou travessuras” é a cara do comunistóide Almerdinha rsrs), além de.medir o sucesso das pessoas pelo quanto elas conseguem se adequar ao sistema capitalista. Esse sujeito é uma piada.
Doente Mental
1 de janeiro de 2015 2:28 pmQue que é isso, minha gente?!
Não vou denunciar este comentário doentio porque ele próprio se constitui na melhor denúncia de uma doença mental, emocional e de caráter do seu autor. Melhor que fique o testemunho de sua mediocridade.
Alessandre de Argolo
1 de janeiro de 2015 4:04 pmAlmerdinha usando fantasias virtuais? Fetiche dos perdedores LOL
Almerdinha é um maluco clinicamente diagnosticado rsrsrs. Seus defensores, reais ou imaginados, fantasiados ou não, vão na mesma linha. Quem conhece a participação de Almerdinha, o comunistóide de araque amante do american way of life (hehehe, que piada), sabe que o que ele faz neste blog é trollar os posts e comentários dos outros. Deixe-o provar um pouco do próprio veneno, caro fantasiado. É sensato saber quando não se deve se intrometer onde não foi chamado. O problema é que sensatez parece não ser muito a tua praia rsrs.
Sensato Praiano
1 de janeiro de 2015 10:27 pmCom satez …
O raparigo ainda delira algo sobre “sensatez”…
Nuntô dizenu!
Almeida
1 de janeiro de 2015 3:39 pmComeu capim com urtiga, foi?
Tá com o rabicó coçando, santa? Veio zurrar em porta errada, não sou eu quem vai resolver o seu problema.
Era só o que faltava, argolinha, o cosmopolita das alagoas, o ‘erudito’ em rock, o “marxcida”, depois de matar as aulas de prefixação e sufixação, resolve aplicar interpretação de texto em…. poesia.
Logo em cima de quem. Não sobre minha prosa errante e vagabunda, não ouso escrever poesia. O argolinha pretende “interpretar” o poeta que se confessa fingidor.
Você é um doente, argolinha. Vá procurar ajuda para os seu males.
Escrevi esta postagem para ser um lugar agradável, uma brincadeira para navegar na rede sobre canções e temas musicais, não para abrigar sandices de imbecis, muito menos para depósito de lixo e as sujeiras de um psicopata. Peço desculpas a todos que vieram aqui participar da brincadeira. E, para continuar no tema e na brincadeira, ninguém vai estragar o meu ano logo de cara, deixo uma metáfora do que ao poeta cabe fazer:
[video:https://www.youtube.com/watch?v=K4Hz0VE68bE%5D
Alessandre de Argolo
1 de janeiro de 2015 4:35 pmFake sentindo no fígado a porrada
O analfabeto comunistóide brownzuca Almerdinha, que não entendeu o sentido do poema de Fernando Pessoa, ao confundir o verbo precisar com o substantivo precisão (um claro caso de intertextualidade com a frase do general romano Pompeu “Navigare necesse; vivere non est necesse”), sentiu o golpe no fígado. Típico de perdedores que sobem nas tamancas e não aguentam nada. Na menor pressão, pulam mais do que pipoca. É um zé mané mesmo esse sujeitinho analfa rsrs. Chora aí agora, fake burro rsrs.
Almeida
4 de janeiro de 2015 8:08 pmSurreal.
O cara matou aulas elementares de português e quer demonstrar “erudição” na interpretação de uma obra poética, mas revela toda sua condição de analfabeto funcional, não tem capacidade de compreensão dos textos mais óbvios. Sua reação só pode ser entendida dentro de um quadro de clara perturbação mental.
Desde que foi flagrado como alguém que desconhece, as regras básicas de formação de palavras por prefixação e sufixação em português e ficou reconhecido, pela alcunha de “o marxcida”, ele não se conforma, defende até hoje sua burrice no episódio com os quatro cascos e dentes. A revelação de que ele é um imbecil iletrado atrapalha a imagem presunçosa que faz de si próprio. Ele acha que entendeu todos os livros em que passou os olhos, folheou as orelhas, botou debaixo do suvaco e assim por diante. Então, quando aparecem pessoas e mostram que ele não tem capacidade de entender nada; que o erudito que ele pensa que é não existe; que ele não passa de um medíocre provinciano que se imagina na esquina dos acontecimentos do mundo; que a sua imaginada grandiosidade é aquela mesma de um Napoleão de hospício; ele se volta com fúria psicótica contra quem lhe revela isto.
