4 de junho de 2026

Às mulheres, neste dia de homenagens

Enviado por Assis Ribeiro

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Por Sergio Medeiros Rodrigues

às mulheres
 
 
para que neste seu dia de homenagens…
 
se desvelem novos encantamentos,
 
e a liberdade seja igual ao amor,
 
que generoso, faz os lábios se abrirem em riso ou prazer,
 
que a perseverança,
 
feita luta por liberdade,
 
revele caminhos para todos seus filhos,
 
que a força,
 
que emana de seus olhos,
 
seja esta chama,
 
que aquece o coração
 
de todas as pessoas de boa vontade…

 
e, que sem pudor ou recato
 
promete,
 
com incomensurável calor humano
 
acolher em seu regaço
 
toda a ternura
 
espalhada no mundo. (Sergio Medeiros Rodrigues)

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3 Comentários
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  1. Sérgio T.

    8 de março de 2016 5:43 pm

    Mulheres!
    Mulheres!

    Conheço mulher feminista ferrenha, e conheço mulher mais machista que muito homem. Tem as escandalosas e as quietinhas. Tem as que querem carinho e suavidade antes, durante e depois; e tem as que querem pressa e rispidez antes durante e depois.

    Umas querem amor com sexo, outras querem sexo com amor, e pasmem, há as que querem só amor ou só sexo. Elas querem que lhes abram a porta do carro, mas querem o direito de escolher “a hora” e “quem”. Fazer o quê? Pura força psicológica, mimetizada como sexo frágil.

    Como disse Rita Lee, mulher é bicho esquisito, sangra todo mês e não morre. Mas quando morre, sangra os corações de seus filhos, pais e maridos. Porque é insubstituível!

    Mulher é socialista no amar. Sabe que se o amor não for universal, não haverá saída para a humanidade, e quer que todos partilhem do seu jeito especial de suportar as agruras da vida. Ela sente de um jeito que o homem não sente. Mas a mulher é capitalista nos direitos. Quer os mesmos direitos do homem, mas não quer que o homem tenha os mesmos direitos que ela. Fazer o quê? Prerrogativa ancestral do matriarcado.

    Ela sabe que tem mais funções que o homem. As mulheres desempenham qualquer papel que o homem desempenha. Senão vejamos: temos esposas, executivas, prostitutas, do lar, modelos, engenheiras, escritoras, balconistas, mendigas, médicas, etc.; e ainda executam papéis impossíveis ao homem, como por exemplo ter filhos e amamentá-los. E, afinal, todo mundo sabe que o ovário veio antes do escroto.

    A violência contra a mulher, quando vem de um homem é complexo de inferioridade e impotência dele exteriorizados; quando vem de outra mulher é o mesmo, só que por introjeção. Afinal, o caráter não é uma prerrogativa de gênero. Há quem tenha e quem não tenha, seja homem ou mulher.

    Mulher é irracional? De maneira alguma. Elas apenas pensam diferente. Mas pensar diferente é acertar sempre? Não, elas também erram muito, igualzinho aos homens. Afinal elas também têm o direito de serem tão burras quanto os homens. Não é?

    Mulheres! Já fui injusto com elas, já lhes tive e lhes causei raiva, já as rejeitei e abandonei, já as amaldiçoei. Mas isso tudo foi movimento miasmático, devido à intrínseca dependência adquirida ao nascer. Muitas vezes eu não as compreendo, outras vezes me deixam atônito. Mas se não fosse por elas em geral, mais minha mãe, minha esposa, minha filha e várias amigas pessoais, eu certamente não seria o homem que sou.

    Só as mulheres me dão carinho e proteção, quando preciso, sem cobranças competitivas.

    Ah… Mulheres! Os homens vos pertencem com certeza. Inclusive existem homens que não sabem disso, mas isto só acontece por pura esperteza feminina!

    Sem as mulheres não há humanidade, em todos os sentidos que a palavra possui.

    Mulheres!

    Sérgio Troncoso.

  2. Maria Luisa

    8 de março de 2016 8:04 pm

    Maria Maria

    Otimo, meus queridos companheiros de Blog e luta politica. E vamos lutar também para termos um Pais mais apaziguado e mais tolerante com todas as diferenças, que são bençãos.

  3. Anarquista Lúcida

    8 de março de 2016 8:09 pm

    Tanta “poetizaçao”… Seria melhor nao tanto

    Se as mulheres fossem consideradas simplesmente como seres humanos, no mesmo título que os homens sao, nao seria preciso serem tao “especiais”… Nao estou querendo dizer que nao haja diferenças, é certo que há, embora tb nao sejam universais. Mas isso nao deveria importar. Que todos e todas fossem simplesmente considerad@s seres humanos com plenos direitos bastaria.

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