4 de junho de 2026

Nos EUA, defensora do porte de armas é baleada pelo filho de 4 anos

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Jornal GGN – Jamie Gilt, uma mulher de 31 anos moradora do Estado da Flórida, nos EUA, ficou gravemente ferida após um disparo acidental de seu filho de 4 anos. Defensora do porte de armas, Gilt dirigia em uma estrada com seu filho no banco de trás, quando foi baleada nas costas. Segunda a polícia local, a arma pertencia à vítima, que poderá ser denunciada dependendo da conclusão das investigações, já que a lei da Flórida considera crime que uma pessoa guarde ou abandone, em lugar sob seu controle, uma arma de fogo carregada de modo a permitir que uma criança tenha acesso a ela.

Do El País

 
Jamie Gilt, de 31 anos, e encontra em estado grave por causa do disparo
 
Um menino de quatro anos de idade feriu gravemente a sua mãe, defensora do porte de armas, ao disparar por engano em suas costas, segundo autoridades do Estado da Flórida, nos Estados Unidos. A mãe, Jamie Gilt, de 31 anos, dirigia em uma rodovia com o filho no banco de trás quando recebeu o tiro, que atravessou o banco do motorista. Devido ao seu estado de saúde, e hospitalizada, ela ainda não pôde falar com a polícia. No dia anterior, justamente, Jamie havia elogiado publicamente no Facebook a capacidade de seu filho de atirar.

“Nossa investigação revelou que a arma pertencia à vítima e que o menino a pegou sem conhecimento dela”, afirmou, em nota, o departamento do xerife do condado de Putnam. Apesar disso, o departamento poderia denunciar a mãe dependendo de qual for a conclusão a respeito de como foi que a criança, que neste momento se encontra com familiares, teve acesso à arma. “A legislação da Flórida considera crime que uma pessoa guarde ou porte uma arma de fogo carregada de uma forma que possa ser pega por uma criança”, lembra a nota. A decisão será tomada depois que a mulher for ouvida.

O perfil de Gilt sugere, aparentemente, que se trata de uma pessoa apaixonadamente defensora do direito ao porte de armas, com que aparece em algumas fotografias. Na última segunda-feira, ela concluiu uma discussão sobre o direito de portar armas com o argumento de que “até o meu filho de quatro anos melhorou com o calibre 22”.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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12 Comentários
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  1. Ricardo Cesar

    10 de março de 2016 5:04 pm

    Agora é Jamie Guilty!

    Agora é Jamie Guilty!

    1. Ivan de Union

      10 de março de 2016 5:50 pm

      De “doirada” pra “culpada”

      De “doirada” pra “culpada” aas maos de um menino de 4 anos!

  2. Ninguém

    10 de março de 2016 5:29 pm

    Cadê o copidesque?

    Qual parte das armas ela defende?

  3. tales-cunha

    10 de março de 2016 5:30 pm

    Ela me lembra…

    Ela me lembra o psdb marchando contra a corrupção…

  4. WALDIR

    10 de março de 2016 5:39 pm

    Tragico

    Lamentável, mas quem tem uma arma e crianças, deve estar o tempo todo alerta, não um lenço que pode ser jogado em qualquer canto.

    Que sirva de alerta para os portadores de arma.

  5. Ritinha

    10 de março de 2016 5:42 pm

    Além da motivação óbvia em se

    Além da motivação óbvia em se usar uma arma, ela também pode ser usada por brincadeira de jovens e crianças. Eles ainda não têm a justa medida do perigo.  Pra dizer a verdade, arma de fogo foi fabricada  exclusivamente para matar, e até por isso, cumprirá a sua missão de alguma forma.

    Ao contrário deste caso, onde a criança teria livre acesso a arma,  muitas armas são escondidas para que a criança não a encontre. Mas por uma destas coisas estranhas, a criança acha e em muitos casos pode atirar em um amiginho cou adulto.

    Com a facilidade com que esta mãe parecia deixar o filho em contato com a arma, quis o destino que ela compreendesse o que significa uma arma a lhe perfurar a pele. Não é culpara a vítima, mas dizer que ter uma opinião não muda  a situação em volta. Antes é preciso mudar.

  6. CARLOS PINHEIRO JR.

    10 de março de 2016 6:02 pm

    Castigo

    Nesse caso, o castigo não veio a cavalo: veio a bala…

  7. Cafezá

    10 de março de 2016 6:32 pm

    Quase toda semana surgem

    Quase toda semana surgem casos de pessoas baleadas acidentalmente nos EUA. E também acontece de pessoas, geralmente em seus locais de trabalho, que resolvem meter balas em seus desafetos ou em qualquer um que apareça pela frente. Na tragédia de Columbine, os adolescentes compraram os rifles via internet. Lá, a compra de armas de qualquer calibre é facilitada pela legislação. Já no Brasil, tem gente que, como é de costume, deseja imitar os norte-americanos. E Moro parece gostar de armas, haja vista o pelotão de “marines” que acompanha as diligências que ordena.

  8. Hänsel

    10 de março de 2016 10:05 pm

    Às vezes o destino resolve

    Às vezes o destino resolve dar uma lição a pessoas desencaminhadas. O equivalente por aqui seria a tucaníssima Polícia Federal  botar em cana todo o alto tucanato.

  9. junior50

    10 de março de 2016 10:22 pm

    Lucro e “armas leves pessoais”

      Já vendi tais produtos, já tive armas e porte ( por obrigação ), e tenho plena certeza que possuir armas de fogo, é uma completa idiotice, mas tem muita gente que gosta, se sente mais gente, no caso americano existe até uma razão ideológica em certos grupos, e o mais estranho é que tem muitos paises até mais liberais, quanto a posse de armas pessoais, que os Estados Unidos, como Canadá, Finlandia, Noruega, leste europeu, Israel, Suiça, paises arabes, e nestes não ocrrem tais ocorrencias tão costumeiras como as americanas.

       O que dá mais lucro e imediato ?  A venda de um missil, tipo um Hellfire, cada um custando, dependendo o modelo, em média US$ 25.000,00 cada, podendo atingir até US$ 50.000,00, ou um Taurus .38SP ou uma Glock .40 , nos USA por volta, dependendo o Estado, entre US$ 150/350 ?

          Para a industria, o revolver e/ou pistola, proporcionam muito mais retorno, a começar pelo volume de vendas, não só da arma como da munição e acessórios, o desenvolvimento é pago rapidamente ( misseis demoram anos, até decadas), não é necessário financiamento e autorizações de governo, geopoliticamente são despreziveis ( não listados ).

        

  10. Andre B

    11 de março de 2016 12:19 am

     Eu tenho pena é da criança

     Eu tenho pena é da criança que teve a infelicidade de ser filha dessa mulher. A criança é a maior vítima dessa história.

  11. Edi Passos

    11 de março de 2016 1:33 am

    Pois é,

    muitos defensores das armas dizem que elas não matam, que quem mata são as pessoas que as empunham. Sendo assim, no caso noticiado, um bandido de 04 anos tentou matar a própria mãe, por motivo fútil e pelas costas…

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