Ele aparece aqui nesta postagem com a intenção confessa de “se vingar”, não esconde que veio trollar. Mas o “trollha” é tão burro, que nem isto consegue. Despeja suas asneiras junto com suas psicopatias. Quanto a estas últimas, deixei acima endereços de ajuda, então vamos tratar das besteiras, embora a psicopatia lhe agrave a compreensão dos fatos e aprofunda seu grau de idiotia.
De saída vem com a frase: “ao confundir o verbo precisar com o substantivo precisão”.
Em “navegar é preciso”, a palavra “preciso” não é verbo, nem é substantivo: é adjetivo. Isso já diz muito do grau de compreensão da língua que tem o idiota.
Anteriormente, o imbecil também disse: “… que interpretam o “navegar é preciso”, do poeta Fernando Pessoa, como se o “preciso” aí viesse do verbo “precisar”.”
Acontece que o verbo “precisar” tanto pode significar necessitar, daí “preciso” ser sinônimo de necessário, quanto indicar com exatidão, demarcar, definir com rigor, dar precisão, etc, daí “preciso” ser sinônimo para exato, rigoroso, definido, etc; portanto, “preciso” em diferentes sentidos deriva dos sentidos variados do verbo “precisar”. É mais uma besteira que o argolinha solta. Vamos ao poema.
Fernando Pessoa usou a frase do general romano Pompeu, portanto, não há nenhuma subjetividade do poeta na sua construção. Ele apenas a traduziu do latim e a colocou entre aspas, para deixar claro a autoria alheia (“Navegadores antigos tinham uma frase… “). Ele poderia perfeitamente tê-la traduzida para: “Navegar é necessário; viver não é necessário”, o que retiraria qualquer ambiguidade com o termo “preciso”. Não o fez, talvez por duas razões.
Primeiro, no original o sentido é inequívoco, só um idiota daria à palavra “preciso”, traduzida duplamente na frase, significado diferente do original em latim. Segundo, pela questão estética, para não repetir quatro vezes a palavra “necessário” no poema. Ele reserva a palavra “necessário”, para onde ela realmente se faz necessária, num verso a seguir, onde ele não deixa margem para ambiguidades e diz de modo claro: “Viver não é necessário; o que é necessário é criar”. Nesta última parte conclusiva do verso está a chave para o título e o significado do poema; como a primeira parte deste verso é igual a conclusão do general, então a premissa do general é a conclusão do poeta: Navegar é preciso; o que é necessário é criar. O poeta poderia ter dito “o que é necessário é navegar”, mas ele reserva a metáfora para o título. Se “o que é necessário [preciso] é criar”, então, “criar é preciso”, metaforicamente,”navegar é…” o que faz todo sentido com o conteúdo do poema.
A frase do título, Navegar é Preciso, é a única que realmente guarda a subjetividade do poeta, foi ele quem a colocou lá. Repito, ao longo do poema ela aparece atribuída a terceiros (“Navegadores antigos tinham uma frase … “). O argolinha acha que “… o “preciso” usado por Fernando Pessoa vem de precisão, daí a comparação com o viver, que.não possui a mesma precisão da navegação”. Não há um instante do poema onde o poeta compare “preciso”, em qualquer sentido, com qualquer outra palavra. Existe comparação de viver com navegar, na frase dos navegadores antigos, de viver com criar, feita pelo poeta, que de modo sutil e metafórico compara o ato de criar com o navegar… dos navegadores antigos. O argolinha acha que um poeta da magnitude do Fernando Pessoa escreveria uma platitude como título de poema, do tipo: Navegar é exato [preciso]. Algo que se mostraria inteiramente desconexo com o desenrolar da poesia. Mas, esperar o quê, de um semi-analfa que desconhece regras de sufixação e prefixação, não consegue identificar um adjetivo e comenta sobre poema que não leu ou, se leu, não notou a frase “Navegar é preciso, viver não é preciso”. entre aspas e, portanto, desvinculada da subjetividade do poeta. Segue o poema:
Navegar é preciso – Fernando Pessoa.
Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:
“Navegar é preciso; viver não é preciso”.
Quero para mim o espírito [d]esta frase,
transformada a forma para a casar como eu sou:
Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.
Só quero torná-la de toda a humanidade;
ainda que para isso tenha de a perder como minha.
Cada vez mais assim penso.
Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir
para a evolução da humanidade.
É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.
Alex Sotto
1 de janeiro de 2015 4:23 pmÔ musiquinha chata !
Ô musiquinha chata !
Alessandre de Argolo
1 de janeiro de 2015 4:27 pmKKKKKK
É o Almerdinha tentando sair timidamente do armário. LOL.
Almeida
1 de janeiro de 2015 5:12 pmVozes femininas para a canção.
Ella Fitzgerald
[video:http://www.youtube.com/watch?v=T3FFOju3VM0%5D
Billie Holiday
[video:https://www.youtube.com/watch?v=lGR6-HXT3Xo%5D
Diane Shaw
[video:https://www.youtube.com/watch?v=qPYpu1uM3zU%5D
Julie London
[video:http://www.youtube.com/watch?v=8elWF31oQCA%5D
Almeida
1 de janeiro de 2015 6:43 pmTrês versões com Big Bands
Frank Sinatra e Tommy Dorsey Orchestra
[video:http://www.youtube.com/watch?v=bm8kvUPlq9Q%5D
Benny Goodman e Helen Ward
[video:https://www.youtube.com/watch?v=aqIpVbUeoo4%5D
Glenn Miller
[video:https://www.youtube.com/watch?v=vG16V1OAwMI%5D
Almeida
1 de janeiro de 2015 7:48 pmMais vozes femininas
Diane Hubka (agradável surpresa em conhecê-la)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=QyjDjPCEeM4%5D
Jo Stafford
[video:https://www.youtube.com/watch?v=pz_x-Yu15Bw%5D
Irina Krutova (Луна – versão russa de Aleksandr Varlamov)
[video:https://www.youtube.com/watch?v=ZpwLaLIHRdQ%5D
Jair Fonseca
1 de janeiro de 2015 7:56 pmA fantasmagórica versão de
A fantasmagórica versão de Elvis Presely pra “Blue Moon” é a minha preferida.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=Md7a9ZH1Z0M%5D
Almeida
1 de janeiro de 2015 10:16 pmTambém gosto muito desta.
Coloquei aí acima uma recriação dos Cowboys Junkies sobre ela.
Legal ficou essa do Bob Dylan
[video:https://www.youtube.com/watch?v=iuEBLltOgek%5D
Almeida
2 de janeiro de 2015 11:46 pmVozes masculinas na canção.
Rod Stewart
[video:http://www.youtube.com/watch?v=V5FdmFgfPyw%5D
Nat King Cole
[video:http://www.youtube.com/watch?v=Vx-5HyeeRqI%5D
Billy Eckstein
[video:https://www.youtube.com/watch?v=qpH49EW7Ums%5D
Bobby Vinton
[video:https://www.youtube.com/watch?v=efmcdKVEOhg%5D
Vaughn Monroe
[video:https://www.youtube.com/watch?v=qHzQ9YI5RG4%5D
Almeida
3 de janeiro de 2015 9:05 amMais vozes masculinas.
Mel Tormé
[video:https://www.youtube.com/watch?v=a3hNO3fEx9k%5D
Dean Martin
[video:http://www.youtube.com/watch?v=RfAHBVMguDQ%5D
Sam Cooke
[video:https://www.youtube.com/watch?v=UGr8RVBNGuw%5D
Vic Damone
[video:https://www.youtube.com/watch?v=QUFAh0SvB5k%5D