1 de julho de 2026

Judeus e palestinos celebram festas religiosas sem incidentes

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Jornal GGN – No Yom Kipur os judeus se arrependem de seus pecados com um jejum de 24 horas que paralisa o paíse e no Eid al-Adha os muçulmanos sacrificam milhares de ovelhas em recordação ao sacrifício que Deus pediu a Abrahão segundo a Bíblia, o Torá e o Corão.

Fiéis judeus e muçulmanos, celebram neste sábado em Jerusalém, Isarel e nos territórios palestinos, cada um por seu lado, as festas de Yom Kipur e do Eid al-Adha.

Pela primeira vez em 33 anos, este ano o dia de Yom Kipur, dedicado ao jejum e à oração, coincide com o primeiro dia da festa muçulmana do sacrifício, celebrada até terça-feira à noite.

A polícia israelense, que reforçou seus efetivos por temor de provocações e caos, não havia relatado nenhum incidente relevante.

Bloqueio de ruas

A polícia bloqueou numerosos acessos e estabeleceu desvios em Jerusalém Este, onde vive a maior parte da população palestina da cidade, para que os palestinos circulem evitando os bairros judeus.

Nos bairros judeus de Jerusalém,, como em toda a Israel, durante 25 horas não circula nenhum veículo, os semáforos não funcionam e os fiéis, vestidos de branco, caminha em família até a sinagoga.

Israel está totalmente paralisada desde a noite de sexta-feira para sábado. O tráfego aéreo, os transportes públicos, os programas de rádio e televisão e as páginas web de informação estão interrompidos.

Na mesquita de Al-Aqsa de Jerusalém, dezenas de milhares de fiéis muçulmanos assistiram à reza da manhã sem nenhum incidente, indicou a polícia.

Durante toda a celebração judaica, os palestinos da Cisjordânia e Gaza no puderam viajar a Jerusalém ou a outras partes de Israel, pelo bloqueio imposto pelo exército israelense. Os portos e as fronteiras terrestres com o Egito e Jordânia permaneceram fechados.

Com informações da TeleSur

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
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  1. nadja

    5 de outubro de 2014 12:30 am

    Não vi nenhuma chamada do

    Não vi nenhuma chamada do Nassif para um bate bate papo sobre política ao vivo….

  2. Antonio Passos

    5 de outubro de 2014 1:14 am

    “Guerra religiosa” de verdade, a história registra poucas

    Por trás de quase todas as “guerras religiosas”, existem motivações que nada têm a ver com religião. 

  3. Flavio Martinho

    5 de outubro de 2014 2:56 pm

    Bem, depois das rezas, dos

    Bem, depois das rezas, dos arrependimentos a matança continua. Deve está escrito na biblia, no torá, no corão.

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